Parabéns pelo Nascimento do Filho
A morte de um cristão fiel é o retorno do seu nascimento espiritual para viver com o Pai, seu Criador.
Os dados cronológicos permitem nos estabelece com precisão a ordem dos acontecimentos: nascimento, vida, morte, ressurreição de Jesus; o que falta é a Sua volta infalível para completar a era eterna dos homens santos, obedientes e fiéis a Deus.
O encanto é uma notoriedade:
No escorrer de uma simples lágrima pode haver o nascimento de uma bela vida.
Em uma simples gota de chuva pode haver todo deslumbre dos céus.
O Banquete do Rei Sem Paladar
Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.
Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.
– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.
– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.
O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.
– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.
O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.
– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!
Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.
Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.
– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.
– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.
– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.
O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.
– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.
Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.
De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.
– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...
– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.
Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.
– É o cheiro mais divino que já senti...
E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.
-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.
O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.
Natal pra mim é um pretexto para exageros, onde alegam comemorar o nascimento daquele que nunca ensinou a ostentar, mas a partir e compartilhar, distribuir o que se pode com quem não tenha nada para se alimentar.
Essa onda de desejar feliz natal é equivocada, se analisarmos na essência maior, porque o próprio Cristo ensinou a anunciar a sua morte, até que ele venha.
Contudo, entretanto e porém, desejo a todos os amigos, votos sinceros de comunhão, que hoje ao sentar à mesa, compartilhe o pão, sorria e ame do fundo do coração, e não deixe esse bom sentimento esvaecer nos dias após, que possamos nutrir o autruismo e superar as desavenças, ignorar as demandas por motivos de crença, porque o amor maior comemora se hoje seu nascimento, e vida nos deu com o seu perecimento.
Amor e paz a todas as famílias, sentimento fraternal e plena comunhão, são os votos a todos vós, do fundo do coração.
Ninguém nasce cruel.
Ninguém nasce quebrado.
O que nos parte não é o nascimento, é o caminho.
É o olhar que fere sem tocar.
É a palavra dita no momento errado, com a intenção errada.
É a indiferença de quem passa por nós como se fôssemos invisíveis.
Eu estive lá… essa madrugada.
De novo.
Naquele lugar escuro dentro da minha cabeça, onde a única companhia é o som do próprio medo gritando.
Sufoca. Dói. Paralisa.
E se as pessoas soubessem o que causam…
Se ao menos soubessem…
Talvez pensassem um milhão de vezes antes de usar a crueldade como defesa, antes de destilar julgamentos como quem cospe veneno em feridas abertas.
Mas eu sei que elas também estão quebradas.
Se tornaram aquilo que um dia odiaram.
Talvez nem percebam.
Talvez estejam apenas tentando sobreviver do jeito que aprenderam.
E eu…
Eu tô tão cansado.
Tão exausto dessa luta invisível.
Dessa armadura que visto pra parecer forte, inteligente, inteiro.
Quando, na verdade, eu sou só um quebra-cabeça feito de pedaços que a vida espalhou por aí.
E eu junto o que posso…
Do jeito que consigo…
Mas ainda assim… falta algo.
Me sinto perdido em mim.
Tentando ser o que esperam, tentando caber em moldes que não me servem mais.
Me cobro, me exijo, me mutilo em pensamentos…
Porque, por algum motivo, aprendi que ser perfeito era a única forma de ser amado.
De ser visto.
De ser aceito.
Mas eu não sou perfeito.
Nem você.
Nem ninguém.
E tudo o que eu queria agora…
Era que alguém segurasse minha mão.
E dissesse:
“Tá tudo bem se você não der conta hoje…
Eu te vejo mesmo assim.”
Júbilos familiares se eclodem quando chega o nascimento de uma criança; imagine a alegria dos anjos quando um pecador nasce de novo, da água e do Espírito para entrar na família de Cristo.
A arqueologia não mostra a prova da manjedoura e os presentes do nascimento de Jesus, mas prova a existência da sua sepultura, cujos registros históricos da Bíblia são aceitos pelos seus historiadores e seguidores.
Nenhum profeta reconhecido fora da Bíblia consegue profetizar acerca do seu nascimento e morte, porque Deus já elegeu aqueles que por Ele foram escolhidos para o cumprimento de Seu eterno propósito.
ao longo da vida
desde o nascimento
Passamos por acontecimentos
Determinantes na nossa estória
Pois somos o que vivemos
Sofremos a influência
das relações pessoais
e estrutura familiar
Independente das alterações de datas pagãs para comemorar o nascimento simbólico de Jesus Cristo, ele é nosso Salvador, comemoremos o nascimento do Filho de Deus com trocas de presentes. Natal não é Papai Noel, Natal é Jesus Cristo Salvador.
No Brasil a densidade demográfica do nascimento ate os cinco anos de idade geograficamente são bem diferentes pelas diversidades de saúde, saneamento, cultura e educação mas a densidade demográfica dos brasileiros em todos os lugares nos últimos anos da vida são sempre muito semelhantes.
Erra completamente todo aquele que julga objetivamente nesta dimensão, o nascimento e a morte, como limites existenciais.
A datação de 25 de Dezembro para celebrar o nascimento de Jesus, não ocorre historicamente mas sim uma intenção de suprimir uma grande festa do paganismo, do Sol Invictus que persistia forte nos primeiros anos do cristianismo. Em algumas igrejas primitivas do cristianismo, Jesus de Nazaré aparece em alegoria como o Deus Sol, e por mais estranho que pareça vem acompanhado de uma mulher, que seria a alegoria da Deusa Lua. Para muitos estudiosos dos textos agnósticos e apócrifos, a representação da Deusa, refere se a Maria, não Myrian mãe de Yeshua, a virgem imaculada mas de Maria de Magdala, ou Madalena como é mais conhecida.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
O bem e o mal existem em nós desde o nosso nascimento e permanece até a morte, externá-los é só uma questão de escolhas, portanto é hipocrisia atribuir a culpa dos nossos erros a quem quer que seja para nos livrar das nossas responsabilidades!
25 de dezembro comemoramos o NATAL, que é distribuído com a lembrança simbólica do nascimento do Amor em forma humana, que às vezes é o único dia em que Ele está presente nos lares. Sim, por vezes é apenas neste dia, mas Ele está lá.
O Amor sem reservas, que cativa, acolhe e perdoa, nem que seja por um dia, mas vale a pena cada segundo que sua pureza esteja presente.
Feliz nascimento do amor, e que esteja em nossos corações por todos os dias!
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