Frases sobre Pão
Dois homens caminham por uma estrada em sentido contrário, cada um trazendo consigo um pão. Em determinado ponto, os dois se encontram, trocam os pães e cada um segue adiante levando um pão. Em outra estrada, dois homens também caminham em sentido contrário e cada um deles traz consigo uma ideia. Em determinado ponto, eles se encontram, trocam as ideias e cada um segue seu caminho, levando agora duas ideias.
No dia que o esquerdista não dividir o pão, você passa fome, no dia que o da direita, não der o pão, você compra.
Se você reclama da comida que sobrou do meio dia, do pão que sobrou do café da manhã! E os coloca no lixo? Lembre-se daqueles que vivem famintos por não terem o que você jogou fora.
Obrigado senhor!
Pelo pão de cada dia, quando muitos passam fome...
Pela minha saúde quando, muitos sofrem infermos...
Por ter uma cama pra dormir...
quando muitos dormem nos bancos das praças...
Pela minha felicidade, quando muitos choram de tristeza...
Pelo amor que eu tenho...
quando muitos vivem se odiando...
Por fim obrigado meu Deus, por eu viver em Paz, quando muitos vivem de guerra. Amém.
MANUELA NA SOMBRA DE UM GIRASSOL 🌻
Na infância de Manuela,
o amor tinha cheiro de pão,
mas o silêncio da casa
doía mais que a escuridão.
Entre afeto e tempestade,
aprendeu cedo a resistir:
mesmo quando tudo faltava,
seu coração quis florir.
"Toda água que o homem oferece é efêmera: sacia por instantes, mas devolve a sede. Todo pão que o homem reparte é finito: nutre o corpo, mas deixa a alma faminta.
Há, porém, uma condição existencial que transcende o contingente. Existe um Ser que não apenas dá água, mas é a própria Fonte. Não apenas reparte pão, mas é o próprio Pão.
João 6:35 revela: 'Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede.'
Esse Ser é Jesus. Nele coincidem o Caminho, a Verdade e a Vida. Não como conceitos abstratos, mas como realidade que preenche o vazio fundamental da existência humana."
Rap lei é para todos?
Quem rouba milhões janta sorrindo na TV,
quem rouba um pão nem consegue sobreviver,
a justiça usa venda, mas enxerga o endereço,
pro pobre sobra a dor, pro rico sobra apreço.
Criança cresce vendo o sistema falhar,
mãe enterrando filho sem tempo pra chorar,
político promete mudança em eleição,
depois esquece o povo e aperta outra mão.
Helaine Machado
Tem gente que vive de aparência para ter fama de metida, gasta o que não pode a noite e come pão com mortadela durante o dia.
Arrota vantagem sem olhar suas decadências, ser hipócrita tá no sangue, ser idiota é demência.
Pessoas sem conteúdo e embalagem sem valor, todo mundo tem um preço no jardim dos corruptos.
Me negue a comida, me negue o pão... E me negue toda e qualquer refeição
Me negue a vida, me negue o ar... Você pode me negar até o ato de respirar!
Só não me negue o seu amor, pois preciso de uma chance de como provar que a sua pessoa pra mim tem valor;
A narrativa entrega respostas em forma de pão mastigado; a realidade oferece o trigo e exige dentes e cérebro.
Pão com Café
Volta do trabalho é muito cansativo. Gente reclamando do dia, ônibus lotado, barulho, pessoas entrando e saindo me gera muito incomodo. O que torna o final do dia bom é conversar com Rodrigo que mesmo após os piores dias me faz sentir melhor, mas não gosto quando me diz que seria bom eu possuir uma mulher, filhos, ter um relacionamento, uma família. Isso apenas iria piora meu dia.
Quando chego a minha casa a única coisa que ainda me anima é comer pão com café forte, mas hoje não me lembrei de compra já que só queria fugir do assunto de família que Rodrigo voltara a repetir. Então são 17h30 os pães já deve está no fim é melhor correr.
Descia a rua passava pelo viaduto com aquele cheiro de podridão, uma carniça logo a vista urubus a devora-la me fazia sentir arrepios na espinha, a mesma sensação de conversa hoje com Rodrigo.
Mesmo chegando tarde à fila se encontrava imensa. Porque a única coisa que me alegra vai ser tão difícil de alcançar? O homem que estava a minha frente segurava um bebê, não parava quieta e o homem não parecia lidar com aquela nenê, até que aquele olho rápido me encontrou e me assustou.
