Frases engraçadas sobre pão duro
Agora, mais do que nunca, eu precisava ir adiante. Precisava ir além desses pensamentos mesquinhos e limitados.
Por que as pessoas não são felizes?
Por que são mesquinhas, quem não ajuda alguém nunca saberá o gosto da gratidão.
Por que são maldosas, sua maldade corroem a sua alma;
Por que são avarentas, pensam que a felicidade está apenas nos bens materiais e esquecem de cultivar a alegria produzida dentro delas mesmas;
Por que se esquecem de Deus, se tornam pessoas frágeis em relação as mazelas do mundo;
São pessoas fracas, se deixam cair por qualquer corrente de vento, se esquecem que são muito mais fortes do que pensam serem;
São pessoas orgulhosas, não dão o braço a torcer e sofrem com sentimentos guardados que ferem seus corações, corações que sangram um cálice vermelho como brasa, e como tal brasa queima, sufoca e dói..., sofrem;
Por que não sabem dar amor, são bobas... Mal sabem que o AMOR é o único tesouro na face da terra que quando mais se divide, mais ele cresce!
As vezes eu fico pensando: o quanto somos mesquinho, egoísta...... e mesmo assim Deus nunca deixa a gente na mão.
Sempre esta nos livrando do perigo, e as vezes a gente nem agradece e apenas reclama.
De política pouco entendo,
mas uma versão somítica
diz-me o pouco que aprendo
a respeito de política.
I
Neste mundo de artifício,
cabem todos os que querem
as licenças que lhes derem
em favor do benefício,
e as finuras do ofício
são água que vai correndo
para as leis que vão cosendo
pró bem-estar e prá miséria,
porém, eu, nesta matéria,
de política pouco entendo...
II
Quando oiço, em certos tons,
o clamor do tabernáculo,
me parece um bom espectáculo
a favor dos “homens bons”…
e como são belos os tons,
em versão sempre analítica,
sobre a causa Neolítica
discutida sempre a rodos,
que deixou de ser de todos,
mas uma versão somítica…
III
Portanto, em conformidade
com o ganho e o conforto,
a politica é um desporto
e um culto de vaidade,
dando uso à qualidade
do que, assim, vai promovendo
ante as causas que defendo
dentro da minha justiça,
porém, a razão postiça
diz-me o pouco que aprendo…
IV
Talvez seja eu o culpado,
por não ter cumplicidade
com a lei da pravidade
onde o mau é bem tratado,
ou por ser mais desligado
da rotina quase mítica
destinada à boa crítica
(com dobrez e a podre paz)
a quem pouco ou nada faz
a respeito de política...
António Prates – 16/06/2016
Por que somos tão mesquinhos?
Por que guardamos sentimentos que só nos fazem sentir pior?
Por que damos importância a momentos ruins e relativizamos os bons?
Quando as coisas começam a dar certo somos tomados pelo pessimismo e passamos a viver sob a máxima do "é bom demais para ser verdade".
As coisas não dão certo porque somos os primeiros a desacreditar.
Às vezes a pessoa que nos sorri está apenas feliz em nos ver.
Nem toda demonstração de carinho antecede uma apunhalada. Nem tudo é ilusão.
Perdemos tempo remoendo o passado que deu errado em busca de uma explicação ou um culpado para o sofrimento que julgamos não merecer.
Estamos sempre dizendo que as pessoas não merecem nossa amizade, nosso amor e tudo que temos de bom. Mas, o que nos torna tão especiais, a ponto de achar que merecemos receber o melhor do outro sem retribuir da mesma forma?
No decorrer da vida conheceremos milhares de pessoas, que com o passar do tempo, em sua grande maioria, se tornarão apenas mais um rosto na multidão, faz parte. Pessoas entram e saem de nossas vidas, como um dia substitui o outro.
Mas, sabe aquelas poucas pessoas que nos causam aquele friozinho na barriga?
Aquelas que fazem de tudo para demonstrar o quanto somos importantes e por isso nos fazem sentir especiais, amados e felizes?
São essas raridades que não podemos deixar desaparecer em meio à multidão.
Sendo assim abrace, beije e declare-se para essas pessoas, mesmo que para isso seja preciso desinflar o ego e superar o orgulho.
