Palavra Triste

Cerca de 28319 frases e pensamentos: Palavra Triste

“Sacrifício não anula
a intenção,
Caráter sim!”


— Alex Sandro

Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria
Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria

Como poderei viver
Como poderei viver
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia

Os pastores desta aldeia
Fazem prece noite e dia
Os pastores desta aldeia
Fazem prece noite e dia

Por me verem assim chorando
Por me verem assim chorando
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia

Inserida por Mestre_Splinter

Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?

Inserida por lucasgabriel20151

A falsa sabedoria nos aprisiona em um mundo pequeno.

Inserida por LucasPalavra

Toda boneca tem um manual.

Inserida por LucasPalavra


A PALAVRA É A MAIOR ARMA DE TODAS.

A palavra é uma das armas mais forte que existe, pois, a partir dela pode levar a derrota qualquer adversário, ela pode ser usada para manipulação, criar discórdia, e mesmo induzir o adversário a autoderrota.

Inserida por euflosino_neto

⁠Não tenho um tom
Não tenho palavras
Não tenho um acorde que me socorra agora
Tudo foi embora
Só tenho você...

Inserida por marcolachico

⁠- O que aconteceu?
- Eu desisti...

Hoje foi o dia da minha tristeza aonde eu vi como e a vida real, onde eu vi que não tenho ninguém, onde eu vi que ninguém se importa, nem quem mora comigo se importou comigo!!! HOJE EU ME SENTI SOZINHO. HOJE EU VI COMO SÃO AS COISAS! E QUE EU PRECISO ME SENTIR BEM COMIGO MESMO,

amai e acabei sozinho o que fazer agora ⁠?

Ser feliz , e saber que um dia você foi triste

Inserida por wallacejulio

⁠Não se agarre a algo, ele pode te deixar sem você ao menos perceber...

Inserida por carol_perassi

Mulheres vai e vão na nossa vida! cara tenho que larga essa tristeza de mim, não posso ficar dependendo dos outros pra ser feliz.

Inserida por Lil_AndersonPensador

⁠A sociedade pode ditar a monogamia, mas a verdade, é que o coração não!

Inserida por Gost

Seus olhos se enchem de lágrima, a música se torna instrumental matando qualquer outra palavra, a cidade não respira, o tempo não existe, a solidão é coisa de gente que mora muito longe dali, minha mente aquieta todos os monstros.

Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
E se estou adiando começar é também porque não tenho guia. O relato de outros viajantes poucos fatos me oferecem a respeito da viagem: todas as informações são terrivelmente incompletas.
Sinto que uma primeira liberdade está pouco a pouco me tomando... Pois nunca até hoje temi tão pouco a falta de bom-gosto: escrevi “vagalhões de mudez”, o que antes eu não diria porque sempre respeitei a beleza e a sua moderação intrínseca. Disse “vagalhões de mudez”, meu coração se inclina humilde, e eu aceito. Terei enfim perdido todo um sistema de bom Mas será este o meu ganho único? Quanto eu devia ter vivido presa para sentir-me agora mais livre somente por não recear mais a falta de estética... Ainda não pressinto o que mais terei ganho. Aos poucos, quem sabe, irei percebendo. Por enquanto o primeiro prazer tímido que estou tendo é o de constatar que perdi o medo do feio. E essa perda é de uma tal bondade. É uma doçura.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Sustenta palavra de homem
Que eu mantenho a de mulher

Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços.....

Aprendi que uma coisa (mal) dita não tem nada que apague. A palavra proferida é um tiro na alma. Pode matar um sentimento. Pode acabar com o amor de alguém. Pode destruir uma amizade. Pode arruinar uma família. Uma palavra pode valer mais do que mil gestos. Pode machucar mais do que um tapa na cara. Pode separar mais do que a distância. Com palavras, eu magoei muita gente que eu amo. Eu perdi gente que eu amei. Mas foi só quando eu tomei uma surra de palavras na cara que eu aprendi.

Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora. Mas aí cessa a analogia: a não palavra, ao morder a isca, incorporou-a. O que salva então é ler distraidamente.

Clarice Lispector
Água Viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Deus é a palavra, Cuidado! Cuidado com o que você fala, em qualquer situação ou instante de sua vida.