Selecção semanal
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Passagens da Bíblia que iluminam o caminho da fé

⁠Satanás usava a Bíblia, mas ele não era bíblico. Por isso ele foi refutado por Jesus no deserto. Da mesma forma agem os heterodoxos e falsos profetas, usam a Bíblia, mas não são bíblicos.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Resuminho:
A santificação bíblica é um processo que já aconteceu (Posicional 1° Co 6-11),
está acontecendo(Progressiva
2° Co 7.1), e ainda vai acontecer (Definitiva 1° Co 15.52-53).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Palavra é Intimidade
Salmos 42.1-2: Assim como a corça suspira pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Êxodo 33.15; Salmos 51.11).
Mateus 4.4: Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. (João 6.35; João 6.63).
Eclesiastes 3.11: Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade...
Vai chegar um momento na sua vida, que pregações não vão te alimentar mais! Nem as mais elaboradas mensagens motivacionais vão te impulsionar em sua caminhada de fé. Nem todos os livros de teologia e filosofia dos melhores autores do mundo vão preencher o vazio em sua alma.
Nesse momento da caminhada de fé, somente as Escrituras Sagradas e a intimidade com Deus alimentaram sua ânsia por respostas e preenchimento (Jr 2.13; Mt 6.6).
Portanto, medite nas Escrituras todos os dias e não deixe de frequentar o lugar secreto diariamente. Pois tanto as Escrituras como o lugar secreto são as fontes que preenchem e respondem às perguntas que a nossa alma suspira. Nada substitui as Escrituras e a Presença de Deus.
A.W Tozer certa vez disse: Eu me recordo de um homem de Deus a quem foi perguntado: “O que é mais importante: ler a Palavra de Deus ou orar”? Ele respondeu: “O que é mais importante para um pássaro, a asa da direita ou a da esquerda”?
Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não CONHECENDO as ESCRITURAS, nem o PODER de Deus. Mateus 22.29.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Tem muita gente confundido lobo com apóstolo, bruxo com profeta, despacho com campanha e adivinhação com revelação.

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Antes de buscar o crescimento da igreja, busque os fundamentos bíblicos; pois crescimento sem os fundamentos da palavra estão desalinhados com Deus. ⁠

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⁠Não há idade para frutificar para Deus, nunca é tarde demais (Salmos 92.12-14).

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⁠A Bíblia sempre será o Livro Magno da humanidade, seus inimigos gostando ou não. A Bíblia iluminou ontem, ilumina hoje, e iluminará em todos os tempos que ainda estão por vim.

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⁠Alguns pontos porque uma Igreja que NÃO é Bíblica
funciona, mas não se move no Propósito de Deus:

Se não há Bíblia, não exortação;
Se não há exortação, não há correção;
Se não há correção o pecado continua;
Se o pecado continua, ele se torna em um estilo de vida e não é repelido;
Se o pecado se torna em estilo de vida, teremos uma igreja onde não há convertidos;
Se não há conversão não haverá santidade;
Se não há santificação, não existe salvação.