Porque o fim chega para todos, e depois teremos que nos contentar apenas com lembranças. E por melhores que sejam, lembranças não podem ser abraçadas, beijadas ou sentidas.
Por mais que a densa cortina da materialidade, da fugacidade, da mesquinhez e do relativismo, mais presentes na contemporaneidade do que em qualquer outro período, tente ofuscar o horizonte fulgurante do matrimônio, jamais o conseguirá, pois o amor que o fundamenta derruba barreiras e não conhece imposições.
*Dê adeus ao velho.*
Dê adeus aos velhos hábitos que paralisam, aos atos de mesquinharia, a falta de perdão, ao egoísmo, ao velho jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo, ao modo corrupto de driblar as leis no cotidiano, de roubar lugar na fila ou estacionar na vaga de deficiente (se você não é). Dê adeus ao racismo, ao preconceito social, a mania de enganar as crianças com falsas promessas ou iludir as pessoas com mentiras. Dê adeus a procrastinação, ao vício, ao plágio, a pirataria, a inutilidade.
*Deixe vir o novo.*
Recomece! Deixe vir um novo sorriso. Comece um novo projeto. Comece a sonhar de novo. Pegue o novelo da vida e recomece o ponto. Uma nova conversa. Uma nova tentativa. Um novo telefonema. Uma nova carta. Um novo poema.
Já me chamaram de autista, gay, louco, convencido, mesquinho, sabichão... Entre outras coisas pífias.
É só que as pessoas não conseguem encarar uma pessoa normal que é alegre sem motivo, confiante sem arrogância, divertido sem álcool, determinado sem privilégios, dono do seu dinheiro e não servo dele, sábio sem ser velho...
Enfim, tudo que é fora dos padrões assusta e causa estranhei.
Eu sou do único jeito que Deus me fez, nem normal nem estranho, apenas diferente
Num momento de saudação, podemos bem tolerar a mudez e os olhares mesquinhos de criaturas desmioladas afetadas por boatos maldosos, porém, o silêncio e a indiferença de quem diz conhecer-nos sabendo da verdade, e preferindo não interferir, é por vezes constrangedor.
A Igreja não é um prédio ou um encontro social, não deveria ser mesquinha, segregacionista, preconceituosa; não deveria condenar as pessoas, impor religião, ser dona da razão.
Igreja é um lugar impossível de ir, pois é algo possível apenas de ser!
A igreja somos nós!
Igreja é a comunidade de toda gente, onde o amor é a regra de fé e prática, onde Jesus é tudo em todos!
Nossas dores se tornam ínfimas e mesquinhas quando nos dispomos a consolar e cuidar do nosso próximo.
Não se posicionar por interesse mesquinho é falta de caráter, ser conivente com abusos por avareza é demasiado "fraco".
***Se descobrir é tão incrível...que faz você se libertar de concepções mesquinhas e medíocres, mas também assusta, porque cai o véu que te fizeram usar de ser sempre bom, ético, humilde...mas não somos sempre...somos feitos de misturas de sentimentos e emoções....também somos egoístas, hipócritas, sádicos, manipuladores....e tido bem...só Não podemos deixar predominar por muito tempo porque tudo tem retorno, isso é ciência, Filosofia...teoria...somos humanos, bichos, com instintos e desejos por vezes obscuros e sufocados...e muitos precisam ficar silenciados até para nossa saúde mental, mas que tal fazer uma viagem pata dentro? Se amar do jeito que é, sem culpa ou remorso....viver é se redescobrir, se reconstituir a cada dia com outras ações e pensamentos, mas até lá repetimos muitos ciclos que chegam nos viciar nos cegar...se conhecer é preciso!!
Se você é mesquinho e orgulhoso que só pensa em você, deixe de ser. É bem melhor ser ÚTIL E AGRADÁVEL do que ser uma pessoa horrível por dentro e por fora.
Na verdade, a mesquinhez era uma característica fundamental de uma revolução em que se celebravam a intrusão e a ignorância, e incorporava-se a inveja no sistema de controle.
Você acha esse mundo miserável, mesquinho e ignorante? E quem faz o mundo? O que você esta fazendo para mudar esse quadro? A sociedade civil é maior do que a sociedade política em corpo, mas em espírito ela é brutalmente fraca, e se deixar esmagar porque é acomodada; mova-se, grite, desvie-se, não contamine-se!
