Pe Fabio de Melo Amar

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Permaneça em pé, aceite suas circunstâncias e caminhe com orgulho em direção ao seu futuro.

Só há uma forma dessa guerra terminar: o último homem de pé.

Homens e mulheres comuns, tendo a oportunidade de uma vida feliz, se tornarão mais gentis e menos persecutórios e inclinados a encarar os outros com suspeita.

Fico imaginando como deve ser provar o mel da sua boca...

Para saber o gosto do paraíso, e me perder no infinito sonho de amar;
Para encontrar paz e acalentar os meus sonhos, que por mil vezes me trouxe seus lábios mais perto do meu coração;
Para me sentir vivo, como jamais vivi e ser completo de corpo alma e coração;
Para ter você comigo, como meu abrigo de amOr e paixão.

⁠"No relacionamento a dois queremos alcançar algo que talvez não tenhamos conseguido no amor pelos nossos pais. Mas isso não dá certo sem que, primeiramente, o amor pelos pais comece a fluir.“ Bert Hellinger

⁠“PERGUNTA: Existe o pecado? RAMANA: A rigor não há pecado, mas se há algo que se possa chamar de pecado é alguém acreditar-se a mente, o corpo, os sentidos, o intelecto. Essa é a grande blasfêmia. Os homens têm a tendência de ir para o lado errado, e as religiões aproveitam-se dessa situação e os conduzem para algo mais errado ainda.”

Foi ontem, talvez hoje mesmo, nem sei mais, esperava por esse calor. Esperava não só por ele, mas pelo seu sorriso, principalmente. Nem sei, ta estranho. Ando meio desajeitado, minha mente turbulenta, nada mudou e sinto que nada está igual. Como se um cheiro novo rompesse docemente meus medos, talvez nem seja só o cheiro, mas as lembranças do seu olhar. Nem sei mais, talvez seja só mais um sentimento que paira em mim, como se o céu se colorisse como nunca antes. Talvez seja muito amor próprio e já esteja na hora de começar a doar um pouco dele a alguém.

Para aqueles que tentaram me derrubar façam melhor. Ainda estou de pé.

Amo a vida
Amo a liberdade
Só não entendo a necessidade
De controlar a vida

Tento soltar os pensamentos
Tirar os pés do chão
Voar nos ensinamentos
Que aprendi na minha grande lição

De que vale a coragem
De me jogar na viagem
Se não consigo desapegar-me
De estar no controle da carruagem
Vou me soltar na viagem
Sem obrigação de carregar bagagem
Sem ter medo do destino
Vou deixar viajar o meu menino

Mágoas de Caboclo

Ah! como eramos felizes
Vivendo lá na choupana
Ao pé da serras da onça
Plantávamos milho, feijão e cana
Fazíamos as nossas festas
No lindo mês de santana

Nossas vidas com certeza
Eram um lindo mar de rosas
Vivíamos sempre felizes
Da casa para nossa roça
Mesmo nós dois sozinhos
Fazíamos nossas troças

Mas como tudo acontece
Na vida de muita gente
Que vive rindo e feliz
Alegre e sempre contente
Eu fui pego de surpresa
Pela sanha da serpente

Nunca pensei que na vida
Um dia eu fosse passar
Por momentos tão difíceis
De dor e muito penar
Com o coração sangrando
Jurando não mais amar

Meus senhores a minha vida
É dividida em duas
Uma quando era feliz
Fazendo versos pra lua
A outra de sofrimento
Jogado em plena rua

Lembro-me como tudo aconteceu
Era mês de santana
Mês de festa e alegria
Era o mês da cana
Íamos para a cidade
Passar por lá uma semana


Que semana de alegria
De festa e divertimentos
Esquecíamos as preocupações
Pra nós só tinha o presente
Logo, logo após a missa
Tínhamos divertimentos

Tinha leilões nas barracas
Apresentação de mamulengos
As disputas das rainhas
Uma do vasco outra do flamengo
Pediam ajuda a nós
Cheias de graça e dengo

Mas em uma dessas noites
Que estávamos a brincar
Notei que tinha um sujeito
Há muito a observar
Eu e minha Maria
Com lampejo no olhar

