Passa

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Prazer quando é compartilhado, ganha mais sabor, o seu valor passa a ser inestimável principalmente, se houver amor, significado, muito além de corpos ofegantes, o privilégio de dois corações acelerados, exultantes,
universos fortemente conectados,

Então, com o decorrer do tempo, somente o toque da pele não é o bastante assim como viver não é apenas existir, certamente, os momentos prazerosos ficam mais interessantes, espero que ainda que eu possa usufruir, deve ser algo muito entusiasmante,

Não é que a solitude não permita ter algumas experiências prazerosas e marcantes, todavia, havendo prazer e amor intensos e correspondidos, não é possível que a mudança não seja para melhor, caso contrário, compartilhá-los não teria sentido.

Inspirador claramente esse seu sorriso apaixonante, um brilho profundo, sincero, que passa uma certa tranquilidade, que transmite com eficácia O Amor Inconfundível, fruto da Providência de Deus, um coração imensamente agradecido

Grata principalmente depois da conquista da sua sonhada metamorfose, uma fase revestida por um tom azulado assim como uma borboleta graciosa que traz o azul nas suas asas, versão de uma arte íntegra, intensa e naturalmente formosa

Sabe que a vida não é perfeita, mas que compensa o esforço para ser aperfeiçoada, por isso que continua mudando, errando e aprendendo, sorrindo sempre que possível, cuidando do seu próprio mundo, sabendo que nem todos são bem-vindos.

Diante disso, não é errado concluir que não confia tão fácil num primeiro momento, não quer nada que possa interferir no seu processo de se amar, de autoconhecimento, fazê-la sorrir é o mínimo e ao mesmo tempo um grande feito, que deve ser cativado, não é algo garantido.

Fase Passageira que Ensina Para Sempre o que é Amar

Fase preciosa que passa tão depressa, amada infância, já que o tempo não espera, a criança de agora, certamente, é passageira e amanhã será apenas uma querida lembrança.

Não uma razão para tristeza, e sim uma constatação de que vale a pena aproveitar tudo de bom que ela tiver para oferecer; num piscar de olhos tudo vai mudar.

Dessarte, faz-se prudente perceber uma das bênçãos de Deus que ensina o que é amar: um forte nutriente para a Fé, uma companhia singular que consegue fortalecer.

Sono profundo e tranquilo de uma criança amada sobre um colo que passa muita confiança,

cujo coração serve como um abrigo que é cheio de amor e uma abundância imprescindível de carinho, respeito, consolo e bons sentimentos,

uma prova do zelo do Senhor desde um simples momento que com certeza ficará guardado na mente,

parte de um mútuo contentamento, um laço singular que ficará cada vez mais forte com passar do tempo.

Quando o amor-próprio se torna profundo, aquilo que for menos se mostra raso e aceitá-lo passa a ser um grande absurdo, um descaso com a própria existência, que faz ignorar tudo que não é amável apenas por carência

portanto, um despertar muito necessário para transformar o mundo particular, provando a prudência de se amar para não aceitar um amor falso ou sem a profundidade suficiente, prestado com pouca vontade, de um jeito negligente,

Amar de acordo com uma visão humana, obviamente, não é algo fácil, muito menos, perfeito, são raros os momentos de amor de verdade, há mais erros do que acertos, da sutileza à complexidade, mas já é um começo a capacidade de amar a si mesmo.

Uma ação que não gera efeito é como um vento que passa despercebido.

Quando a dor não passa, ela ensina.

O corpo cansa, mas a alma só se exaure quando a fé na mudança se torna mais leve que o peso do passado.

A maior parte da crítica alheia não passa do caco refletor de quem projeta a frustração não resolvida sobre a sua jornada.

A esperança é o último trem que passa, mas ele nunca chega na estação vazia.

Há uma fome que não passa com pão: é a fome de sentido. Comemos afazeres, mastigamos dias, e nada nos alimenta. O sentido chega como um peixe exausto na margem do corpo. É preciso mãos firmes para pegá-lo sem esfarelar. Quando o seguramos, aprendemos a mastigar vida com calma.

O perdão que me salvo não passa pelo outro, passa por mim. Perdoar não limpa a história do outro, limpa a minha cama. Durmo mais leve e tenho sonhos menos invadidos. E quem perdoa por si mesmo descobre que a liberdade é doméstica. É um hábito que se cultiva, silencioso e cotidiano.

O passado é uma casa velha que insiste em ranger quando o vento da lembrança passa. Podemos trancar portas, entulhar janelas, mas o eco do que vivemos sempre encontra um jeito de entrar. E talvez não seja para ferir, mas para lembrar que o sobrevivente ainda habita aqui. E isso já é vitória demais para quem quase não existiu.

A dor afina a escuta: o mundo passa a soar em outra frequência, mais áspera, mais verdadeira.

O mundo passa com pressa e leva pedaços da gente como folhas ao vento. Resta um bilhete amassado no bolso: “sobrevivi por pouco”.
Não é glória, é quase legenda de uma fotografia torta, mas serve para lembrar que ainda posso olhar e contar.

Existe uma música que só tocamos na cabeça. Ela passa notas de perda e refrões de resistência. Se alguém escutar, talvez entenda por que sorrimos devagar. A vida é uma partitura mal escrita que insistimos em interpretar. E há beleza em quem desafina com propósito.

O vazio não se preenche, se integra. Com o tempo, ele deixa de ser um buraco e passa a ser a mochila que você aprendeu a carregar.

Há memórias que são feridas abertas, sangram sem aviso, ignoram o tempo e nos lembram que o passado nunca dorme.

A educação vira manipulação
quando deixa de ensinar
a pensar e passa a impor
o que devemos pensar.

Pode estar difícil agora na sua vida, mas tudo passa como um vento no ar. Acredita, vai dar certo.⁠