Pecado
A culpa de ser quem eu sou já foi levada por Cristo na cruz, fui justificado NELE!
Embora o pecado esteja em mim, eu não estou no pecado, pois fui absolvido de ser quem eu sou.
Creio nisso e descanso nisso, sendo assim, inicia-se o processo de pacificação e santificação do meu ser!
O critério para a salvação é o AMOR e não o pecado! (evidências)
Quem diz que não têm pecado:
1. A VERDADE não esta em nós;
2. Somos MENTIROSOS;
3. A PALAVRA não está em nós;
Um ser humano que têm pecado, mas AMA, sente AMOR, pode ser salvo, pois JESUS perdoa!
Mas um "santo" que não têm pecado (impossível), mas não AMA, não sente AMOR, não pode ser salvo!
Não admitir o pecado anula a graça!
A graça só é apropriada quando sei que não mereço, quando sei que preciso dela, e que não há nada a oferecer em troca, não existe barganha!
O mundo chora vivendo uma crise sem igual, fruto do pecado do Homem irracional, que abandonou os mandamentos do nosso Pai celestial.
É preciso lembrar dos ensinamentos de Jesus e olhar para o seu sacrifício que fez por toda a humanidade morrendo ali na cruz.
O Homem se esqueceu da bondade e compaixão, mudou os valores não cumpre a tradição, atraindo para si a morte e a condenação.
A gravidade do nosso pecado e de toda perversa impensada e não misericordiosa ação, perante a um semelhante, está sempre ligada a grandeza e a gravidade na proporcional dificuldade ou facilidade que temos de nos gerarmos de forma eficaz e definitiva um arrependimento e um auto-perdão. De certo só nos assustam mesmo os fantasmas e erros que ainda permanecem vivos, não resolvidos e sem aceitação.
Por conceito perverso maniqueísta nascemos do pecado original e vivos somos todos pecadores, sempre.
A intransigência é o maior pecado de uma nova juventude autista das classes pobres das periferias das grandes cidades, cada vez mais numerosa, violenta, egoísta e burra. Pensam que tem o natural direito de serem o que não são e nunca serão, por que não vivem para serem.
O pobre se acomoda na pobreza por medo, vergonha e pecado de poder ter um pouco mais que todo mundo já teve em sua sofrida historia pessoal e familiar.
O maior pecado mortal na vida de alguém ocorre quando estamos diante de um infortúnio na vida de outrem que onde podemos fazer o bem e por egoismo, medo e insegurança, não fazemos.
Sou um ser divino, filho do Grande Pai celestial em espirito e verdade. Não cai com o pecado original, vivo da generosidade e da abundancia, sendo assim tudo que propõe o "religare" a mim não conecta, por que nunca estive e estarei longe da divindade que é a vida. Minha cultura espiritualista advém da natureza e do meio ambiente, próprio da vida e da mãos de Deus, que dialogam comigo o tempo todo, pelo vento, pelas águas, pelo Sol, pela Lua e pelas estrelas. Onde habita eternamente o meu sagrado.
Sendo o Brasil um dos países mais católicos do mundo e estando os irmãos maçons sob pecado grave, é imperativo que as potencias reconhecidas exijam de seus corpos as Pompas Fúnebres a todo irmão que passe para o Oriente Eterno que é muito mais digno e honroso que uma Missa de Sétimo Dia na igreja católica, omitindo sua vida laboriosa e virtuosa na Maçonaria.
O pecado mortal, sem indulgencia, só ocorre quando em ação por vingança ou despeito, praticamos o mal com toda consciente intenção infeliz de faze lo.
A revelação evangélica tem limites? Porquê revela o fiel pecador más não revela o pecado do pastor?
Flor do pecado, sei que te amo, mas não te quero. Placebo profano que insiste em casar comigo a qualquer hora, dia, mês e ano.
Hoje nos abomino, pois o atroz pecado saboroso habita em mim e lambe o meu coração.
Onda maldosa e dolorosa de prazeres insanos e profanos, de uísques e cigarros que um a um destroem meu lado humano.
Flor podre, tu despertas em dores de parto o perfume da morte como a fragrância da dor.
Purista, eu?
Chamaram-me purista, num tom de ironia,
Como se o zelo fosse pecado, heresia.
Por buscar nos arcanos da gestão cadente,
Um fio de lógica, um traço coerente.
Falaram de anacronismo, como quem sussurra ao vento,
Sem notar que o tempo carrega o esquecimento.
Gestões de ontem, sombras de um outrora,
Não resistem à aurora, que a crítica devora.
Eis que escrevo, não para agradar vaidades,
Mas para despir o rei de suas falsidades.
Se purismo é pensar, é questionar o vago,
Que me chamem de pura, pois o impuro é frágil.
Anacrônica é a cegueira que persiste em andar,
Na trilha do ontem, sem ousar inovar.
E eu? Sou ponte entre o velho e o novo,
Sou o verbo que inquieta, sou quem move o povo.
Não temo o rótulo que me foi ofertado,
Pois na busca da razão, o título é fado.
Que venha o futuro, com suas chamas ardentes,
Purista ou não, sigo lúcida, entre linhas e correntes.
