Palavra Sábia

Cerca de 105560 frases e pensamentos: Palavra Sábia

⁠Para de contar seus planos para os outros, tem coisas que só Deus precisa saber.

Inserida por leodiasdepinho2022

De mim você pode dizer o que quiser, só não sabe o que está dizendo.

Inserida por wavrik

Nem toda imagem mostrada é a realidade. Só Deus sabe dos bastidores.

Inserida por wavrik

Não é fácil viver, não é fácil sobreviver, não é fácil saber que a vida não é fácil.

Inserida por wavrik

Quem tem, sabe.
Quem tem, entende.
Tem situações em que não é possível não se emocionar.

Inserida por wavrik

⁠Na filosofia da vida todos nós sabemos um pouco, porém muitos não vão compartilhar com ninguém, por medo de ser visto como louco. "De louco todos nós temos um pouco, " poucos vivem essa coisa que é ser chamado de louco. Mas na vida todos esquecem que viver é coisa de louco , na palavra "VIDA," depois do "V" só tem "IDA," então podemos dizer que a vida é mal compreendIDA. Viver é uma coisa F0D4, uma coisa linda, mas poucos conseguem aprender as lições da V........ Ass: Eu

Inserida por brut0

Só você sabe o quão duro foi chegar até aqui. Não desista, está dando certo.

Inserida por brut0

⁠Nada sabemos por tê-lo visto, pois a verdade se esconde nas profundezas.

Inserida por leobosco

⁠Para reunir todos os cidadãos de um Estado numa perfeita conformidade de opiniões religiosas, é preciso tiranizar os espíritos e constrangê-los a vergar sob o jugo da força.

Inserida por leobosco

O sábio que bem sabia
O que saber
Soube saber que sabendo
Ser sábio
Sabiamente, seria salutar
Sua sóbria
Sapiência...

Inserida por NICOLAVITAL

PARADOXO DA EXISTÊNCIA:


É filosófico saber quem eu sou
De onde vim, onde estou
E para onde vou
Meu ego, como o teu
Mutila-se
Na busca de autoafirmação
A beleza anatômica
Reflete-se nas entranhas do teu eu
O pechoso
Infinitamente reluz em tua razão
Nesse afã
Nosso ímpeto nos remete
Ao orbe de que somos
O que não seremos jamais
Que viemos de onde jamais passamos
E iremos talvez
Para um universo
Paradoxal...

Inserida por NICOLAVITAL

A leitura alimenta a alma
Aplaca o sentimento, e lhe
Dar a faculdade do saber

Inserida por NICOLAVITAL

Nem sempre cursar faculdade é sinônimo de sabedoria, todavia, a leitura nos dar a faculdade do saber.

Inserida por NICOLAVITAL

NADA SABEMOS SOBRE...

Que alma não almeja
Conhecer a alma?
Quem ao menos sonhará?
O coração de outrem é outro orbe
A quem não se vê, nem comunica-se,
Com quem não se há entendimento.

Nada sabemos sobre...
Quando de nossa própria
Aquelas que são alheias
Veem, gesticulam, e falam apenas,
No mais supomos alguma semelhança,
Ou mera coincidência.

Inserida por NICOLAVITAL

"OPINIÕES ADVERSAS DEVEM SER RESPEITADAS, NÃO NECESSARIAMENTE COMPARTILHADAS"

Inserida por NICOLAVITAL

A SABEDORIA SOBREPONDO-SE À FANTASIA!

Inserida por NICOLAVITAL

O "CRÍTICO CONTUMAZ", NA BUSCA À CRÍTICA, ACHINCALHA, DEFORMA OPINIÕES!

Inserida por NICOLAVITAL

"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE, ESTÁ FICANDO RUDE"

Inserida por NICOLAVITAL

Nada se ensina. Compartilha-se saberes.
Todo ator social possui conhecimentos específicos à sua realidade.
Em seu próprio palco encena a peça através linguagens antagônicas.
Com direção a um mesmo fim.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠PELADAS DE RUA:
Quando menino a bola era meu fraco:
Bastava saber que no campo do barreiro de ZÉ JOAQUIM havia uma. Que ali estava eu, moleque franzino de cabelos claros cortados em franja, motivo pelo qual a molecada me chamava de “Zico”, apenas pela aparência física, pois mesmo tendo certa intimidade com a “Gorduchinha” nem de longe lembrava o Galinho.
Porém, me recordo com muita nostalgia do primeiro time formadinho com uniforme e tudo. Mas, claro, não tinha nada a ver com a realidade tupiniquim.
O padrão era do Internacional, clube lá do sul.
Ora! Ninguém queria saber se era do Sul, Norte ou outra região. O que bastava era estar uniformizado e se exibir no campo defronte ao estádio JOSÉ RAMALHO DA COSTA, pointer dos times de peladas de rua à época. Por quê? “Por que ali era onde os jogadores profissionais e técnicos do América Futebol Clube passavam para os treinos e todos os moleques alimentavam a esperança de um dia jogar no América. Carinhosamente chamado de” MEQUUINHA”.
Como em todo grupo existem as figuras pitorescas aquele não podia ser exceção. Logo aparece o “Beque Central” do time, apelidado de “BUBAÇO”. Era uma figura esguia, meio corcunda e olhos quase que saltando de órbita.
Buba como carinhosamente o chamávamos, sujeito não muito adepto da higiene, tinha o mal habito de conservar as unhas dos pés sem apara-las.
Também lembro com muita nitidez que todos jogavam descalços porque a grande maioria dos meninos eram filhos de pais pobres e não podiam comprar o Kichute. Pois era privilegio dos mais abastados filhinhos d papai.
Nunca me saiu da lembrança, um fato no mínimo hilário, que até hoje quando lembro me passa um VT daquela cena inusitada: Era a final de um torneio, e nós decidíamos com o Botafogo de Ciço de Miguel Eustáquio. Que por sinal era o melhor entre os demais times.
A partida estava com o placar em 0 X 0 e já no finalzinho do jogo quando Bubáço (jogador), recebe uma bola cruzada sobre o zagueiro adversário, dribla-o” Quipa” e chuta com bastante força a bola que era de plástico, a saudosa Canarinho, o xodó da gurizada nos anos de 1970. Parece mentira, as unhas salientes do atleta corta a pelota e o gol é abortado.
Desolado e visivelmente indignado. Entra em cena JUVENAL, dono da bola e do fracassado time. Percorre todo o campo como se numa volta olímpica com um único intuito, agredir o pobre Buba que além de cortar sua bola, frustrou o resultado daquela partida.
O cartola ao alcançar seu jogador, impiedosamente o agride físico e verbalmente. Além de suspendê-lo da equipe até que compre uma nova bola e apare suas malfeitoras unhas.
Ainda meio assustado estava ali estático.
Eu, e os demais colegas do clube. Sem esboçar nenhuma reação em defesa do principal personagem daquele espetáculo que hoje juntamente com seu “algoz” encontra-se em outra dimensão.
Tudo isso para fazer jus ao que digo ao encetar o texto:
(A bola era definitivamente o meu fraco). Diferentemente do que representava meu ídolo Arthur Antunes Coimbra (Zico).
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL