Peguei
Outro dia me peguei pensando nessa frase que parece um soco de realidade servido no café da tarde, quase junto com o cheiro do bolo saindo do forno. Não existe final feliz para ninguém. Todos iremos morrer. E pronto. Quando a gente fala isso em voz alta, parece pesado, parece até meio dramático, mas curiosamente também tem algo de libertador nisso. Porque se o final é o mesmo para todo mundo, a diferença mora inteira no meio do caminho, no agora, no jeito que eu escolho viver hoje enquanto o sol ainda está batendo na janela e o mundo ainda está em movimento.
Eu gosto de imaginar a vida como uma mesa cheia de histórias acontecendo ao mesmo tempo. Tem gente reclamando do café frio, tem gente rindo alto por nada, tem gente tentando entender o sentido de tudo. E eu ali, no meio disso, lembrando que a verdade mais honesta da existência é que ela acaba. Não é pessimista, é só sincero. E essa sinceridade, curiosamente, dá uma coragem estranha. Porque se tudo é passageiro, então eu posso decidir ser leve mesmo quando o mundo tenta me puxar para baixo.
A felicidade, percebi, não chega como prêmio de final de campeonato. Ela aparece em pequenos atos quase invisíveis. Quando eu escolho respirar fundo em vez de discutir. Quando eu resolvo rir de algo que ontem teria me irritado. Quando eu percebo que viver não é esperar um grande momento perfeito, é administrar milhares de momentos imperfeitos com um pouco de consciência e, às vezes, até com um certo humor sobre a própria tragédia humana.
Tem dias em que eu penso como a gente gasta energia tentando controlar o final da história. Só que o final já está escrito pela própria natureza da vida. O curioso é que isso não deveria assustar tanto quanto assusta. Na verdade, isso transforma o presente no lugar mais valioso do universo. É aqui que eu escolho se vou endurecer ou amolecer. Se vou guardar rancor ou abrir espaço para algo mais leve. Se vou viver de verdade ou só passar pelos dias como quem anda por um corredor sem olhar as portas.
Ser feliz, no fundo, virou para mim uma decisão meio silenciosa. Não é euforia constante, nem aquela felicidade de propaganda. É mais parecido com uma postura diante da vida. Uma espécie de teimosia bonita. O mundo pode ser caótico, as pessoas podem falhar, os planos podem desandar completamente, mas ainda assim eu posso escolher como vou atravessar tudo isso.
E talvez seja justamente aí que mora a grande ironia da existência. O final não depende da gente. Mas a qualidade do caminho depende bastante. No fim das contas, morrer todo mundo vai. Agora viver de verdade, isso sim é uma escolha diária, quase artesanal, feita aos poucos, no meio do barulho do mundo e das pequenas alegrias que insistem em aparecer quando a gente decide olhar para elas. E eu confesso que, sabendo disso, fico com vontade de viver um pouco mais acordada hoje. Porque o agora é o único lugar onde a felicidade realmente pode acontecer. E ele está acontecendo neste exato momento.
Pensamentos de taxímetro09/10/2012
Peguei táxi porque estava atrasada. Expliquei o endereço escondendo o sotaque para ver se dessa vez o taxista, agora sem rosto, me levaria para o endereço sem muitas voltas nessas ruas cinzas e idênticas de São Paulo. Queria chegar logo e na hora, mas isso seria impossível porque quando sai de casa faltavam exatamente dois minutos para o horário marcado. Demoro esse tempo para descer as escadas. Mas, vai, pega o caminho sem muito trânsito nesse horário, eu não faço ideia, só me leva daqui. Pela Alameda fulano sei lá o que. Essa mesmo.
Nesses momentos me sinto adulta. Mas ainda sim, sozinha. Nessas ruas cheias de desconhecidos apressados. Fico olhando de longe, através da janela. Imaginando onde eles vão e de onde eles vem. Rapazes, garotas, crianças, algumas árvores solitárias e cachorros de raças que eu nem sabia que existia Aí, que saudade da minha cadelinha que ficou em Minas. Se ela tivesse aqui seria mais fácil. Sinto falta de abraçá-la no meio da noite. Da festa que a casa vira quando chego de qualquer lugar. Odeio esse silêncio que fica. Odeio ter que tomar cuidado com a chave.