Eu fiquei desconfiado
Logo com o sujeito
Que não deixava de olhar
Como se eu fosse suspeito
Se fosse para a Maria
Era falta de respeito

Mas o tempo foi passando
E caiu no esquecimento
O cara que nos olhava
Até a poucos momentos
Pois eu queria era paz
Sem haver constrangimento

Já tinha bebido muito
Eu ria por brincadeira
Foi quando olhei pro lado
Meio zonzo da bebedeira
Maria não estava ali
Estava só a cadeira

Muito longe de pensar
No que ia acontecer
Pedi mais uma cerveja
Pra nossa turma beber
Senhores, nesse momento
Começou o meu sofrer

Esfreguei logo os olhos
Sem poder acreditar
Que era minha Maria
Que estava a conversar
Com aquele almofadinha
Don Juan desse lugar

Era sim a minha mulher
A razão do meu viver
Que por muitos e muitos anos
Soube me compreender
O que estava acontecendo
Não podia entender

Foi quando, senhores, eu vi
O cabra abraçar Maria
Eu juro não vi mais nada
Só o meu sangue fervia
Quando voltei a mim
Estava numa delegacia

Eu estava sujo de sangue
De quem eu não sabia
Só podia ser do sujeito
Autor da patifaria
Senti logo um arrepio
E se fosse de minha Maria

Foi quando o delegado
Falou com vós alterada
Cometeste um grande engano
Mataste a pessoa errada
Pois sua esposa era
Simbolo de mulher honrada

Não pude ouvir mais nada
Nada mais me interessava
Só sei que estava vivendo
O reverso da medalha
Por culpa exclusiva e total
Do crime e da cachaça.

Tem pessoas que não adianta você dar um afago na cabeça,um pouco de atenção,que já grudam no seu pé,feito carrapatos!

É passo a passo. Só assim chegaremos onde que queremos ... um pé depois do outro!!!

Eu tenho muitos motivos para estar feliz hoje e começar a semana com o pé direito. E também tenho muitos outros motivos para chorar, espernear, abaixar a cabeça e dizer: Já chega! A questão é única: Decidir qual sentimento vai falar mais alto: O que alimentamos é exatamente o que prevalece.

Ela é a força que me mantém de pé quando o mundo tenta me derrubar, mas também é a fraqueza que me faz tremer só de ouvir seu nome. Ela é o calor que aquece minhas madrugadas frias e o abismo para onde me lanço sem medo, mesmo sabendo que posso não voltar. Nos seus olhos encontro a paz que procuro e o caos que temo, e em seu abraço descubro que não há fuga possível, porque eu não quero fugir. Ela é minha vitória e minha derrota, minha cura e minha ferida, o paraíso e o exílio em que escolhi viver. E, apesar de tudo... ou por causa de tudo... ela é, e sempre será, o meu amor.

No Tempo das Águas
(Eliza Yaman - Turquia, 15/05/25)


No tempo das águas, corria feliz,
Com pés descalços e riso no ar.
A vida era sonho, perfume de anis,
E o mundo cabia num simples olhar.


A casa era canto, era luz de manhã,
Com cheiro de pão e abraço de mãe.
O tempo passava a pressa era lã,
Tecendo lembranças que nunca se vão.


Hoje, tão longe, relembro o lugar,
Com olhos molhados de doce querer.
Quisera poder novamente voltar,
E ser o que fui sem ter que entender.


Mas guardo no peito o tempo que foi,
E canto esse mundo que vive em mim.
Pois mesmo que tudo se perca e se escoe,
A alma da infância jamais terá fim.

"Assim como uma criança chora ao nascer, um récem nascido em Cristo chora ao pecar. O chorar pelo pecado previne o chorar no inferno. Melhor é derramar lágrimas de arrependimento, do que lágrimas de desespero".

A esperança é o fio invisível que nos mantém de pé quando tudo parece perdido. Ela não depende das circunstâncias, mas da fé que carregamos no coração. Quem aprende a esperar em Deus, nunca será confundido.

"Às vezes, o que te segura em pé nem é força… É cansaço mesmo."

"Postura não é estética, é ética em pé."

Dentre tantas transformações, você é o que me mantém de pé e me dá forças para continuar, me mostrando um lado da vida que vale a pena.