Pe Fabio de Melo os que te Amam

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⁠Eu não consigo viver sem você. Se eu te perder, será o mesmo que perder tudo.

⁠Eu nunca amei ninguém assim. Talvez eu não esteja dizendo do modo certo, mas é como eu sinto.

(Alec Lightwood)

Você prometeu que iria protegê-la! (Nico D'Angelo)

⁠– Gosta de cozinhar?
– Estou tentando gostar, afinal, minha namorada tem um apetite enorme.

Pois, com certeza, é mais fácil morrer do que suportar firmemente uma vida de suplícios.

Sabe Deus quantas vezes vou para a cama com o desejo, sim, até mesmo com a esperança de nunca mais acordar!

⁠Vamos terminar esse relacionamento de fachada e depois começar um de verdade.

Eu não quero outro sorriso, nem um outro cafuné. Eu não quero um outro beijo pois só o seu me satisfaz. É meu bem, é com você que eu quero morar e ter filhos. Pode até parecer meio indelicadeza da minha parte mas adivinha quem eu quero ver do lado da cama quando eu acordar? Você.

Nunca me dei bem nesse negócio de se apaixonar. Magoei, fui magoado, mas nunca desisti. Quem sabe eu tropece em alguém que valha a pena.

"Eu só entendo que a minha capacidade de crítica a tudo que ouço e vejo e a minha capacidade de contestar tudo que descubro de errado é que fazem de mim um ser humano! É a minha capacidade de desobedecer quando é preciso que faz de mim um Homem!"

— Antes de nós ficarmos juntos — começou ele —, eu sentia muita raiva e magoava as pessoas porque eu sentia dor. Ser gentil quando você sente dor... é difícil. A maioria das pessoas se esforça para fazer isso em épocas melhores. O demônio que lançou aquele feitiço não poderia imaginar isso. Mas dentre todos aqueles vultos idênticos, uma pessoa hesitou na hora de machucar alguém, mesmo no momento de maior horror. Tinha que ser você.

(Alec Lightwood)

Magnus sempre tivera um coração errante. Ao longo dos séculos, aventurara-se em tantos lugares diferentes, sempre procurando alguma coisa que preencheria sua fome inquieta. Ele nunca se dera conta de que as peças poderiam se encaixar, de que seu lar poderia ser algum lugar e alguém.
Ele pertencia a Alec. Seu coração errante poderia descansar.

Cuide bem do seu amor, seja quem for.

Uma coisa é citar versos, outra é crer neles.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).

Você é o piloto e a voz da história. Você é aquele que cria e conta as histórias para aqueles que não puderam estar presentes. Você é incapaz de ser confortado mas deseja confortar os outros. Há algo faltando em sua vida. Não esqueça que você é muito amado. Deixe seu sofrimento ser confortado.

A alegria é a verdadeira prova dos nove.

Oswald de Andrade
Andrade, O. Revista de Antropofagia, Ano 1, No. 1, maio de 1928

Preso à minha classe e a algumas roupas,Vou de branco pela rua cinzenta.

Melancolias, mercadorias espreitam-me.

Devo seguir até o enjôo? Posso, sem armas, revoltar-me'?

Olhos sujos no relógio da torre:

Não, o tempo não chegou de completa justiça.

O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.

O tempo pobre, o poeta pobrefundem-se no mesmo impasse.

Em vão me tento explicar, os muros são surdos.

Sob a pele das palavras há cifras e códigos.

O sol consola os doentes e não os renova.As coisas.

Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.

Vomitar esse tédio sobre a cidade.

Quarenta anos e nenhum problema resolvido, sequer colocado.

Nenhuma carta escrita nem recebida.

Todos os homens voltam para casa.

Estão menos livres mas levam jornaise soletram o mundo, sabendo que o perdem.

Crimes da terra, como perdoá-los?

Tomei parte em muitos, outros escondi.

Alguns achei belos, foram publicados.

Crimes suaves, que ajudam a viver.

Ração diária de erro, distribuída em casa.

Os ferozes padeiros do mal.Os ferozes leiteiros do mal.

Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.

Ao menino de 1918 chamavam anarquista.

Porém meu ódio é o melhor de mim.

Com ele me salvoe dou a poucos uma esperança mínima.

Uma flor nasceu na rua!

Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.

Uma flor ainda desbotada

ilude a polícia, rompe o asfalto.

Façam completo silêncio, paralisem os negócios,

garanto que uma flor nasceu.

Sua cor não se percebe.

Suas pétalas não se abrem.

Seu nome não está nos livros.

É feia. Mas é realmente uma flor.

Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde

e lentamente passo a mão nessa forma insegura.

Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.

Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.

É feia.

Mas é uma flor.

Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.

As coisas têm o valor do aspecto, e o aspecto depende da retina.

Machado de Assis
Gazeta de Notícias, 22 nov. 1896.

O dinheiro não traz felicidade para quem não sabe como usá-lo.

Machado de Assis

Nota: Autoria não confirmada.

Uma pessoa pode ser humilde por orgulho.