Pe Fabio de Melo Amar
O verdadeiro amor não está escondido nas vielas religiosas.
Está manifesto em cada um de nós, na pessoa de Cristo. Quando o Mundo entender isso, estaremos avançando na escalada evolutiva, dando um salto quântico no aprimoramento do Amor verdadeiro, que tolera, se doa e se entrega sem nada em troca!
Ainda de pé
Te ameicom a mais boa das intenções
-
Você rejeitou
e não adiantou de nada
-
Você não pôs um ponto final
na minha história
As principais características de uma seita que tenta se passar por cristã são:
- Tem um líder em pé de igualdade ou maior que Jesus;
- Tem um livro em pé de igualdade ou maior que a bíblia.
O amor verdadeiro existe se, mesmo cansado, ainda assim, se sinta feliz em ter aquela pessoa por perto, ou então se em meio ao caos é a voz dela que deseja ouvir. O amor acontece quando se entende que a outra pessoa tem tantos defeitos quanto você.
Entre varias estrelas no céu ao cair da noite, me deleito de apenas uma, que por si só já me faz pensar que ganhei o dia, apesar de todas as dificuldades nele presentes.
E essa estrela eras tu, e sua presença por mais que distantes, já era o suficientes para que eu dedicasse horas a te admirar, e cada segundo lhe observando, era mais um segundo em que eu me encontrava feliz.
muitas vezes me mantenho de pé. mas tem dias que não dá, tem dias que... tenho que reparar os danos.
Um significado plausível que se dá pelo entendimento do mundo, é o de que você enlouquece antes e perde todos os neurônios, até saber a origem dessa bola de massa cinzenta e ar flutuante.
um dia me perguntaram
Quanto vale uma mentira?
Eu respondi: vai muito além de um cassino..
E a pessoa assustada disse mas cassino vale muito dinheiro...
E eu respondi : mentir também custa caro
A amizade verdadeira se revela quando acaba toda a necessidade mutua do capitalismo ou interesse pessoal.
Na Bíblia está registrada a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a ruína dos pecadores, a felicidade dos crentes. As suas doutrinas são santa, os seus preceitos obrigatórios, as suas decisões imutáveis. Leia-a para crer, creia nela para a sua segurança, pratique-a para ser santo. Ela contém luz para dirigi-lo, alimento para nutri-lo e consolo para alegrá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado, a carta regia do cristão. Nela se restaura o paraíso, abre-se o céu, revelam-se as portas do inferno. Cristo é o grande tópico dela, o nosso bem e desígnio, e a alegria de Deus no fim. Ela deve ocupar a memória, governar o coração e guiar os passos. Leia-a lenta e diariamente e em atitude de oração. Ela é fonte de riqueza, um paraíso de glória, um rio de prazer. Nos oferecida em vida, abrir-se-á no dia do juízo e perdurará lembrada para sempre. Envolve a mais alta responsabilidade, recompensará o mais árduo labor e condenará aqueles que lhe minimizam o conteúdo. Whitehead
Virginia
Ouse. Ande, ainda dá pé
apesar do corpo empedrado
infiel consigo mesmo
como todos são.
Caminhe para o fundo
e enfrente o arrependimento
pois já é insuportável
continuar assim pisando
no chão firme e frio.
Ouse e alguns dias depois
terá chegado na vazante
na foz sem vozes
livre da corrente – partida.
Está difícil? Enfrente! Ninguém vai fazer por você o que só você é capaz.
Peça ajuda infinita e pense que o Universo tem força e você veio de uma estrela, o sol!
No momento que decidi fazer o trabalho de um estúdio. sozinha, dei um tiro no pé... Por sorte, estou indo à caminho do hospital.
Do seu pé quero o chulé
Da sua boca o mau halito
Do seu cabelo a caspa
Da sua pele podre a raspa
Da sua conta todo seu dinheiro
Dai te suporto por inteiro
Apenas um Menino
(Paulo Sales)
Vagando pelas ruas anda um menino.
De pé no chão, sem residência ou moradia,
Incapaz, impúbere,
Sonhos primitivos, distantes ou distraídos,
Hipnotizante, latente e penetrante.
Invisível para muita gente.
Desprezado e sem amor,
Compaixão ou fraternidade.
Com fome, frio e sede.
Pede pão, a quem só sabe dizer não.
Não ao social, não a cultura, não ao irmão.
Para saciar a sofreguidão,
A cola vem como ilusão,
O furto para suprir a penúria, à alimentação.
No enredo diário,
Cenário comum,
Sofrimento, que não chama atenção.
Morre, assim, o menino, nasce o ladrão.
A sociedade acorda,
Num simples olhar,
Que mancha a terra,
Retrata o choro,
Por ter se feito calar.
Desde tormento,
Concedido de bandeja pela corte,
Ao despertar, desconfiado,
De um estampido,
Ouve-se um tiro,
Morre o menino,
E o futuro da nação.
