Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
O mundo seria diferente se os fofoqueiros parassem de falar da vida de Flávio, Maria e José, e começassem a falar de Nietzsche Freud, Marx e Foucault.
Vivemos em um Mundo, Aonde muitos reclamam de ter um trabalho, e outros lutam com todas suas forças para preserva-lo.
Vida...
Ao nascer somos obrigados a expressarmos, aoenxergar o mundo, olhamos para nossos pais, o primeiro som é a voz dos pais, toda a vida de um ser está ligado à família, impossível é estar de fora dos planos de Deus.
Sua família é dádiva de Deus, então, OUÇA, VEJA e VIVA seus pais! Este é o único mandamento com promessa.
O Limite da Resistência.
Nós passamos tanto tempo tentando ser fortes, segurando o mundo nos ombros e nos recusando a quebrar, que nos esquecemos de que também somos humanos. Às vezes, o acúmulo das dificuldades é tão pesado que a queda se torna inevitável. Ser derrubada pela vida não significa fraqueza; significa apenas que o corpo e a alma chegaram ao limite da resistência. Quando o chão nos acolhe à força, o primeiro passo não é tentar correr para levantar, mas permitir-se respirar em meio ao cansaço, aceitando que até as fortalezas precisam de uma pausa para restaurar as suas fundações.
Poderoso
Apelo Final da Sensibilidade
Mulheres e Afins,
Dominem o Mundo
E Salvem a Humanidade.
-
Michel F.M
B.M.F. Margoni
Carta ao Leitor (e ao Mundo Invisível)
Se você chegou até aqui, talvez também sinta que há lugares dentro de si onde nunca esteve —
mas que, de alguma forma, sempre lhe pertenceram.
Lugares que sussurram com a voz do vento,
que sonham em línguas que você não aprendeu,
mas que o seu coração reconhece como lar.
Talvez você também tenha olhado para o céu
e sentido que era um espelho de dentro.
Que não somos apenas corpo, nome ou tempo —
mas fragmentos do Todo, carregando memórias que não lembramos,
e futuros que já nos habitam em silêncio.
Eu não pretendendo te guiar.
Eu apenas seguro tua mão por um instante no escuro,
Apenas digo: "Você não está só. Nem perdido."
Porque mesmo se o espelho que nos reflete cair,
ele não se quebrará em dor —
ele se multiplicará.
Seremos milhares de espelhos menores,
cada um revelando uma parte do que fomos, do que seremos,
do que ainda arde, e do que já floresce.
Pois somos um só ser em muitos —
e muitos sendo um só suspiro no universo.
Antes de ir, te deixo perguntas
não para serem respondidas,
mas para ecoarem em ti como constelações antigas:
Quantas vidas moram em você que ainda não despertaram?
Se você se permitisse lembrar… de onde você realmente veio?
E se quebrar não for o fim, mas o começo de se ver inteiro, em todas as direções?
Vá.
Mas leve o espelho.
Mesmo em cacos, ele ainda é sagrado.
Com luz e sombra,
Dominique, uma Existência de Caos
A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ
Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo.
É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado,
sem o teatro das lembranças e seus ideais inalcançáveis de futuro.
Caminho entre silêncio e fatos, presente e gratidão.
Não sonho.
Não recordo.
Reconheço.
A realidade me atravessa crua.
Sem filtros.
Sem refúgio.
Chamam de deficiência o que é clareza.
Chamam de vazio o que é consciência.
O mundo vive do que inventa para suportar o império restrito da hiperfantasia de poucos egoístas.
Eu sobrevivo do que é real.
Ser lúcido é morar entre abismos.
É saber demais e sentir o necessário.
É compreender o todo e ainda carregar o silêncio ao observar o absurdo.
A solidão é real, mas também é o preço da verdade.Quem vê sem ilusão sustenta o peso do céu com as próprias mãos.
A lucidez é um exílio.
Mas é também o lugar da liberdade.
Abençoado quem suporta ver o mundo como ele é e ainda escolhe não se corromper.
Que se entrega ao dever do bem não sofre nas mãos do egoísta vaidoso.
Única autoridade que existe no mundo autista é o autista, o resto é fantasia capitalista e oportunistas.
Nas bananeiras
Nem um louco esqueceria.
Recuso-me a perder a memória
daquele desvio do mundo, nas bananeiras,
onde o corpo escreveu antes da palavra.
De olhos fechados, reconheço
o caminho da chuva bravia
a rasgar as folhas largas,
o tambor verde da selva
a bater contra a pele.
Ali, os nossos corpos
não pediam permissão ao desejo.
Na tua boca,
um sussurro longo, quente, primitivo,
como se a terra falasse por ti:
“Amor, estou a molhar o meu cabelo.”
