Frases sobre Pão

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"Aquele que sempre dividiu o pão que come, jamais passará fome; já os ingratos estarão eternamente insatisfeitos."

"Enquanto o futebol valer mais que os filhos, a família adoece e a política do pão e circo se eterniza."

"Ratazanas invadiram as esquinas em rede! Na vizinhança sumiu o dinheiro do pão e do leite. Crianças foram forçadas ao jejum. A inércia do Estado gerou essa insalubridade!"

"Que seja o amor nosso pão de cada dia...sempre!"

☆ Haredita Angel

Sogra e sertão!


É a chegada...
É o abraço amigo.
É a coalhada, filhós e pão.
É o café quentinho
É o anjo em ação.


É a noite...
É a conversa no terreiro.
É o chá de capim limão.


É o sono...
É a rede na sala.
É o lençol limpinho.
É o cheiro bom do sabão.


É a partida...
É o doce, a manteiga, o capão, e os ovos na lata com feijão.


É o amor envolvido na caixa de papelão.
Isso é sogra!
Isso é sertão!
Haredita Angel
28.03.17

Carnaval, pão e circo ...
povo bobo e distraído
(ovelha, cabra e hirco)
no final, é povo traído.


Carnaval, pão e circo na avenida,
máscara sorrindo pra dor escondida.
Tambor que bate, razão que cala,
promessa velha em discurso que embala...


Povo distraído na luz do clarão,
dança algemado sem ver a prisão...
Entre serpentinas e brilho barato,
vendem-lhe sonhos a prazo e contrato...


Ovelha que segue, cabra que berra,
hirco que insiste em lamber a terra...
Ruminam slogans, engolem refrão,
mastigam migalhas de falsa nação...


Enquanto o circo levanta poeira,
a mão do administrador limpa a carteira...
Riem na festa, choram depois,
contam-se perdas, dividem-se em dois...


No fim da folia, cai o véu colorido,
resta o silêncio do povo traído...
E a história repete, sem dó nem pudor:
trocam-se as máscaras…permanece a dor...


✍©️@MiriamDaCosta

A mentira


O que é a mentira?


A mentira
é a nutrição da hipocrisia.


O pão diário
de quem precisa fingir virtudes.


Sem ela,
muitas máscaras
morreriam de fome.


Sem esse alimento,
muitas consciências
ficariam nuas.


Sem esse subterfúgio,
muitos candidatos a cargos vários
seriam eliminados.


Sem essa artimanha,
muitos jornalistas
perderiam suas ricas carreiras.


Sem ela,
muitos influenciadores
não teriam seguidores
nem lucros promissores.


Afinal...
a mentira parece ser
um prato bem preparado
para os famintos do nada de tudo,
(vazios de tudo e inflados do nada)
que devoram o menu proporcional
do momento sem perceber
que o barato, quase sempre,
sai muito caro.
✍©️MiriamDaCosta

Quem vê o grão, não enxerga o pão!

É tempo de vomitar o pão que o diabo amassou e comer do maná que Deus derramou!

⁠Pensando em você.
Escrevi "te amo" nas migalhas de pão.
Será que é amor?
Desses que arrebata, invade, e completa?
Sim, não tem mais como negar.
Agora, você mora em mim.
Por toda a vida.
E além dela.

Há um silêncio sagrado no ato de repartir o pão, um mistério ⁠que só se completa quando duas mãos se tocam sem o ruído do mundo, no entanto quando a lente se atravessa entre o doador e o faminto, a caridade corre o risco de virar teatro.

"O pão vistoso nem sempre sacia a fome; às vezes, só envenena a pressa de quem não soube esperar."

"Pão e entretenimento continuam sendo a velha fórmula do controle."

Quando os governantes têm mais fome de poder do que o povo tem de pão, a política deixa de servir a nação e começa a alimentar-se dela.
Daniel Perato Furucuto, 2026

Jesus andava a pé e dividia o pão; os apóstolos modernos andam blindados e multiplicam o próprio patrimônio.

⁠Para muitos, a economia da atenção
é o pão na mesa e a conta que chega.


Quem luta pra viver não tem tempo pra política. Não é indiferença, é a vida que não espera.

