Parabéns de fim de Curso

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Ser professor de muaythai vai além de ensinar a lutar ou ajudar a perder peso, é sobre cuidar do próximo, pegar na mão de uma pessoa e mostrar passo a passo de como mudar de vida.

Inserida por RandayltonSantos

⁠A deslegitimação das Lutas Estudantis: Um Olhar Crítico sobre o Movimento Atual.

A despeito da relevância da pauta envolvendo o aumento das passagens de ônibus em Natal, a atual dinâmica do Movimento Estudantil (M.E) tem suscitado questionamentos sobre sua eficácia e legitimidade. O aparente aparelhamento político-partidário, notadamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), tem comprometido a capacidade de mobilização social e abalado a confiança na nova geração de lideranças.

O engajamento em manifestações sobre várias pautas e inclusive o aumento das passagens muitas vezes resulta em meros "gatos pingados", mais voltados à produção de conteúdo para redes sociais do que à efetiva luta pelos interesses estudantis. A falta de autenticidade e estratégia da nova geração de líderes é evidente, pois muitos parecem mais inclinados aos interesses partidários eleitoreiros do que à verdadeira defesa dos direitos estudantis e sociais.

A crítica recai sobre a incapacidade dessa nova geração de lideranças de articular uma mobilização eficiente. A ausência de uma crítica coesa, a falta de diálogo amplo e a não articulação com a mídia são destacadas para mim como deficiências. Este cenário é agravado pela ingerência partidária, que compromete instituições históricas de luta, transformando-as em meros veículos eleitorais.

Os diretores de entidades estudantis e os partidos de esquerda são instados a refletir sobre o uso oportunista da história coletiva de luta da cidade em prol de interesses escusos e eleitoreiros. A crítica incisiva sugere que a manipulação dessas instituições sociais tem desmantelado os legados e a representatividade do movimento estudantil no país.

A análise conclama uma postura mais crítica e autêntica por parte dos líderes do M.E. Argumenta-se que a mera reverência ao passado, sem a devida aprendizagem para a construção de estratégias eficazes, não resultará em uma mobilização significativa. Assim, é enfatizada a necessidade de abandonar práticas pelegas, olhar para o futuro e promover mudanças no presente em prol dos verdadeiros interesses estudantis.

O povo não é bobo e não vai aderir à pré-campanha em formato de micareta revolucionária de luta, apesar da legitimidade da pauta e de impactar a população de forma direta. Infelizmente, descaracterizam os reais motivos, razões e função das organizações de representação e da própria luta em projetar orientações e determinações que solapam a rebeldia consequente e retiram de cena os fundamentos da luta real e social. O que fica explícito para todos é a utilização manipuladora e criminosa dos interesses e lutas coletivas... Espero estar errado, mesmo estando certo!

Wesley de Lima Caetano

Inserida por wesley_lima_2

⁠Apenas humanos, sem rostos, sem traço, apenas heróis.

São eles, heróis de lonas e bambus,
Chegam sem aviso, mas com propósito virtuoso.
A noite vira dia em abraços de solidariedade,
Em cozinhas coletivas, ensinam a fraternidade.

Dividindo teto e pão, incansáveis na missão,
Não conhecem descanso, só a dedicação.
Quando a mãe faxineira chega exausta, a chorar,
Gritando contra o roubo do lar pelo governar.

Eles são a resposta, os guardiões da empatia,
Construindo abrigos, desafiando a tirania.
Com coragem, enfrentam o descaso estatal,
Heróis que emergem quando a injustiça é fatal.

No olhar desses anônimos, o brilho da esperança,
Na resistência, a força que nunca cansa.
Quem são eles? São a voz dos desvalidos,
Nas lonas e bambus, surgem como escolhidos.

Inserida por MORFEUUCHIHA

⁠Os Fascistas encontraram novamente os corações daqueles que batem como os seus.

Inserida por Zuccarato

⁠Estamos lutando por uma sociedade em que as pessoas deixem de pensar em termos de cor.

Nelson Mandela
Apontamentos para o futuro: palavras de sabedoria. Rio de Janeiro: Rocco, 2013.
Inserida por pensador

Calma, não busque passar uma vida lutando para conseguir ser o defunto mais rico do cemitério.
Viva!

Inserida por hudsonpessini

⁠É urgente reagir se realmente desejamos integrar a sociedade brasileira de modo que, num futuro próximo, ser negro no Brasil seja, também, ser plenamente brasileiro no Brasil.

Milton Santos
Ser negro no Brasil hoje. Folha de S.Paulo, 7 maio 2000.
Inserida por pensador

Existe dia de perseguir e dia de ser perseguido, mas o que importa mesmo é sobreviver, nenhum dos dois fará alguma coisa depois de morto.

Inserida por israellopess

⁠Lutar não é sobre ganhar ou perder. Lutar é nunca desistir de seus ideais.

Inserida por atilapessoa

⁠⁠Ser homem é lutar por quem você ama
E aguentar sem reclamar

Inserida por G4L1L3U

⁠Posso não ter nada contra o que lutar. Mas seria indigno não ter nada pelo que lutar

Inserida por svs

⁠Cada um, esta ocupado. Lutando as suas próprias guerras.

Inserida por RSilvaEscritor

⁠Será possível, será suficiente que a nossa coragem possa enfrentar essa autodestruição?

Eu posso responder apenas por respostas contingentes, porque se eu fizesse uma resposta necessária, eu cairia apenas numa fé e não estaria me colocando numa posição filosófica. É possível que sim e é possível que não.

Mas entre essas duas possibilidades, nós podemos escolher a daqueles que creem que é possível que sim. E então nós podemos também nos comprometer em atuar dentro dessa possibilidade.

Se malograrmos, ficará, pelo menos, dentro de nós, a satisfação de havermos cumprido o nosso dever e de termos realizado uma possibilidade nossa.

E se amanhã houver outro ser inteligente que possa saber da nossa história, poderá olhar para aqueles que amaram a coragem e que tiveram o gesto heroico de lutar contra a própria autodestruição com respeito por esses homens.

Nós podemos nos engajar deste lado, já que estamos numa época em que todos querem se engajar. Então vamos nos engajar, mas para o lado construtivo, para o lado do bem, para o lado que lance uma nova esperança, que creia em valores superiores e que não proclame de antemão a sua derrota, porque então ela é uma dupla derrota; é a derrota daqueles que nem sequer combateram, daqueles que nem foram para o campo de batalha enfrentar o seu inimigo.

Inserida por FJE2010

⁠Nas relações humanas, quando a esperança no outro se vai, vai com ela a vontade de querer estar.

Inserida por alicycristina

⁠Quando a batalha for inevitável
Temos que atacar primeiro!

Inserida por G4L1L3U

⁠A vida é feita de lutas, de altos e baixos, a unica coisa que devemos manter sempre é a nossa fé em Deus e nos nossos sonhos.

Inserida por betxolass

⁠Não luto para libertar um povo que ama a escravidão com a vida
Mas lutarei para manter a minha liberdade porque vivendo ou morrendo serei livre do mesmo modo.

Inserida por FranciscoPensador

Luto pelo seu sorriso

Inserida por otiagom

⁠A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere

Inserida por julianokimura

"⁠Ciente da vitória, sigo em frente
Vou por terra, céu e mar"

Inserida por G4L1L3U