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⁠Cuidado com a Tradução da Sua Bíblia
Veja como uma única palavra altera o sentido de uma tradução:
1°Co 10.9 diz: “e não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes”. (ACF)
Não devemos pôr o Senhor à prova, como alguns deles fizeram — e foram mortos por serpentes. (NVI)
Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes. (ARA)
Não tentemos ao Senhor, como alguns deles tentaram, e morreram vitimados pelas serpentes. (Bíblia pastoral)
Aqui podemos notar uma divergência na tradução. No início, a primeira tradução diz: “não tentemos a Cristo”, na outra diz: “não tentemos ao Senhor”. Afinal, é O Senhor ou Cristo? E muda o sentido?
Sim, o sentido muda e muito. Na primeira tradução, o autor está dizendo que aquele Deus lá do antigo testamento que puniu o povo com as serpentes é Cristo. Isso implica no que? No fato de Cristo ser Deus, já que o texto do antigo testamento está falando que foi Deus quem fez aquilo.
Se você colocar “Senhor”, não mostra Cristo sendo chamado de Deus. Alguém poderia dizer: “Senhor aqui é o Pai”. Não é atoa que os grupos que negam que Cristo também é Deus preferem a tradução “Senhor” em vez de “Cristo”. De fato, esse texto pode influenciar a teologia de que Cristo é Deus.
O que os manuscritos dizem aqui? Qual o maior apoio?
A leitura “Cristo” é a leitura com maior apoio nos manuscritos gregos. 7,3% dos manuscritos dizem: “Senhor”. 2,7% dos manuscritos dizem: “Deus”. 0,9% não trazem nada. E mais de 90% dizem: “Cristo”.
Ou seja, a leitura que está na Almeida Corrigida e Fiel (ACF) e King James Fiel 1611 (KJF 1611) utilizam 100% do Textus Receptus (TR) e a Almeida Revista e Corrigida (ARC) também o utiliza, mas num grau menor do que as duas anteriores, e a Almeida Revista e Atualizada (ARA) num grau menor ainda do que a ARC.
Outro ponto, é que a Bíblia Almeida Corrigida e Fiel (ORIGINAL) deve ser da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB), pois as Bíblias Almeida da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) não usam o Texto Receptus, e a Bíblia King James Atualizada (KJA) também não usa o Texto Receptus.
Dito isto, as Bíblias Almeida Corrigida e Fiel (ACF) e a King James Fiel 1611 (KJF 1611) tem o apoio esmagador da grande maioria dos manuscritos, inclusive, tendo apoio do manuscrito mais antigo de 1° Coríntios.
Portanto, cuidado quando for comprar uma Bíblia. Observe a VERSÃO e a PUBLICADORA.
Uma coisa que eu aprendi foi: “antes de você saber o que uma passagem significa, saiba primeiramente qual é o texto correto”.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Congregue na igreja que esteja mais próxima da Bíblia, mesmo que esta igreja esteja longe da sua casa.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Sete Tipos de Sermões
1. Textual: É aquele sermão que tem por base um texto bíblico. O tema central e suas argumentações são retirados apenas do texto escolhido. Esse tipo de sermão ajuda o ouvinte a acompanhar e assimilar a ideia do texto, pois as várias partes da mensagem estão próximas, dentro do próprio texto. E isso facilita o acompanhamento pelo ouvinte.
2. Indutivo: É aquele sermão que é realizado á partir de perguntas e respostas, as quais são feitas ao próprio texto. Esse sermão é muito usado em cultos evangelísticos.
3. Temático: É aquele sermão que começa pela escolha de um tema. Depois se segue na busca de textos que apoiaram a ideia do tema. Nesse sermão, o pregador não se detém em um texto especifico, mas em vários outros textos dentro das Escrituras para favorecer o tema proposto.
4. Biográfico: é aquele sermão baseado na história de grandes personagens das Escrituras, usando suas vidas como referência. Exemplo: Abraão, o pai da fé.
5. Expositivo: É aquele que se baseia em um único texto e contexto; deixando que o texto e contexto determine o conteúdo do sermão. Nesse sermão o pregador deve se esforçar para apresentar o verdadeiro sentido do texto bíblico e pregar aquilo que o autor bíblico queria dizer aos seus ouvintes originais e expor isso aos seus ouvintes atuais.
6. Segmentado: É aquele sermão que usa elementos lúdicos depois da leitura bíblica. Nesse sermão usa muito a música, biografias, leituras e discursos. Sermão muito usado em cantadas, jograis e festas comemorativas.
7. Extemporâneo: É aquele sermão onde o pregador prega de forma livre (O famoso recebi uma palavra agora.). Muito usado de improviso ou quando o pregador é pego de surpresa. Esse é um sermão perigoso, pois pode haver erros.
Então... qual sermão devemos usar? Não importa o tipo de sermão, mas se este sermão está ancorado nas Escrituras. Por isso, o que temos que analisar não é o tipo (modelo) do sermão, mas se esse sermão é bíblico!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Uma das verdades mais comoventes da doutrina Bíblica é que Deus, apesar de tudo poder fazer, espera que o homem faça o que pode e ore por aquilo que não pode, mesmo sendo o seu poder algo tão pequeno desde a criação, e mais enfraquecido ainda depois da queda. Não há nada mais agradável a Deus do que ver o homem fazendo, com muita dificuldade, o pouco que pode fazer. É absolutamente impossível, na ordem atual de coisas, que Deus negue maior auxílio a quem se esforça para fazer o que pode. Portanto, não desista: a tua pouca força e o teu pouco fazer não são invisíveis para Deus. Deus nunca nos pede o impossível; e se um dia nos pedir, não é senão porque já nos garantiu o auxílio suficiente para que possamos fazê-lo.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Na presença de Deus até a tristeza testemunha de alegria.
(Salmos 126)

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Você não precisa de igreja; a bíblia deve ser atualizada; seu corpo, suas regras; faça o que quiser e seja feliz. Ah! Essa história de Jesus voltar é balela de crente; aproveite a vida.