Vim pra cá porque não queria ser mais uma pessoazinha perdida no mundo. Mas a única coisa que essa cidade tem feito é me fazer sentir assim. Conheço pessoas diferentes todo santo dia. Mas ainda sim, cada vez acho elas mais rasas e iguais. Não lembro nomes, endereços ou o número do celular. Eu nem sei mais direito quem sou eu. Me desconheço, no espelho, no restaurante, na fila do metrô. Tenho medo de me esforçar demais tentando entender as coisas. Já ouvi histórias de pessoas que não aguentaram a pressão e desistiram dos seus sonhos. Eu no futuro me mataria no presente se fizesse isso agora. Eu no passado não fazia ideia disso tudo.
Não gosto dessa música que está tocando na rádio. Mas o dia tá lindo e eu adoro o sol que bate na minha cama pela manhã. Ele faz o meu quarto parecer cenário do filme. Adoro minha bagunça. Todo mundo pergunta como eu consigo sobreviver assim. E eu penso, como vocês conseguem viver com tanta espaço?
Algumas ruas daqui já contam histórias. Aquele beijo. Aquela vez que sai da balada e comi qualquer besteira com o pessoal em um restaurante com nome engraçado. Aquela reunião no prédio vermelho que nunca deu em nada. Naquele momento, respirei fundo e lembrei das outras coisas boas que estavam acontecendo ao mesmo tempo na minha vida. Das lembranças que andavam preenchendo outras lembranças. Enchi meu coração de esperança e minha mente de novas ideias.
A vida às vezes é deixar um pouco pra lá. Sem apagar ou se apegar. Matar a saudade, mas do futuro. O destino precisa de um pouco de espaço para um simples abraço. Abrir a janela dos nossos sentimentos e deixar o vento mudar a ordem das prioridades. Até parar de ser um esforço e se tornar uma certeza. Pode custar, um real, uma noite ou um texto, mas no final vale a pena.
É mesmo impossível escolher o que me fará feliz. Mas é possível afastar o que me faz triste. Simples, o resto às vezes não é só o que sobra. O resto pode ser o que temos e no final das contas, nos completa.
Meus pensamentos foram interrompidos pelo taxista confirmando o endereço.
- Isso, naquele prédio espelhado com letreiros. Quanto deu?
- 34,70.
- Não precisa do troco. Até!
- Boa dia, menina!
Num certo dia sem esperança. me peguei aos meus SENTIMENTOS e logo surgiram emoções que me tocaram a´lma como uma poesia sem fim, tornando possível meu sonho de transmitir mais que palavras, mais que imagens, simplesmente SENTIMENTOS DA ALMA.
Acho q deveria ser presa utilizei recursos publicos em beneficio proprio- corrupçao- peguei uma plantinha q estava sendo aguardada para plantar no ”jardim” do metro.....a intenção com ou sem uma determinada forma execução ja é o ato consumado no campo das ideias...
Peguei o celular hoje pela manhã e tentei ouvir sua voz, pra poder dizer que foi a primeira que ouvi ao acordar. Mas que infelicidade a minha, ouvi outra... Ouvi a voz da gravação que dizia: “Sua chamada está sendo encaminhada para caixa de mensagens e estará sujeita a cobrança após o sinal”...
INFERNO!!!
Eu como um rapaz cortês cheguei, peguei em sua mão, você mocinha pacata me entregou seu coração.
Me dê um beijo que dure, como um punhado de mar, meu coração bang-bang vai ficar tic-tac bláblá.
Me dê um beijo que dure, como o sol e o céu, me dê um beijo daqueles que minha boca tenha gostinho de mel.
Já me peguei pensando em você, porem, desisti do sentimento. Agora ouço musicas pesadas e toco o dane-se pra vida.
" peguei sua amiga " ..
MAS A CULPA É DESSA SUA NAO CERTEZA
VCE NUNCA ME DA CERTEZA DE NADA
como irei gostar de ti? ..
voce nunca sabe se quer me ver, me beijar ..
pooooh.. na boa ? ela é demais .. xx =p
PRETENDENTE
Hoje peguei-me aos prantos,
lembrei de você e seus encantos,
pedi para Deus e todos os Santos,
que viesse linda como agapantos.
