Papai
Ser um pai é ser amigo
É também participar
É oferecer abrigo
O conforto de um lar
Mas além de provedor
Tem que ser acolhedor
Para o filho o amar
Acompanhe os seus filhos e não seja negligente. Na ausência o filho chora. Ele logo se ressente. Brinque muito o ano inteiro. E não dê só o dinheiro. Seja sempre pai presente.
É dezembro natalino,
mês pra ser mais generoso.
Seja nobre, valoroso,
ajude velho e menino.
Na igreja toca o sino,
pra quem tem sua devoção
em Jesus, adoração!
E quanto ao Papai Noel:
é seu pai, Seu Manoel,
com presente pro filhão.
Nessa noite de natal
Não quero ganhar presente
É melhor ser virtual
Do que ter um monte de gente
Vou tapar minha chaminé
Fica em casa, “Seu Noer”
Vamos deixar mais pra frente.
O mundo pode até distorcer ou desprezar o papel que um pai faz.
Só não pode mensurar a saudade que um verdadeiro pai traz
"De tanto que aprendi da vida,
trago em mim a imensa gratidão,
por em tão generosa medida,
ter feito-me filho, pai e irmão.
Na compreensão do valor e sentido,
da importância entre o ter e o ser,
só a prole é o que guardo comigo,
na inspiração do melhor sobre o ser.
E assim estimando em amor e oração,
com toda dedicação, força e vontade,
vê-los formarem seu próprio coração,
e a autonomia de sua personalidade.
Porque quando o passado, exausto contudo,
vier me buscar para última jornada,
só levarei comigo deste imenso mundo,
as memórias com eles, e deles, mais nada."
Semana do natal, hoje, 21/12/2022. Acordei, lendo os jornais durante o café, vi uma matéria sobre as pessoas que se sentem angustiadas na noite de natal.
Eles pediram a opinião de especialistas então achei que teriam posto argumentos que confortassem as pessoas que não conseguem entrar no clima de natal.
Pelo contrario, pela opinião deles, parece que todos devem continuar circulando em torno do natal, inclusive os não adeptos.
Após a leitura da opinião dos ditos "especialistas" vi que levaria os dois para o meu divã para abrir-lhe os olhos.
Não é que até especialistas precisam de reciclagem...
Eu daria antes um a eles antes de dizer-lhes que "ninguém precisa se adaptar a essa data", caso sinta-se deslocado e por isso, chega de se trancar nesse dia.
Tenho amigos que se isolam entre natal e réveillon por motivos diversos, muitos empurrados pelos estardalhaços que fazem.
E é preciso respeitar essas pessoas que não monta árvore e não usa guirlandas nas suas portas.
Nada de ligação para elas noite de natal, por favor...
Eu também penso que não adianta estar enfeitado, de bucho espocando de tanto comer e SANTIFICADO na noite de natal depois de um ano inteiro sacaneando o coleguinha.
Querem perdoar aquilo que "desperdoaram" o ano todo tentando "dessacanear" as sacanagens de uma vida.
Muito já planejam, com a ceia ainda intacta, a próxima armadilha pro almoço do dia 25.
A cada pessoa que vai adquirindo mais experiência e cultura sobre o assunto e vai se espiritualizando, vai deixando de cumprir o ritual místico natalino (presentes, arvores e enfeites, jantares à meia noite, bebedeiras, atitudes de amor e perdão simuladas para calar a consciência etc.) e vai migrando a atitude para a caridade, orações e outras atividades mais espontâneas que exijam mais do espiritual e menos do físico e material e financeiro.
E um dos maiores efeitos colaterais de natal é o consumo: É muita gente limpando o nome em dezembro pra se jogar no consumo de alimentos e presentes, mesmo sabendo que tropeçarão na primeira prestação.
O natal me parece uma festa "muito afetada" e eu tenho dúvidas se o homenageado seja mesmo quem dizem que é. Não sei se Jesus Cristo aprova tanta glutonaria e luxúria na sua festa enquanto outros agonizam dentro da sua pobreza.
E a hipocrisia? Ah! Ela adora uma festinha á fantasia...
Muitas vezes a hipocrisia precisa que os outros usem a mesma fantasia, pelo menos uma noite que seja, e muitos dos seus adeptos elegem o natal como esse dia.
NINGUÉM É OBRIGADO!
Nem em casa, na família e nem no covil, ou melhor, no ambiente de trabalho....muitas pessoas travam batalhas diárias o ano inteiro entre defesas e ataques e recusam-se a vestir a fantasia da noite de natal.
E pra completar, ainda criaram um velhinho tido como bom, mas de verdade, ele só aparece para as "melhores famílias" e também naquelas que correm atrás do SPC e do SERASA para fazer de conta que ele passou por lá enchendo a sua árvore de presente em dez suaves prestações.
Por outro lado, esse velhinho nunca entrega um lar para os sem tetos, nunca dá empregos aos desempregados, ele nunca transforma os bandidos em bons mocinhos.
Olhando o mundo de cima, esse velhinho não parece tão bom, ou melhor, me parece bem seletivo nas suas visitas natalinas.
Por isso, se você não se sente bem nesse dia, não se cobre por isso. Relaxe! Durma, se te faz bem, ou saia e veja pessoas, se te faz bem.
Só não fique triste.
Pode ser um dia como qualquer outro e você não é obrigado a nada.
Muito do que aprendi
O meu pai me ensinou
Foi o meu porto seguro
Com suor me sustentou
E, quando caí, ferido
Ele, com seu ombro amigo
Veio e me levantou
O homem que assume a paternidade de um filho que não é seu, é a mais sublime demonstração de amor, capaz de curar dores e trazer alívio a cicatrizes que ele nunca provocou.
Sobre o Natal
Tentam deixar o Natal mais bonito… Colocaram luzes, árvores, roupa vermelha, flocos de neve e um velhinho muito simpático.
Tentaram trazer sentido ao Natal… falam de harmonia entre a família e troca de presentes que fazem as pessoas se sentirem amadas.
Se esqueceram que o Natal sempre foi lindo, mas não de um jeito convencional… ele já tem a luz da Palavra, a árvore da vida, o sangue vermelho que foi derramado no chão, Deus aquecendo os nossos corações e aquele homem muito corajoso que morreu por mim. Nele eu tenho harmonia com Deus e ganhei de presente a Vida.
Eu não entendo porque tentam enfeitar tanto algo que já é tão lindo. Será que querem disfarçar a dor que Ele sentiu? Será que querem ignorar que precisam de arrependimento? Como se onde houvesse sacrifício não houvesse beleza… Mas é esse sacrifico que torna tudo tão especial! O tamanho amor que enfrentou o sofrimento e a morte para salvar os seus.
No Natal eu não comemoro um velhinho simpático, eu comemoro o maior herói que o mundo já conheceu e a beleza dessa verdade dispensa os enfeites.
O senso de responsabilidade ao educar um filho é algo que impressiona e intimida, mas, ao mesmo tempo, motiva-me a crescer como pessoa e a entregar o meu melhor, com valor e consistência, ao maior tesouro da minha existência: meu filho.
Gerar um filho dá início à jornada, mas é ao adotá-lo com amor e presença que o verdadeiro papel de pai ou mãe se concretiza.
A chegada de um filho não traz calmaria, mas uma revolução. Ele vem para bagunçar nossa zona de conforto, redefinir as prioridades e nos fazer reconsiderar até mesmo quem está ao nosso lado. Ele nos transforma de maneira única, nos ensina a ser mais resilientes e nos oferece a experiência do maior e mais puro amor, nos levando a viver com propósito e significado como nunca antes.
