Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
“Estou com raiva do mundo, ele é injusto, mundo por favor da uma melhora ai, nossa, o estranha que não tenho paciência, e o estranho é que todo mundo adora me tirar do serio até o mundo.”
Tudo passa
O nosso sonho era rodar o mundo, mas nos perdemos.
O café esfriou, e o nosso amor também.
O vento levou você de mim.
Como eu disse tudo passa.
E se seus sonhos fossem apenas uma realidade alternativa que enquanto você dorme no mundo que você acha que é real você acorda em mundo realmente real .
O amor? Ah o amor! Esse ai insiste em se meter na vida de todo mundo Tem gente que o recebe bem Tem Gente que já tem e não da valor Mas também tem gente que tem e não dividi com ninguém Será que faz bem? Mas tem nada não, sinhô! Porque tem gente que tem e dar sem ver a quem E ainda sente-se bem... Ah o amor! Todos tem. Mas nem todos sabe usá-lo Uma pena, porque ele sim é raro mesmo sendo popular Besta é quem tem e não dividi com alguém Bom mesmo é amar Ver amor Cheirar amor Exalar amor Gritar Berrar Sussurrar...Amor! Isso sim é bom meu sinhô!
O que dizer em um mundo onde as coisas são tão injusta, o que dizer...Olhemos para o lado e vemos sofrimentos, olhemos para o outro vemos injustiça, olhemos para trás e vemos um passado que não queremos nos lembra.
O mundo é um grande jardim de infância, aprendendo a cada dia que tudo é arte, onde passamos a vida fazendo pinturas que serão eternizadas ou esquecidas.
Nunca ache que se esperar sentado você conquista o mundo, pois a vida é só para aqueles que sabem lutar pelo que é seu
Hablando de mí ...
Tengo un mundo lúdico dentro de mí, demasiado fantasiosa.
Tal vez ese enfoque tanta juventud, adolescentes y niños. Esta capacidad de soñar que el amor no siempre existe en el mundo real ...
Sí .. es como la porcelana, frágil. Cada uno con su sentimiento inmortal, búsqueda de la perfección ...
Gracia Monte.(traduzido por David Zolozabal)
Sou apenas um garoto vivendo nesse mundo pequeno, sempre buscando a liberdade, correndo atrás dos sonhos e nunca. desistindo.
Vivemos em um belo mundo,com pessoas normais.
Vivemos em um lugar feliz, o que às vezes parece fazer esse lugar infeliz, são as próprias pessoas.
Pessoas que às vezes complicam as coisas.
As pessoas descontam seus problemas nos outros, parecem que vivem só pra si.
É como se não precisassem dos outros pra ser feliz.
Na verdade não precisam de todos,mas de alguém todos precisam.
O mundo vê o sucesso e o fracasso como medidas de sanidade mental. Ou seja, frequentemente entende que ser um louco ou idiota bem sucedido é sempre melhor do que ser um fracassado são.
As mulheres tem que entender, que o mundo é um lago imenso, e que nem todo sapo! que elas beijão, vai se tornar um príncipe encantado.
“Aqui jaz o que parecia ser e nunca foi.
Dos piores passatempos do mundo descobri que olhar pela mesma janela todos os dias envelhecia-me vinte ou trinta anos. Era basicamente como todos os outros dias, entende? Acordar pela manhã, passar o café amargo, ler Bukowski, empacotar lembranças e sentar numa cadeira de balanço. Todos os dias. A mesma xícara sobre a mesa de mármore que há anos ilustrava o cômodo da casa. Perdia-me numa fase ao qual não possuía muito que se perder. As horas pareciam rasgadas ao meio e a cada tique-taque do relógio de parede, um grito de tempo perdido inundava a sala. Deduzi então que o arco-íris ficava lá fora por não saber lidar com a tristeza que alagava os hiatos dos meus pensamentos. Transcrevia então sonhos para o papel e nunca os vivia. Dotava que recordações asperamente jogadas nos cantos da aparência, esquecidas nos becos da saudade e nos lapsos de realidade, o azar agregava-se como um ombro amigo. Não sentia a vibração da alma, tampouco a sensação de liberdade multicolorida que a submergia. Vivia então num paraíso bordado em preto e branco, tal qual dos instintos mais puros, a percepção de espírito livre há muito não me arrepiava. E era isso, eu era um fantoche do passado e de certa forma o que eu já conhecia sempre me encantou, não que fosse encanto, mas o conhecido é sempre mais confortável e palpável, o que não entendemos com clareza vai além do intuito de medo.Medo do inesperado, do que parece certo, medo de não se livrar dos grilhões de um período que ainda habita no presente. Eu era um prisioneiro do tempo e nessa ida e vinda de apreensão a estímulos imediatos a coragem retraia-se até findar. O sentimento de bravura sentia-se num prato fundo de escassez e valentia. Meia-vida representara o rompimento dos valores que antes me moviam, nada estava no devido lugar. Incógnitas nunca entrariam no paraíso e, consequentemente, eu não pisaria nas nuvens dos céus. E isso não me importava, de alguma forma. Hipnotizado, não permiti sentir os pedaços de caco de vidro espalhados ao chão. Minha falha fora pensar que só o teu semblante me sustentaria e que o caminho ainda não percorrido equivaleria às lacunas ainda não preenchidas, as que eu desconhecia, contudo, sabia que as encontraria num ser perfeito. Podias ter sido esse ser, amor. Sou refém da minha memória e de tudo que ainda não vivi, porque mesmo que os anos passem eu ainda vou lembrar a cor do teu vestido, e isso era para me fazer bem. Era. As lembranças que nos cercam podem ser classificadas como containers nas prateleiras da memória e os teus milhares de trejeitos espremessem nas quatro paredes de aço como o que não pode ser contido. É como eu te falei um dia em alguma conversa à toa, me encanta tudo aquilo que não compreendo, que escapa pelos meus dedos. Nós gostávamos dos mesmos contos de Edgar Allan Poe. Nada que surpreendesse muito, a tragédia virava doce quando mastigada por tua voz, e as tragédias de hoje preenchiam minha brechas. Sutura. Eu caçava o pretérito pelas vielas de lugar algum todos os dias e não te encontrava. Tinha esperança em colidir os últimos capítulos da nossa história e até esbarrar com tua presença em formas irregulares no vento, uma vez que não precisava ser sólido para que eu te sentisse.
E morreu, sabe.
Vivíamos ansiando o fim, sendo assim concluí que o desencontro nos pesava as costas e as situações que nos prendiam não passavam de um breve elogio fúnebre. E nas artimanhas na rotina colateral uma voz me dizia que epitáfio também é arte."
- E eu escrevo até hoje
só pra te encontrar.
As pessoas perderam o valor. Agora são simples acessórios utilizados na construção de um mundo pior.
“No meu caminhar, senti pesares, também senti temores, já senti o mundo escurecer em minha volta, senti espinhos feri os meus pés, a ponto de parar no meio do caminho, mas também senti que não conseguiria viver sem meu Jesus, e isto foi o motivo maior de suportar tudo, e continuar caminhado até lá chegar, pois Ele é a minha maior Esperança”.
O mundo é cheio de lógicas,esta aqui uma delas.
Se existe pouco daquela coisa é porque ela se produz,reproduz muito ou ocupa muito espaço.Porém se existe muito daquela coisa é porque ela produz,reproduz muito pouco ou ocupa pouco espaço.
Pense:
As baleias,são grandes por isso existem poucas.
Agora:
As formigas,são pequenas Por isso existem tantas.
Meu nome é João e tenho só 14 anos apenas pessoas complexas vão entender essa mensagem.
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