Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Existem alguns com uma capacidade capaz de solucionar milhares de problemas do mundo, mas são pobres quanto as falas, não conseguem valorizar o sentido das palavras quando se desmembram da boca. Os seus pensamentos são visto como um ovo de sobra depois de 40dias de incumbância.
As coisas mais estúpidas existentes no mundo é a paixão e ciúme. As duas coisas matam os nossos corações e nos separa das pessoas mais queridas fazendo nos sofrer dias pós dias.
(Daniel furucuto :2015)
O choro duma criança constitui uma preocupação para o mundo, pensamentos se interrogam. Todos pensam e solucionam o choro da criança da mesma maneira.
Se a Matemática falhar, todo o mundo desaparecerá, todos os objectos do mundo foram feitos e se sustentam na base dos calculos Matemáticos. Atravez de: mais, menos, dividir e multiplicar. Por isso a existência da Matemática no mundo Deus é quem sabe explicar.
(Daniel Perato Furucuto)
De todas as mulheres que existem no mundo, a minha esposa é a mais linda de todas. Quando estou ao lado dela sinto como se estivesse num mar de rosa.
A diversidade do mundo faz-nos entender que somos heróis para alguns e para alguns somos apenas bugigangas. A diversidade do mundo faz-nos entender que somos amados por alguns e alguns nos desamam. A diversidade do mundo faz-nos entender que certos amigos destroem nossas vidas e alguns constroem. A diversidade é um mistério que cada um de nós vive da sua maneira.
Daniel Perato Furucuto
Às vezes achamos que fingir é melhor, para todo o mundo olhar para nós e dizer "Que casar feliz!" enquanto no meio de tudo isso são mágoas atrás de mágoas, quando estámos a sós.
Que nada te impeça de seguir o caminho que já decidiu tomar, ou seja, que nada nesse mundo te impeça de abandonar a ideia de que queres tomar os novos rumos.
Sobre a saudade da minha mãe...
E quando tua foto vejo
Revejo meu mundo
Tristonho, profundo
Tua volta desejo.
ENTRE O ENCANTO E O DESGOSTO
Por: Marco Arawak
No mar profundo, onde o mundo parece dançar sobre as águas, há mistérios que nenhuma palavra consegue alcançar. As ondas se desfazem e retornam, como pensamentos que insistem em voltar. Há dias em que tudo parece distante, fosco, sem cor; dias em que o desgosto chega sem pedir passagem e transforma até aquilo que era familiar em paisagem estranha.
As sombras machucam não porque tenham mãos, mas porque às vezes carregamos dentro de nós aquilo que ainda não conseguimos compreender. Há olhares que pesam, silêncios que dizem mais que palavras e lembranças que permanecem mesmo quando já não queremos recebê-las.
Então uma brisa atravessa a copa das árvores.
É quase nada.
Mas basta.
O vento movimenta as folhas, leva alguns segredos e devolve outros. Talvez a vida seja assim: uma sucessão de coisas que chegam, permanecem por algum tempo e depois seguem adiante, deixando em nós marcas que nem sempre sabemos nomear.
A alma também possui suas marés.
Há momentos em que transborda e outros em que recua para lugares silenciosos. Chora sem testemunhas, questiona antigas crenças, enfrenta censuras, medos e incêndios que ninguém vê. E, no fundo dessas inquietações, o coração continua procurando um caminho.
Porque há paixões que começam como promessa e terminam como ferida.
Há sonhos que se desfazem justamente quando acreditávamos tocá-los.
Há amores que deixam de ser abrigo e passam a doer.
Mas nem toda perda é o fim de alguma coisa.
Às vezes, é o espaço necessário para que outra forma de vida encontre lugar.
O amanhecer não pergunta o que aconteceu durante a noite. Simplesmente chega. A luz toca lentamente aquilo que estava escondido e devolve contorno às coisas. O que parecia perdido ganha outra perspectiva. O que parecia definitivo revela-se apenas uma passagem.
É nesse instante que a poesia começa a fazer aquilo que a memória nem sempre consegue.
Ela transforma.
Não apaga a dor, mas muda sua linguagem.
Não nega o desgosto, mas impede que ele seja a última palavra.
O amor pode ter sido ferido e ainda assim continuar sendo amor. A confiança pode ter sido abalada e ainda assim reconstruída. O coração pode carregar cicatrizes sem precisar transformá-las em morada.
A vida segue como um caminho que não revela toda a paisagem de uma vez. Caminhamos entre certezas e dúvidas, entre encontros e despedidas, entre aquilo que desejávamos e aquilo que aprendemos a aceitar.
Às vezes caminhamos sozinhos.
Mas estar sozinho não significa estar vazio.
Há dentro de nós um lugar onde alguma coisa permanece acesa, mesmo quando tudo parece silencioso. Não é certeza. Não é promessa. É apenas a possibilidade de continuar.
Um fio.
Um movimento.
Um passo depois do outro.
No céu vasto, o azul parece infinito. O sol atravessa as sombras e lembra que nenhuma noite possui o poder de apagar definitivamente a possibilidade de um novo dia.
Até a tristeza, quando atravessada com consciência, pode perder sua força.
Ela pode continuar existindo, mas já não governa.
O desgosto deixa de ser destino e transforma-se em passagem. O que antes parecia apenas ferida pode tornar-se consciência. O que doeu pode ensinar sem precisar permanecer doendo para sempre.
É assim que sigo.
Não porque tenha deixado de sentir medo, mas porque aprendi que coragem não é caminhar sem medo. É continuar mesmo quando o caminho ainda não está completamente iluminado.
Verso após verso, reúno aquilo que a vida espalhou.
Memórias.
Desejos.
Perdas.
Afetos.
Silêncios.
E, com tudo isso, construo não um universo perfeito, mas um universo possível: aquele em que a tristeza pode existir sem destruir a alegria, em que o pranto pode dividir espaço com o sorriso e em que a dor não precisa apagar o encanto.
Talvez seja esse o segredo da poesia.
Ela não promete que a vida será leve.
Promete apenas que podemos olhar novamente para aquilo que nos feriu e encontrar outro significado.
O que ontem parecia fim pode amanhã revelar uma passagem.
O que parecia vazio pode guardar sementes.
O que parecia desgosto pode, com o tempo, ensinar novamente o gosto da vida.
E a alma, depois de atravessar suas próprias tempestades, talvez não volte a ser a mesma.
Talvez volte mais consciente.
Mais silenciosa.
Mais inteira.
Porque a primavera não nasce negando o inverno.
Ela nasce depois dele.
E quando finalmente chega, não precisa explicar por que demorou.
Apenas floresce.
As. Vezes vivemos nossas vidas como um pássaro. Eles voam alto para o mundo e querem conhecer novos horizontes. Mas depois de tudo isso, eles acabam procurando para se estabelecer, algo diferente, fugindo do mundo, para um lugar protegido e mais alto, onde fará o seu ninho.
Mantenha a humildade como índole, pois lembre-se que o mundo da voltas e uma mão lava a outra, e de fato não fazemos nada sozinhos.
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