E eu, feito bicho cativo,
aprisionado no teu castelo húmido,
habitei os teus jazigos
como quem aceita o feitiço.
A chuva confundia-se com a saliva,
líquido sem nome, sem culpa,
apagava os sinais de luta e entrega
que nasciam no teu corpo nu,
corpo-fruta, corpo-mato, corpo-fogo.
“Amor, estou a molhar o meu cabelo.”
“É sério… vais sentir o cheiro depois…”
E a terra prometida abria-se
debaixo do teu vestidinho breve,
onde as flores são carnívoras
e as promessas mordem.
Ali, o amor era selvagem,
sem templo, sem regra,
apenas carne, chuva e bananeiras.
Daniel Perato Furucuto
“No mundo, existe apenas um único lugar onde nos sentimos melhor, mesmo quando as nossas lágrimas insistem em cair: é nos braços de uma mãe que elas secam.”
Furucuto, 2026.
É na perfeição da Geometria que o mundo revela a sua própria ordem. Cada ponte, cada edifício, cada estrada e cada horizonte existem porque, antes de serem realidade, foram medidas, traçadas e projetadas com rigor. A beleza da criação humana não nasce do acaso, mas da precisão. Afinal, onde a Geometria encontra a razão, a perfeição deixa de ser um ideal e transforma-se em realidade. (Daniel Perato Furucuto)
"O relacionamento continua a ser uma das ciências mais difíceis que Deus criou no mundo." FURUCUTO, P. D., 2026.
Com os atos hediondos que acompanhamos neste mundo contemporâneo, podemos concluir que alguns humanos estão ficando desumanizados.
09/07/26
Um belo dia esse mundo nos conhece. E depois? Crescemos e passamos a conhecê-lo. Algumas vezes erramos, outras acertamos. Choramos, sorrimos. E descobrimos que isso é viver! A vida nos é apresentada como um espetáculo: não importa se estamos no palco ou na plateia, o importante é que estejamos felizes.
Texto de 22/07/12.
O mundo inteiro é um teatro, quem adquire o conhecimento e permanece preso em uma gaiola é um louco sonhador.
PROVAVELMENTE NÓS
Talvez já tenhamos querido demais.
Talvez tenhamos acreditado que o mundo ia se curvar aos nossos planos, e que bastava querer para merecer.
Corremos, nos perdemos, acumulamos, e quando finalmente paramos, descobrimos que o que pesava não era o que faltava, era o que sobrou.
Nada brilha tanto quanto a paz de poder respirar sem culpa, o resto, com o tempo, enferruja.
A vida nunca pediu que fôssemos perfeitos, ela só queria que estivéssemos presentes.
Mas a gente inventa metas, disfarces, pressas.
Esconde o que sente, finge que entende, sorri quando a alma está cansada.
E mesmo assim, a vida insiste, puxa pela mão, devolve o olhar e diz: fica aqui, só por hoje, só por agora.
A gente erra, e como erra.
E dói, dói fundo, dói na carne, dói onde a gente achava que já tinha cicatrizado.
Mas é no erro que o orgulho quebra, e quando o orgulho quebra, entra luz.
O chão é um bom professor, a queda ensina o que o sucesso disfarça, a dor, por mais muda que pareça, ainda fala a língua de Deus.
Nem sempre dá pra achar beleza em tudo.
Tem dia que a vida parece um corredor estreito, sem janelas.
Mas às vezes basta um gesto pequeno, alguém que escuta, um sorriso que atravessa a distância, um copo d’água oferecido sem pressa, e pronto, a luz volta.
Não porque o mundo mudou, mas porque o coração amoleceu um pouco.
A beleza é teimosa, aparece mesmo nos lugares em que a esperança já desistiu.
A vida é um caderno meio amassado, cheio de páginas rasuradas, frases inacabadas e marcas de café.
A gente tenta escrever direito, mas o tempo tem o péssimo hábito de virar a página antes da hora.
Mesmo assim, escrevemos.
Erramos as palavras, corrigimos depois e seguimos.
Um dia, talvez, a gente entenda por que certas linhas só fizeram sentido lá no fim.
O que importa mesmo não é o que deixamos no mundo, mas o que deixamos nas pessoas.
Um olhar, um cuidado, um gesto qualquer que acendeu um dia bom na vida de alguém.
O resto se apaga.
A vida não guarda diplomas nem moedas, guarda afetos.
O que nasceu do amor não conhece esquecimento.
Ser simples é o que sobra quando o barulho acaba, quando as exigências diminuem e o peito aprende a respirar em paz.
Ser simples é andar leve, ouvir mais do que falar, parar de querer vencer o tempo.
Não é desistir, é finalmente entender.
Talvez seja isso que a vida esperava da gente desde o começo, que deixássemos de procurar grandeza e voltássemos a ser inteiros.
M.Arawak
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