Peito Apertado
Amar é muito fácil, enche o nosso peito de flores, acolhimentos...
Não somos deserto quando transbordados de belos sentimentos.
Minha cara lavada, meu coração calmo, meu sorriso tranquilo, meu peito aberto e a minha sandália havaiana, não troco por nada.
Adoro este teu jeito
Que faz me bater no peito
Este coração sem freio
Que quer me provar o meio
Que te amar assim é meu defeito.
O que me dói e também me expõe liberta
Incrustando intumescidos montes no peito
Um pulsar teimoso e inconsequente de eternidade
Traduzindo alvoradas igualmente livres
Repletas e espalhadas
Tal qual eu e você
Feito uma declaração de amor
(Poesias Secretas em Lua de areia Ago/2014)
O QUE NINGUÉM VÊ
Vendo as horas no pulso, no qual pulsa
a batida da vida presa ao peito,
ninguém vê como o fútil é aceito,
como tratam a alma com repulsa…
E se brilha, no céu, a estrela avulsa,
ocupados estão com qualquer feito
para ver como o simples é perfeito,
já que a vida, tão breve, está convulsa.
A mim basta viver sempre à mercê
destas regras que dita a sociedade…
Quero a vida com mais serenidade!
Porque o dia que vai ninguém revê
e a estrela no céu, que ninguém vê,
se cair… Ah! Destrói qualquer cidade!
" Saudade, esse sentimento que bate e rebate em meu peito
Se eu pudesse agora, pegaria um jatinho e batia de frente com o passado
O momento do passado, de te ter aqui em minha frente, e resgatar algo que me fez feliz..
Seria uma "assassina", pois essa coisa que chamamos de saudade eu mataria.
Trocaria Saudade por Afeto, por estar perto do que me fez feliz por um dia.
Saudade “essa que bate e rebate no meu peito, mas que um dia ela se foi de mim”.
Se desatino, tropeço
Me perco em seu olhar, em sua boca me despeço
No peito um grito
Agonia
Papel
Um verso
Nos mares frios
Solidão
Submerso
Em sua face, o avesso obscuro
Obsesso
Caminhando sobre o muro
Incertezas me entorpecem
O vento me acalma
Sinto-me seguro
E dos beijos que outrora me abraçaram
Saudades "senti" no futuro
Brilhante lua no céu
Noites de inverno
O frio e o vazio de mãos dadas dançam
Cantando "aqui em baixo nada é eterno"
Expresso o que sinto
Lágrimas
Caneta
Folha de caderno
Não é vontade
Necessidade
A crio hoje ilusão
Enquanto verdade.
Já sofri demais, já pedi demais, e hoje tenho esse cansaço no peito. Quero menos das pessoas, menos de mim, levando a vida como um pai que pega na mão de uma criança, e a ver correr e saltar sorridente. Leve.
Pode até ser que não,
que eu não esteja com a razão.
Sinto meu peito arrebentar-se em dor.
Abandonar-me devagarinho o calor
da vida!
Um dia você vai querer viver,
mas não haverá mais tempo.
A vida é o que a gente faz dela.
A vida não é eterna!
Não, não...!
Só merece viver
aquele que não tem medo de morrer.
Então vem...
Vamos ser vivos, vamos ser livres.
Somos de Marte também.
Queremos diversão,
não queremos desculpas.
Ninguém quer ficar na solidão.
Vamos burlar as leis,
andar Pelados em Santos.
Pois só se é jovem uma vez.
"Teu Abraço é perfeito
Mexe comigo, com meu peito
Com meus sentimentos você não brincou
Simplismente os despertou
Pq quando me abraça nao me aperta?
Isso só me desperta
O sentimento de desespero
Desespero que só almenta
Só não me diga que lamenta
Enfim...
O teu amor me afugenta
Para um lugar bem longe
Onde só a imaginação reina
Onde o amor aguenta
A fantasia criada graças à quem me acorrenta"
Abrace meu cheiro delicadamente, viaje em meus olhos e sinta quanto amor carrego dentro do peito. Além de mim, teu amor !
Não Condeno Quem Não Sorri, Cada Um Sabe a Dor Que Carrega No Peito e a Ferida Que Foi Feita Na Alma Que Apenas O Tempo Pode Curar.
Você ja se sentiu assim? Com um vazio enorme no peito que parece que jamais ira se preencher? Ja se sentiu tao pequena sem valor algum na vida de alguem? Tao idiota por sempre se moldar inteira para as coisas darem certo e num passe de magica tudo acaba? Tao incompreendida por quem finge que se importa com voce fica dizendo repentinamente "...tudo vai passar..."? Ja sentiu? Bem vindo ao clube! Ja pegou sua senha de espera para a tao idealizada bonanza?
Guerra sentimental
A 3°guerra mundial vem ocorrendo dentro de meu peito, uma guerra com inimigos indecifráveis, os qual nunca desistem e nunca ganham. Meu coração é o palco dessa guerra fria e dolorosa, na qual nunca acaba. E como todo palco de uma guerra, vem sofrendo as consequências.
O amor, a felicidade, a compaixão; vem sendo dilacerada, cada minuto que se passa mais se torna em dor, sofrimento...
Cade a organizadora da paz? Aquela na qual veio acertou tudo, fez acreditar na paz e depois simplesmente saiu pela porta da frente como se nada tivesse ocorrido, saiu e levou a paz, o amor, a felicidade. A guerra vem piorando, será que ela pode voltar e resolver a situação? Agora o cenário é diferente, estamos acreditados e desacreditados ao mesmo tempo.
Meu peito sofre, meu coração sofre, palco de um conflito que a paz é algo que parece que nunca vai chegar; ás vezes penso que uma bomba que pudesse explodir e acabar com tudo poderia ser a solução. Estou farto dessa guerra, que parece não haver solução, mande logo essa bomba, acabe com tudo, faça do meu coração, um lugar frio, mas por favor não o maltrate, dizime, acabe com ele, porem não continue com essa guerra, eu peço paz, peço amor, peço compaixão, será que não escutas? Toda vez que grito, parece que só piora, procuro refugio, procuro liberdade, mas ninguém escutas.
O silêncio
Dos gritos ao peito negado
e a boca que as mãos cega
dos beijos que nunca mais beijaram os lábios
em tão arbitrária censura padece.
Monossilábicas falas se apresentam
desaparecem das frases os verbos
subitamente silenciadas, somem também as palavras
logo desistem de compor tão pobre repertório.
E as palavras antes tão docemente pronunciadas
ao serem censurados por seu algoz censor
para todo o sempre cessam.
Murcham o peito sem os gritos
murcham os lábios sem os beijos
e as mãos murcham em cólera.