Diabo, o pai da mentira.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Os anticristos previstos por Jesus e o Apóstolo João (Mateus 24.6-12; 1° João 2.18-23) já estão se manifestando no mundo. O cenário está sendo montado diante dos nossos olhos; O conflito cósmico que acontece desde tempos eternos nas regiões celestiais, está preste a se manifestar no mundo dos homens, naquilo que Jesus chama de o princípio de dores
(Mateus 24.8).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Bíblia ela contém a mente dos preceitos de Deus, para ter suas doutrinas santas, seus preceitos em caminho retos e justos. Suas histórias são ensinamentos de vida e suas decisões imutáveis. Leia-a para ser sábio, Creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo. Ela contém a luz para dirigi-lo, alimento para sustentá-lo, e consolo para animá-lo.

Inserida por Djdavidaraujo9616

O BOM PASTOR, A COLHEITA E O TRABALHADOR FIEL.
UMA LEITURA BÍBLICA À LUZ DA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A expressão “Eu sou o bom pastor” situa-se no âmago da pedagogia moral do Cristo e encontra-se no Evangelho segundo João, capítulo 10, versículos 11, 14 e 15. Nela, Jesus não apenas se apresenta como guia espiritual, mas estabelece uma analogia viva entre o cuidado do pastor e a responsabilidade moral daquele que conduz consciências. O bom pastor conhece as suas ovelhas, vela por elas, antecipa perigos e, sobretudo, sacrifica-se quando necessário. Trata-se de um modelo de autoridade que não domina, mas serve, não explora, mas protege.

À luz do Espiritismo, essa imagem adquire densidade ainda maior. O pastor representa o Espírito que, já mais consciente da lei divina, assume compromisso com os que ainda caminham em graus iniciais de entendimento. Essa função não se confunde com privilégio, mas com dever, pois quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade moral. Tal princípio encontra respaldo em “O Livro dos Espíritos”, questões 614 a 621, quando se ensina que a lei de Deus se resume na prática do bem e que o homem responde pelo uso que faz do que lhe foi confiado.

Quando Jesus afirma “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos”, conforme o Evangelho segundo Mateus, capítulo 9, versículo 37, Ele desloca o olhar do indivíduo isolado para o campo coletivo da humanidade. A colheita simboliza o momento espiritual da Terra, madura para receber o ensino moral, enquanto os trabalhadores representam aqueles que se dispõem ao serviço desinteressado do bem. A escassez não é de recursos, mas de consciências verdadeiramente comprometidas.

Surge, então, a questão central. O que ocorre quando aquele que deseja servir ao Cristo com retidão não aproveita os ensejos oferecidos pelas analogias evangélicas. Aqui se impõe a enumeração das comparações utilizadas por Jesus, todas convergindo para a responsabilidade do servidor fiel.

Primeiramente, a analogia do pastor e das ovelhas ensina vigilância, cuidado e renúncia pessoal. Em seguida, a analogia da colheita remete à urgência do trabalho, pois o tempo oportuno não se repete indefinidamente. A parábola do trabalhador fiel e prudente, presente em Mateus capítulo 24 versículos 45 a 47 e em Lucas capítulo 12 versículos 42 a 46, reforça a ideia da constância no dever, mesmo na ausência aparente do senhor. Já a advertência “Dá conta da tua administração”, registrada em Lucas capítulo 16 versículo 2, amplia o sentido da prestação de contas para todos os recursos morais e espirituais confiados ao Espírito.

A imagem do sal da terra, exposta em Mateus capítulo 5 versículo 13, introduz uma analogia de natureza profundamente ética. O sal conserva, dá sabor e impede a corrupção. Quando perde suas propriedades, torna-se inútil. Sob o prisma espírita, isso significa que o conhecimento espiritual sem aplicação prática degenera em estagnação moral. Tal ensinamento é confirmado em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 17, item 4, ao afirmar que o verdadeiro espírita reconhece-se pela sua transformação moral e pelo esforço que faz para domar suas más inclinações.

