Para Falar de Si Mesmo
Eu nunca vi o capeta em si…
Mas ja vi muitos homens vociferarem seu nome, e fomentarem o próprio inferno na Terra em nome da vontade de Deus.
Jamais entre em
um debate para ter razão!
Participe para encontrar a razão em si, perante o crivo da dialética!
Não espere que os outros te escolham, escolha a si própria! Sinta-se importante,
conheça pessoas, permita-se! Tome conta de si mesma, não tenha medo de seguir sozinha.
Seja seu próprio suporte e não espere por ninguém.
Lembre se: nem sempre você será uma prioridade para os outros, então aprenda a se respeitar, colocando-se sempre em primeiro lugar.
Seja a sua importância.
Mostre sua existência
Às vezes, a gente esquece que estar aqui já é, por si só, um milagre. Em meio a bilhões de possibilidades, fomos escolhidos pela existência. Não por acaso, não por sorte, mas porque havia um espaço no universo exatamente do nosso tamanho.
Mas existir vai além do corpo. É também presença, sentimento, memória. Tem gente que passa a vida toda sem de fato se mostrar — camuflada na rotina, sufocada por medos, escondida dos próprios sonhos.
Um dia desses, me peguei olhando o céu. E pensei: será que o universo me vê? E se vê, será que sabe que estou aqui? A resposta veio silenciosa, mas certeira: o universo só te escuta quando você grita com o coração aberto, mesmo que em silêncio.
Por isso, vá lá fora. Sinta o vento, encare o céu com a coragem de quem quer ser visto. Diga, sem medo: eu existo! Mostre-se, mesmo que tremendo. Dê um passo, mesmo que pequeno. Porque quem se mostra ao mundo, encontra espaço dentro dele.
Você está aqui. E isso basta para que o universo te escute.
O sofrimento surge do apego demasiado que per si faz o homem ser incapaz de aceitar certas verdades implacáveis que permeiam a existência: a dor, a morte, a injustiça, dentre outros aspectos sombrios que inerentemente são parte da vida neste mundo manifesto de causalidade.
Sendo assim, a contemplação racional do desapego e a percepção da unidade que subjaz a estas supostas dualidades – vida e morte, prazer e dor, júbilo e sofrimento – é ponto primordial à ascese e à libertação da escravidão telúrica, que gesta terríveis grilhões que acorrentam o homem ao que é por essência das realidades inferiores e escravizadoras.
Desta forma, e com o cultivo da verdadeira ascese, emerge um novo tipo de ato – desprendido de todas as formas e anseios materiais, puro e altivo em si só – e aqueles que encontram tal núcleo espiritual e que passam a alicerçar sua vida única e exclusivamente nas coisas desta realidade – do espírito – tornam-se os heróis de estirpe olimpiana, como o guerreiro heroico que peleja totalmente liberto, em plena consciência de que a derrota é eminente – sabedor de que muito dificilmente encontrará a vitória. Ainda assim luta, brada e sangra.
"Eu sou nos fortes a força desprovida de desejo e de paixão."
Escolher o melhor pra si é superficial.
Não escolher é profundo.
E despertar é transcender a percepção de escolha e não-escolha.
**A vida não avisa.**
Ela observa em silêncio. Vê o prepotente subir, cheio de si, acreditando que nada o derruba. Vê o olhar altivo, a fala cortante, a mania de achar que tudo gira em torno do próprio querer.
Mas a vida… ah, a vida tem um jeito sutil de ensinar o que ninguém quer aprender.
Ela não grita. Não ameaça. Só espera o momento certo.
E quando vem, não pede licença.
Chega como vento que derruba castelo de cartas. Como queda que não avisa o chão.
E ali, no meio dos escombros da própria arrogância, o prepotente entende — tarde demais às vezes — que grandeza de verdade não se mede no volume da voz, nem na pose. Se mede na humildade de reconhecer que ninguém é maior que o próximo.
Porque a vida pode até permitir a subida…
Mas é a humildade que garante a permanência lá em cima.
BEIJA-FLOR
Plena moça singela
Despertou em si
Um amor puro fortalecendo a alma
Meu pequeno beija-flor
Borboleta, libélula
Flor de alegria cheiro doce que a calma
Magia em forma de paixão
linda princesa que conquistou meu coração
Com seu abraço envolvente...
Despertou um desejo uma conspiração sem fim....
Na caminhada cristã, há momentos que nos deixam em dúvida, mas essa incerteza, por si só, já é uma resposta. Não precisamos de confirmação adicional.
O véu da ilusão não é uma prisão, mas um ângulo: uma dobra da luz sobre si mesma. Quando a consciência ascende pela espiral da Árvore, o mundo transmuta — o que antes era pedra, revela-se símbolo; o que era sombra, torna-se mapa. Os mundos não se empilham no espaço, mas se entrelaçam em camadas do ser. Cada mutação vibratória no núcleo do Eu reverbera pelas fibras do universo como um acorde no silêncio. Onde irrompe a Luz, projeta-se também o contraste que a delineia. E aquilo que recusa a emanação torna-se recipiente trancado — resistência é fome disfarçada. A alma que se afoga na noite, não é órfã da luz, mas cega de si mesma.
Quem lapida sua própria genialidade e faz de si o seu próprio gênio, jamais terá que trocar de lâmpada em meio a tanta escuridão
O maior perigo não está na Verdade em si, mas em quem acha que a encontrou ao tratá-la com severa adulação
A essa altura do campeonato, acusar o semelhante de vileza monstruosa, é olhar para si com a pecaminosa unilateralidade benevolente e esquecer que todos possuem um indicador na face a apresentar uma fatídica pluralidade maledicente
Descobriu, assim, que o sempre não existe e que o sempre é a vontade de viver e de lutar por si, mesmo quando a luz do jantar de velas é apagada com soluços inflamados pela perda do deleite do que não foi e do que não era, e que ela achava que era.
___ Lene Dantas
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