Pedido de desculpas para professor
O bom professor reconhece que já foi um "reles"aluno e não guarda o conhecimento para si,mas faz uma verdadeira multiplicação de conhecimento.
Ensinar a ler
Ensinar escrever
Conta histórias do mundo
pra nós
E nós faz sonhar
Professor é a profissão mais importante
Forma todas as profissões
E nós faz realizar.
Quem é o aluno ou aluna que nunca se apaixonou por um professor ou professora na universidade que atire a primeira pedra. Isso é normal e pode significar ter sanidade mental. Anormal é se apaixonar por celebridades, ir sempre atrás dessas pessoas famosas querendo ter algo com elas.
Enquanto houver um professor que ensine,
um escritor que registre
e um poeta que compõe ...
a Memória do Museu Nacional
não será cinzas.
Professor é assim sempre acha que poderia ter feito mais, se entregado mais, falado mais...temos tantas coisas a dizer e não queremos que esses conhecimentos morram conosco ...tantas coisas para aprender...é uma sede eterna de dividir !!!! ...meu maior sonho é fazer o outro sonhar também ...
O trabalho do professor deve servir de ponte para o aprendizado do aluno, afinal o professor possui também suas experiências práticas da vida que este aluno está sendo inserido, é impossível dar uma aula ou ter qualquer tipo de processo educativo sem também expor sua opinião, porém é dever do professor deixar que o aluno tome por si mesmo e chegue a escolhas próprias, a grande problemática é que o professor ele deve permitir que o aluno construa sua opinião, baseada em arquétipos, modelos de uma sociedade real, ninguém pode negar o direito de optar, a opção é individual , talvez possa coibir a sua expressão, mas não sua opinião, a opinião é formado pelo individuo a partir de suas relações sensíveis não apenas com o professor, mas também de seus familiares, amigos e sociedade, o que podemos então fazer para melhorar este processo é ensinar o aluno a separar sua opinião de um espaço da associação ele participa, tendo em vista que sua opinião deve ser ou não preservada, a partir de escolhas individuais.
Veja pra tudo há uma finalidade, a compressão da educação de maneira sedimentada, não o torna eficiente , discursos como tal matéria ser melhor ou não que outra é extremamente subjetiva, por que o aluno deve aprender português enquanto estuda história, e dentro do quadro de estudo compreender a geografia da história do quadro, havendo muitas vezes a necessidade de desenvolver cálculos matemáticos , a questão não é a matéria que está sendo estudada, mas o contexto que essa matéria está inserida, veja bem , na educação não podemos obrigar ninguém a aprender nada, mas podemos contextualizar o processo educativo para que haja o interesse e a necessidade da interação de todas as matérias.
Todo universo está em função de tempo, mas o tempo está em função de que?
A única certeza de tempo que possuímos é que ele uma variável, como toda variável relativa, então tempo está em função de possibilidades, a construção da educação a mesmo modo se dá em função do tempo, há relatividade entre a velocidade em função de tempo no processo de educação de um determinado espaço, e a própria pessoa no contexto educativo, a própria cognição e as experiências empíricas, pondo-se na necessidade do conhecimento, e o enfrentamento de novas possibilidades, assim para cada aluno existe milhares de possibilidades e universos diferentes no processo de aprendizagem, cabe à o educador , mediar o melhor caminho para o desenvolvimento do aluno, a partir do qual o mesmo possa desenvolver a melhor forma de aprendizado.
A qualidade da aula, relação aluno professor deve ser percebida de acordo com a própria classe, pois pode haver níveis de formação familiares diferentes, então a função do professor é garantir que haja uma redução na interferência entre as diferentes possibilidades de uma sala de aula, aproximando todos os alunos ao máximo do grau necessário para aula.
O profissional mais perigoso existente no mundo é o professor. Ele pode transformar pessoas em grandes vencedoras, entretanto também pode ser um destruidor de sonhos.
Professor que Não Lê
Professor que não é leitor, como pode, com amor, semear nos corações o gosto pelas palavras, o voo das imaginações?
Como guiar com firmeza se não cultiva a beleza de um bom livro aberto, de um mundo descoberto entre letras e emoção?
Ensinar a ler não é só decodificar, é fazer sonhar, refletir, questionar. É dar asas à mente, é tornar o aluno semente de pensamento e criação.
Mas como inspirar esse valor, se o mestre, por desamor, não lê, não se encanta, não vive o que um livro transmite, com sua alma tão viva?
Ser professor é missão, e formar leitor, vocação, mas só ensina a ler de verdade, quem lê com sinceridade, com paixão no coração.
Ser professor é mais do que ensinar conteúdos; é estar em constante evolução, adaptando práticas para atender às necessidades de todos os alunos. A atualização profissional não é apenas uma escolha, mas uma responsabilidade que reflete o compromisso com a educação inclusiva e equitativa.
Vivemos em uma sociedade onde as leis de inclusão e as diretrizes pedagógicas nos lembram, constantemente, da importância de garantir que cada estudante tenha acesso a uma educação de qualidade, independentemente de suas condições ou desafios. Mas isso vai além de cumprir normas legais; trata-se de construir um ambiente de aprendizagem onde a diversidade é valorizada e todos têm a oportunidade de prosperar.
Equidade não significa tratar todos de forma idêntica, mas sim reconhecer as diferenças e oferecer o suporte necessário para que cada aluno possa atingir seu pleno potencial. Para isso, precisamos revisar continuamente nossas práticas, aprender novas abordagens e estar abertos às mudanças.
Ao nos atualizarmos e incorporarmos práticas inclusivas, transformamos nossas salas de aula em espaços verdadeiramente acolhedores e justos. Isso não apenas atende às exigências legais, mas, principalmente, honra o direito de cada criança e jovem a uma educação que respeite sua individualidade e lhe ofereça as mesmas chances de sucesso.
A educação é um rio em constante movimento, e como mestres, devemos fluir com suas correntes, aprendendo e crescendo junto com nossos alunos, para que nossa prática pedagógica se torne um jardim onde floresçam a inclusão, a equidade e a justiça em cada coração.
Desmerecer o ensino, um professor, um escritor ou um bom livro, é merecer a própria incapacidade de aprender com a experiência e o conhecimento alheio, é perder a chance de aprender a ler as páginas da própria vida, e jogar fora a possibilidade de usar de tal conhecimento e experiência para reescrever a própria história.