Seus olhos se acalmaram e arrumou uma posição para me olhar. Aquela nenê me olhava, não sei o motivo, além disso, seu sorriso me cativou. Busquei não dar atenção além do mais são seres que dão muito trabalho. Ela soltou um grito agudo chamando minha atenção, respondi com um sorriso e ela estendeu a mão. Tão pequena tão frágil, só querendo se aproxima. Não sabia o que fazer. Estendi meu dedo tentando diminuir a distância, quando a fila andou e a distância aumentou como se não fosse para aquilo acontecer.
Voltei a minha consciência e meu pão com café forte, e enfim era minha vez pedi pão, foi bem fácil só restava pão carioca e sovado o pior. Acaba se embebedando todo e estraga o proveito do café que é tão bom de degusta. Pedia carioca e me dirigia ao caixa.
Via a bebé no caixa que nos braços de seu pai, mas uma mossa chegava pegando-a; deve ser a mãe dela. Mulheres drenam toda a energia do homem e no fim pegam apenas aquilo que desejam, mas aquele não sentia isso. O homem de cor, mãos calejadas e roupas sujas de cimento. Como após um dia de trabalho se sentia mais relaxado que eu?
Rodrigo me viu, me senti constrangido por sentir inveja dele, mas ele apenas me deu adeus e foi embora com sua família. Perdi o apetite do meu maravilhoso pão com café.
São Paulo, minha vida. Despertar ao som do trânsito, o cheiro de café e pão fresco na padaria da esquina. O cinza dos prédios cortado pelo verde teimoso de uma praça. A correria da Avenida Paulista, sonhos pulsando em cada olhar. Noites iluminadas, o samba na viela, o livro no metrô. A solidão na multidão e a descoberta de um sorriso familiar no ônibus lotado. Chuva de verano alagando lembranças. É cansaço e eterno movimento. Minha história escrita no asfalto, nos muros, no céu que teimo em enxergar. São Paulo, não te troco por nada.
Dar festa pão e circo é como dar bebida forte para um viciado, ele esquecerá da sua própria miséria e, estará sempre contente, rindo da própria desgraça....
O Pão de Cada Dia e a Arte de Servir
Imagine uma cidade e 2 padarias…
A Padaria A, tradicional e rainha do pedaço por anos. O conforto do hábito, a ausência de risco, mantinham a maioria dos clientes fiéis, mesmo que o pão já não fosse mais tão surpreendente.
A padaria “A” acreditava que sua tradição era seu escudo.
Certo dia, surge a Padaria B. Nova, disposta a ser mais do que apenas um lugar para comprar pão.
Um a um, por curiosidade ou insatisfação sutil, os moradores começam a visitar a B. O boca a boca se espalha. Sem roubo de receita ou rasteira, apenas pela força inegável da livre concorrência em ação, a padaria B passa a ganhar a confiança dos clientes e, logo, sua preferência.
A verdade é que os clientes buscam algo que vai além de um CNPJ com tradição.
Eles buscam conexão. Querem ser ouvidos, atendidos com cordialidade e personalização. Querem se sentir únicos. E isso é:
* É ser chamado pelo nome.
* É ter o aniversário lembrado.
* É o cuidado em um contrato bem feito.
* É o brinde simples, mas cheio de significado.
Muitas vezes, não é o preço que define o vencedor, mas sim a forma como o negócio é conduzido: o ouvir, o carinho, a atenção, a sensibilidade. É sobre construir parcerias com pessoas, e não apenas focar em lucros. É vender bem, mas entregar além.
Quando um concorrente surge, ele não é apenas uma ameaça; é um espelho e uma oportunidade de aprendizado.
De analisar: Onde estão as qualidades deles? E, mais crucialmente: Onde estão as nossas falhas e nossos pontos fortes?
No mundo corporativo (e na vida pessoal), a capacidade de aprender com o concorrente, apesar da sua própria história e experiência, é o que garante a evolução ou decreta o seu fim.
Essa escola , é mais olhar ou vigiar a vida do outro, mas de olhar para a sua própria através da lente da concorrência, e decidir entregar mais do que “mais do mesmo.”
E você, Como você está negociando o seu “pão”?
O capitalismo e o socialismo cortam o mesmo pão para se alimentarem, com a sutil diferença de que apenas o segundo utiliza suas mãos para recolher as migalhas deixadas pela ambição do primeiro.
