Frases sobre Pão

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Ao pessimista famélico, a vida é pão dormido.

Tenho pão, abrigo e proteção
Enquantos muitos vagueiam
Triste e pobre caro irmão
Cachorros de raça passeiam
Sociedade sem direção
Ontem mataram os indígenas
Depois escravizaram os negros
Vejo privilegiados otimistas
Outros carregam os pesos
Minhas lágrimas são luxo
De que tem três refeições
No meu apartamento burguês
Faco minhas reflexões
Por que o luxo é lixo
Se carros importados
Não tem nada a ver com isso
Muitos querem pão
Querem droga também
Para anestesiar o chão
Em que dormem de frio
De congelar a mão
Caríssimo irmão
De quem me desvio
Nas ruas de então
Sua droga é minha solidão
É o dinheiro que excede
No bolso ostentação
No restaurante italiano
Na padaria francesa
Outros contram moedas
Cínica mesquinha riqueza
Sei no estomago que pesas
O preço da avareza
Eu tranco as portas
Para me refugiar
Da ingrata realidade
A me rodear
Não dê dinheiro
Pois ele vai beber
Pois que beba irmão
Se o alcool é sua solidão
Frases de efeito
Sociedade em putrefação
Se sou delicada
E me come a depressão
Muito mais doeria a alma
Se tivesse que dormir no chão.
Escrevo calada na cadeira
O que procuro esquecer
Que a desigualdade
Ainda vai crescer.

Beba irmão
Se o álcool é sua solidão
Eu tenho comida farta
E me mata a depressão
Cada um vive
A sua opressão
Mas não somos todos iguais
Na poeira do chão
Eu tenho remédios
Você tem invisibilidade
Somos dois seres
Morrendo na cidade
Eu sonho com igualdade
De pão e alegria
Mas na impotência
Eu só escrevo poesia

Beba irmão
Se o álcool é sua solução

Beba irmão
Eu vou beber solidão

Um dia na cidade
Putrefação e desigualdade

O professor ensina.
O padeiro faz pão.
A função do escritor é escrever, nem tudo é fato, a maioria das vezes é apenas inspiração.
Ficção, história, conto, no meu caso sou apaixonada por crônicas filosóficas, qualquer semelhança com a realidade é mera, coincidência 😉

A carência é a maior prisão do homem moderno. Fugimos da nossa falta buscando o pão da dopamina barata e das validações vazias. Se você não governa as suas necessidades, você será sempre um escravo das suas circunstâncias.

*O Circo Van Escher Chegou: Parte 2 - No Mercado*


Eu fui só comprar pão. Juro.
Em 10 minutos eu já tinha:
Derrubado uma pilha de Danone,
Feito amizade com a moça do caixa,
E virado fiscal não oficial da fila do açougue.


Minha filha só falou: "Mãe, pelo amor de Deus".
Eu falei: "Filha, entretenimento gratuito pro povo".


Moral: se me ver no mercado, corre.
Ou pega uma pipoca e assiste.
_Van Escher_

"Que seja o amor nosso pão de cada dia...sempre!"

☆ Haredita Angel

Somos fantasmas da nossas vidas
Realidade partida pelas ventosas de espíritos pão de deuses abrangentes.
De fontes dolorosas ate que não exista mais nada.

O PÃO QUE ILUMINOU A ETERNIDADE DA CONSCIÊNCIA.
O episódio intitulado “História de um Pão”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e atribuído ao espírito Humberto de Campos, insere-se na obra O Espírito da Verdade, constituindo uma das mais eloquentes parábolas morais da literatura espírita moderna.
A narrativa apresenta Barsabás, figura simbólica do poder corrompido, cuja trajetória terrestre foi marcada pela usura, pela indiferença moral e pela exploração dos vulneráveis. Após a morte, sua consciência desperta para a realidade espiritual sob o peso das próprias ações. Aqui se confirma, com rigor doutrinário, o princípio estabelecido por Allan Kardec em O Céu e o Inferno, onde se assevera que o estado da alma após o desencarne é consequência direta de sua conduta moral.
A dissolução de seus bens materiais e o esquecimento de seu nome representam, sob análise sociológica e espiritual, a falência de todos os valores meramente exteriores. O patrimônio, outrora idolatrado, revela-se incapaz de sustentar qualquer permanência no campo da memória afetiva. Tal concepção encontra ressonância na máxima evangélica registrada em Evangelho segundo Mateus, capítulo 6, versículo 19:
“Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem.”
A erraticidade de Barsabás é marcada por densidade psíquica, simbolizada pelas trevas e pelas vozes acusadoras. Trata-se de um quadro típico de perturbação espiritual, conforme descrito em O Livro dos Espíritos, questão 165, onde se esclarece que o Espírito experimenta confusão proporcional ao seu grau de apego e ignorância moral.
Entretanto, a inflexão decisiva da narrativa ocorre quando o personagem aprende a orar. A oração, longe de ser mero ritual, assume função de orientação vibratória, atuando como eixo de realinhamento da consciência. Esse conceito é desenvolvido com profundidade em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 27, onde se define a prece como “um ato de adoração” e um meio de aproximação efetiva com o plano superior.
Ao alcançar a chamada “Casa das Preces de Louvor”, Barsabás depara-se com uma realidade de notável simbolismo: cada luz corresponde a uma oração de gratidão oriunda da Terra. Este ponto é crucial sob o prisma da lei de causa e efeito. Não são os grandes feitos ostensivos que determinam a redenção imediata, mas a qualidade moral do ato.
E então surge o núcleo filosófico da narrativa.
Entre todas as suas faltas, apenas um gesto resplandece: a doação de um pão a uma criança abandonada. Um ato singelo, quase esquecido pela própria memória do benfeitor, mas eternizado pela gratidão daquele que o recebeu. A prece da criança converte-se em luz, em crédito espiritual, em vetor de reabilitação.
Aqui se manifesta, com clareza cristalina, a lei de justiça divina interpretada pelo Espiritismo: nenhum bem se perde. Mesmo o menor gesto de amor, quando autêntico, possui repercussão imensurável.
A identificação entre Barsabás e Jonakim transcende o simbolismo narrativo e adentra o campo das leis reencarnatórias. Ao vincular-se magneticamente ao beneficiado, o Espírito encontra oportunidade de retorno à existência corporal, não como punição arbitrária, mas como mecanismo pedagógico de reparação e crescimento.
Tal princípio é corroborado em O Livro dos Espíritos, questão 132:
“A encarnação tem por fim fazer o Espírito chegar à perfeição.”
A carpintaria humilde onde Barsabás reencontra Jonakim não é mero cenário. Trata-se de um ambiente arquetípico de trabalho digno, simplicidade e reconstrução interior. A imagem final, na qual o Espírito conquista a bênção de renascer, sintetiza o triunfo da misericórdia divina sobre a justiça punitiva.
MORAL DO CASO.
A narrativa demonstra, com precisão doutrinária e profundidade psicológica, que a redenção espiritual não depende de grandiosidade aparente, mas da autenticidade moral dos gestos. Um único ato de amor verdadeiro, ainda que isolado em uma vida de equívocos, pode converter-se em semente de luz capaz de orientar a consciência através das sombras mais densas.
Não é a quantidade de obras que eleva o Espírito, mas a qualidade ética que as sustenta.
CONCLUSÃO.
O pão oferecido por Barsabás, gesto aparentemente ínfimo, revela-se como monumento invisível erguido na eternidade da consciência. Assim, compreende-se que cada ato humano, por menor que pareça, inscreve-se nas leis universais com consequências que ultrapassam o tempo e a matéria, convidando o Espírito a reerguer-se, passo a passo, rumo à própria reabilitação moral.