O PÃO QUE ILUMINOU A ETERNIDADE DA CONSCIÊNCIA.
O episódio intitulado “História de um Pão”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e atribuído ao espírito Humberto de Campos, insere-se na obra O Espírito da Verdade, constituindo uma das mais eloquentes parábolas morais da literatura espírita moderna.
A narrativa apresenta Barsabás, figura simbólica do poder corrompido, cuja trajetória terrestre foi marcada pela usura, pela indiferença moral e pela exploração dos vulneráveis. Após a morte, sua consciência desperta para a realidade espiritual sob o peso das próprias ações. Aqui se confirma, com rigor doutrinário, o princípio estabelecido por Allan Kardec em O Céu e o Inferno, onde se assevera que o estado da alma após o desencarne é consequência direta de sua conduta moral.
A dissolução de seus bens materiais e o esquecimento de seu nome representam, sob análise sociológica e espiritual, a falência de todos os valores meramente exteriores. O patrimônio, outrora idolatrado, revela-se incapaz de sustentar qualquer permanência no campo da memória afetiva. Tal concepção encontra ressonância na máxima evangélica registrada em Evangelho segundo Mateus, capítulo 6, versículo 19:
“Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem.”
A erraticidade de Barsabás é marcada por densidade psíquica, simbolizada pelas trevas e pelas vozes acusadoras. Trata-se de um quadro típico de perturbação espiritual, conforme descrito em O Livro dos Espíritos, questão 165, onde se esclarece que o Espírito experimenta confusão proporcional ao seu grau de apego e ignorância moral.
Entretanto, a inflexão decisiva da narrativa ocorre quando o personagem aprende a orar. A oração, longe de ser mero ritual, assume função de orientação vibratória, atuando como eixo de realinhamento da consciência. Esse conceito é desenvolvido com profundidade em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 27, onde se define a prece como “um ato de adoração” e um meio de aproximação efetiva com o plano superior.
Ao alcançar a chamada “Casa das Preces de Louvor”, Barsabás depara-se com uma realidade de notável simbolismo: cada luz corresponde a uma oração de gratidão oriunda da Terra. Este ponto é crucial sob o prisma da lei de causa e efeito. Não são os grandes feitos ostensivos que determinam a redenção imediata, mas a qualidade moral do ato.
E então surge o núcleo filosófico da narrativa.
Entre todas as suas faltas, apenas um gesto resplandece: a doação de um pão a uma criança abandonada. Um ato singelo, quase esquecido pela própria memória do benfeitor, mas eternizado pela gratidão daquele que o recebeu. A prece da criança converte-se em luz, em crédito espiritual, em vetor de reabilitação.
Aqui se manifesta, com clareza cristalina, a lei de justiça divina interpretada pelo Espiritismo: nenhum bem se perde. Mesmo o menor gesto de amor, quando autêntico, possui repercussão imensurável.
A identificação entre Barsabás e Jonakim transcende o simbolismo narrativo e adentra o campo das leis reencarnatórias. Ao vincular-se magneticamente ao beneficiado, o Espírito encontra oportunidade de retorno à existência corporal, não como punição arbitrária, mas como mecanismo pedagógico de reparação e crescimento.
Tal princípio é corroborado em O Livro dos Espíritos, questão 132:
“A encarnação tem por fim fazer o Espírito chegar à perfeição.”
A carpintaria humilde onde Barsabás reencontra Jonakim não é mero cenário. Trata-se de um ambiente arquetípico de trabalho digno, simplicidade e reconstrução interior. A imagem final, na qual o Espírito conquista a bênção de renascer, sintetiza o triunfo da misericórdia divina sobre a justiça punitiva.
MORAL DO CASO.
A narrativa demonstra, com precisão doutrinária e profundidade psicológica, que a redenção espiritual não depende de grandiosidade aparente, mas da autenticidade moral dos gestos. Um único ato de amor verdadeiro, ainda que isolado em uma vida de equívocos, pode converter-se em semente de luz capaz de orientar a consciência através das sombras mais densas.
Não é a quantidade de obras que eleva o Espírito, mas a qualidade ética que as sustenta.
CONCLUSÃO.
O pão oferecido por Barsabás, gesto aparentemente ínfimo, revela-se como monumento invisível erguido na eternidade da consciência. Assim, compreende-se que cada ato humano, por menor que pareça, inscreve-se nas leis universais com consequências que ultrapassam o tempo e a matéria, convidando o Espírito a reerguer-se, passo a passo, rumo à própria reabilitação moral.

Na privação, um pão vira refeição;
na abundância, rejeição.

Sem Bíblia, o crente vira vento.
Com Bíblia, o crente vira rocha.
Ela é espada, pão, fogo e martelo.
Ela tira o osso fraco e põe tutano no lugar.
Ela te treina para a batalha,
Te firma pra não negociar com o pecado,
Te fortalece pra não cair com qualquer vento.

Não venhas com pedras ao encontro do quebrado;
vem com mãos, com curativos, com pão.
Que o julgamento se converta em cuidado,
e a acusação, em abraço.


Pois quem guarda pedras perde a ternura;
quem as entrega encontra graça,
e no colo do Amigo ferido, aprende a amar sem ferir.