A própria formação natural do sal oferece uma lição silenciosa. Os depósitos salinos resultam de processos lentos e graduais, decorrentes da dissolução das rochas ao longo de milhões de anos. Essa lei natural do tempo e da maturação espelha o princípio da evolução progressiva dos Espíritos, exposto em “O Livro dos Espíritos”, questões 114 e 115, segundo as quais os Espíritos não são criados iguais em adiantamento, mas destinados a alcançar a perfeição por esforço próprio e sucessivas experiências.

No contexto hebraico antigo, o sal simbolizava aliança, fidelidade e compromisso moral. Toda oferta deveria ser temperada com sal, conforme Levítico capítulo 2 versículo 13, representando a incorruptibilidade do pacto com Deus. A chamada aliança de sal, mencionada em Números capítulo 18 versículo 19, reafirma a estabilidade da lei divina, que não se altera, mas se revela progressivamente à consciência humana. Essa permanência da lei moral encontra eco em “O Livro dos Espíritos”, questão 617, quando se ensina que a lei de Deus é eterna e imutável em seu princípio.

A parábola dos trabalhadores da última hora, narrada em Mateus capítulo 20 versículos 1 a 16, dissipa a falsa ideia de injustiça divina. O trabalhador não estava fora do campo, aguardava durante todo o dia no local de contratação diária, mas aguardava oportunidade que embora parecidamente tardia ela lhe chegou e ele fiel foi realizá-la. Segundo “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 20, item 5, Deus considera a intenção reta e o esforço sincero, e não apenas a duração aparente do serviço. Cada Espírito é chamado segundo seu grau de adiantamento, sem privilégios arbitrários.

Entretanto, muitos trabalhadores, embora aptos, não são ou não se deixam aproveitar no momento da colheita. Por temor, orgulho ou apego a conveniências pessoais ou de daqueles que deviam mesmo lhes impulsionar onde mourejam , assim ambos acabam por comprometerem a própria tarefa. Assim, não é a ausência de capacidade que os inutiliza, mas a resistência moral, tal como o sal que perde o sabor por influência externa. Reflexões análogas encontram-se na “Revista Espírita”, ao tratar da responsabilidade individual e da influência moral dos Espíritos.

A formação da pérola, fruto de longa e silenciosa elaboração, oferece outra analogia instrutiva. Assim como ela não se produz instantaneamente, o Espírito não se aperfeiçoa em uma única existência. Esse princípio está claramente estabelecido em “O Livro dos Espíritos”, questões 132 e 167, ao tratar da finalidade da encarnação e da pluralidade das existências. Nada se perde do que pertence ao Espírito, pois as conquistas morais são patrimônio intransferível, conforme ensina “O Céu e o Inferno”, primeira parte, capítulo 7.

Dessa forma, o ensinamento “Vós sois o sal da terra” não se reduz a figura retórica. Ele convoca cada consciência à fidelidade prática ao bem, à coerência entre saber e agir, e à perseverança no serviço. O sal salga por natureza, assim como o bem se manifesta espontaneamente quando o Espírito se encontra afinado com a lei divina, mediante a reforma íntima contínua.

Assim compreendido, o Evangelho redivivo apresenta-se como chamado permanente ao trabalho consciente, no qual cada analogia de Jesus se converte em espelho moral. A colheita prossegue, os campos permanecem vastos, e o convite ao serviço fiel ecoa através dos séculos, conduzindo o Espírito, passo a passo, à sua elevação moral e à realização plena do destino que lhe cabe na ordem divina da vida espiritual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Igreja sem Cristo, não é igreja. Igreja sem a Bíblia, não é igreja. Voltemos ao evangelho puro e simples!

Inserida por emerson_silva_2

A maior gloria na vida de um Crente não é conquistar riquezas, mas é conquistar almas. A bíblia diz quem ganha almas é sábio (Provérbios 11.30).

Inserida por emerson_silva_2

⁠"O exemplo e' o manual da vida, a Bíblia em ação; no que se refere ao bem e ao mal."

Inserida por andre_gomes_6