❝ ...⁠Obrigada, Pai, por me vestires de fé e de esperança, Pelo pão, pelo teto, pela lição que me faz crescer. Em Teu silêncio acolhedor, minha alma dança, E eu digo: Obrigado, Deus, por me permitires ser...⁠❞


-------------- Poetisa Eliana Angel Wolf

É tempo de vomitar o pão que o diabo amassou e comer do maná que Deus derramou!

Não vivemos só de pão, mas da Palavra de Deus - escrita nas Escrituras e viva em nós quando o Espírito a aplica ao nosso coração.

Cadê os imitadores de Jesus? Tô precisando de vinho, pão e peixes, quero curar minhas doenças crônicas, inclusive preciso ressuscitar meu vizinho que me devia uma fortuna.

Os direitos do reino do rei que sou eu,


Pobre burro tem direito de ficar calado comer pão duro ainda sorrir,
Pobre de direita ainda pode trabalhar 12 horas sem direito a viver.
No dia de descanso tem um trabalho extra pois as horas extras foram extinta.
Direitos infantis foram abulidos.
Os banheiros públicos foram fechados
Os livros foram queimados...
As terras raras foram vendidas e toda riqueza foi dada.
Somos pobres mais orgulhosos.
A luz acabou água esta falta vamos colocar fogo na floresta e fazer carvão.
A gasolina está a venda só para ricos poderoso, andem de ônibus, bom osso chegou, paradoxo da pobreza de espírito, de santo não tem nada...
Para o nada o sol do sertão.

O mundo é um moinho que tritura nossos sonhos até que eles virem farinha para o pão de cada dia, uma massa insossa que comemos apenas para sobreviver. Eu tento temperar essa massa com um pouco de poesia amarga, para que o sabor da existência não seja totalmente esquecível.

Há uma fome que não passa com pão: é a fome de sentido. Comemos afazeres, mastigamos dias, e nada nos alimenta. O sentido chega como um peixe exausto na margem do corpo. É preciso mãos firmes para pegá-lo sem esfarelar. Quando o seguramos, aprendemos a mastigar vida com calma.

Um homem pobre rouba um pão de uma padaria vai preso passa quinze anos na prisão.


Ironia é simplicidade


Outro homem rouba a vida toda compra mansões com dinheiro vivo incompatível com suas rendas agora quer ser presidente.


Rachadinha, dinheiro do combustível,
Dinheiro público jogado no ralo, ops;
Verdade tem dois lados,
Máquina de lavar dinheiro da esquina...
Ainda tem gente que reza para pneus.
Homem roubou pão, morreu na prisão...

* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações*
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes de quem anda descalço... novos dilemas na otupia de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...

Nunca vi um justo desamparado
Nem seus filhos mendigarem pão
Nunca vi um político honesto
Nem governo sem corrupção !

Inserida por dicasttilho

Se você quer amor, é pão com chá... pão com chá!

Inserida por brenocarvalho

Um tostão por um pedaço de pão

De onde vem o pão que a gente come? Quando eu era pequena, eu achava que era do chão, é do chão, mas não da terra, quero dizer da plantação de trigo. Mas hoje quando vejo a plantação, mesmo sabendo que pão é feito de trigo, não acredito mais não. O trigo não tem culpa da situação. Quando eu era pequena, todo mundo podia comer pão, mas hoje com a tal da inflação: um tostão por um pedaço de pão.
Quem é que pode pagar tamanha corrupção? Realmente o pão não vem da plantação!

Inserida por KARINAGERA