Aguardo o brilho do teu olhar,
aceitando meu pedido ao altar,
deixando-me, tua vida adornar,
de muito prazer fazer-te estafar.
De tão leve e delicada, flutua,
de tão meiga, do amor recua,
especial em qualquer fase da lua,
no recente mundo do amor, é crua.
Meu medo de saber o teu destino,
enlouquece-me, choro como menino,
por causa desse teu jeito vestalino,
torno-me receoso e frágil masculino.
Quero viver, por, para e com você,
quero que faça parte do meu dossiê,
quero estar de ti, sempre a mercê,
contigo fazer amor em um lindo somiê.
As vezes, viajo em pensamento longo
temo que meu jeito para ti, seja caiongo,
que nunca esteja em meu simples biongo,
que perante a ti, seja um mocorongo.
Vou deixar minhas dúvidas, tu resolver,
parar com a angústia, parar com o sofrer,
parar com sonhos, começar a viver,
afinal, tudo vai depender do teu querer.
Só me lanço como fiel candidato,
um apaixonado por ti, isso é fato,
não necessito de nenhum contrato,
o teu "vou pensar", me deixará grato.
Mas se não vier em minha direção,
se o destino oferecer-lhe outra opção,
ficarei muito feliz, mesmo com o teu "não",
quero te ver sorrindo, disso não abro mão.
Meu pai tinha o costume de ler jornais. Eu peguei esse hábito desde bem novinho. Hoje eu leio 3 jornais todos os dias.
peguei meu telescopio empoeirado em cima do guarda roupa
corri para a janela apreciar
a linda lua que nos banha com sua ternura.
Tal que hoje me parece diferente e verdadeiramente está
Pois hoje ela está mais azulada
azul da cor do mar.
Entao eu pude perceber que ela me levara
Aos lugares mais distantes
Que um dia eu possa chegar.
" E hoje me peguei olhando para o nada e vi o quanto o ser humano é preguiçoso... hoje eu olhando o tempo la fora e vi um pardal pegando pedaço de folhas ou pedaço de galhos para construir seu ninho, fiquei ali por alguns minutos, e vi que ele pegava de um em um, com toda disposição... e logo depois vi passar um rapaz dirigindo lentamente seu carro, tomando um refrigerante, e ao passar por uma lixeira tentou jogar a lata no lixo, mas caiu ao chão, rapidamente ele olha o lata no chão, mas sem nenhuma preocupação ele continua dirigindo seu carro lentamente... é como dizia Mario Quintana ..."A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda" As vezes um pouquinho de força de vontade pode mudar o mundo... e fazer como o pardal... construir novas vidas" !!!
Alma
No dia que te peguei nos braços
pela primeira vez,
eu senti que eras um anjo
senti meu corpo extremecer
de tanta felicidade...........
...e o anjo me ensinou que um filho
é o maior amor do mundo.........
e onde eu estiver sempre estarás ao meu lado..........
eu sei que te perdi ........
você retornou ao céu
mas tua alma se mesclou com a minha
e jamais nos perderemos.............
tambem voarei um dia
e você,
você estará
me esperando........
tua mae para a eternidade........
Se você soubesse voltava correndo para os meus braços
Hoje me peguei falando em você.
E até fazendo planos como há muito tempo não fazia.
Saudade de dormir ao seu lado, deitar no seu peito e me sentir segura.
Lembrei dos momentos de alegria que tivemos, das surpresas que me fez.
Dos presentes que me deu e ainda me acompanham.
Até pensei em te ligar... mas ficou só no pensamento.
Não sei se essa vontade que invade é só uma saudade ou um desejo de voltar.
Ah, mas sei que se você soubesse, não tenho dúvidas.
Você voltava correndo para os meus braços.
Me peguei pensando em qual sentido e proporção tem as palavras. Se for ver pela ótica de quem escreve, vão sempre carregadas de sentimentos e emoções pela qual passamos em nossas vidas. Agora se for por quem lê, seja través de carta ou Email será sempre aquela frieza e nunca entendimento de se colocar no lugar do próximo.
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