Pedro Bandeira - Identidade
E quando você achar que acabou, pense que várias vezes você viveu a mesma sensação e ainda está aqui. Siga em frente, busque seus sonhos e viva outras oportunidade.
Acho que há três dias decisivos em sua vida. Além do primeiro dia, quando você nasce, e do dia em que você descobre seu propósito, acredito que há um dia entre esses dois. E esse é o momento em que você descobre quem você não será, quem você não quer se tornar.
O que você faz quando ama todos aqueles que fizeram de você quem você é, mas o mundo exterior não faz o mesmo? O que você faz quando o seu eu autêntico é dissecado e debatido pelos outros que querem negar as dualidades que sempre constituíram este país?
O que faz as pessoas identificarem-se umas com as outras não são os gostos semelhantes, a visão política, social ou religião, o que faz as pessoas se aproximarem é a identidade de espírito e a energia que compartilham.
Todo mundo anseia por um lugar onde possa relaxar e ser quem realmente é.
Amor e Dor
"O amor une as pessoas, assim como a dor.
Não somente o amor pode unir todos em um, como também a dor faz o mesmo movimento. Só quem passa pelo mesmo tipo de dor entende o que há no outro. E com isso se formam diferentes grupos e identidades sociais, pois a dor cria identidade.
O desejo de ser um só no ser humano é tão forte que existem jaulas para colocarem outros lá. Se passando pela identidade do amor.
Por que esta guerra entre amor e dor, em um mundo que tem tantas espécies de flor e cor?
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A flor exala aromas e o vento expande a informação da sua essência e existência. E o que faz a dor?
Na jaula há tanta descolorida dor... Mas quem sente essa dor: os seres de amor ou os seres de dor?
Qual força existe, sobrevive e nos dá vida desde os primeiros humanos do universo? Não seria o amor? Essa força muda de característica? E a prática da dor?
Por que há tantos caminhos e versões de amor? Será que é amor? Ou é dor?"
28.aug.2022; 04:22 am.
O eu é a imagem provinda da interpretação da substância pensante sobre a estruturação geométrica vital, que está, tal interpretação, sobre a influência de outras imagens, isto é, eus e de suas obras (sociedade, cultura e etc.).
Todos nós fomos algo que muitas vezes explica o que somos agora.
Temos o dever moral de resgatar o africano de si mesmo, pois, foi-lhe incutido na mente o ódio contra si mesmo, contra o outro africano e contra a sua história.
É imperioso redescobrir e desenterrar a sua identidade cultural.
Às vezes eu sou o avesso,
de tudo que acredito e sonho.
Outras vezes enlouqueço
e diminuo o meu tamanho.
Mas depois, permito e cresço.
Realinho os "emaranhos".
Logo então eu me aqueço,
vivo em seus olhos castanhos.
A vantagem da medicina é poder ser quem quiser, santa, desonesta, anarquista, patriota, bipolar, batista ou ateia, penso e sinto o que eu quiser com estetoscópio no pescoço, quem trata não sou eu, é o protocolo, apenas seguir o roteiro da observação clínica, os casos são mais ou menos os mesmos.
