Palavra Sábia
Quanto tempo dura uma vida?
Para uns alguns anos
Para outros dezenas de anos
Mas quer saber a verdade?
Para aqueles que amam a Deus
Uma vida dura uma eternidade
A inclusão e o diálogo podem ser aprendidos, mas só as escolas que sabem incorporá-los na prática são capazes de ensiná-los.
Senhor renove a fé daqueles que buscam em vós a luz da sabedoria. Traga ao seu colo aqueles que precisam de seu abraço, e acalme aqueles corações feridos cuja cor avermelhada se acinzentou no percorrer dos caminhos da vida.
Eliminadas todas as desordens opinativas, destilamos uma única questão política relevante, ainda que perturbadoramente irrespondível: onde termina a liberdade e começa a nocividade da expressão ideológica?
Não deixe uma criança crescer sem saber o que fazer da vida. Dê-se ao trabalho de conceder-lhe um ofício.
"Sabe aquela vontade de em certos momentos ser uma mosquinha? Pois é, nunca tive! Desde cedo aprendi o lugar das moscas. Quem quer rebaixar-se a tanto, seja qual for o motivo?"
Quer saber se é amor?
O amor acaba....
Quando o dinheiro acaba,
Quando as dificuldades surgem.
Esse era uma paixão disfarçada de amor.
Pois o amor se fortalece a cada dia e a cada luta.
O amor permanece de mãos dadas o tempo todo.
Quando um pensar em desistir, o outro,
diz, estou com você e vamos passar tudo juntos e vencer juntos.
Nosso amor é maior e mais forte.
Afinal, que graça teria, vencer sem ter você ao meu lado para comemorar.
Sabe aquele papo de que ninguém pode mudar? Isso é balela, conversa pra boi dormir, aliás as pessoas sabem muito bem de suas escolhas.
Essa historia de "tô confuso" é apenas uma desculpa para adiar uma tomada de decisão. É claro, o que estou falando não é que as pessoas enrolam, estou dizendo que para mudar é necessário de reflexão, de vontade, de dedicação, de força e tempo.
Não é fácil, aliás, mudar algo nunca vai ser... Mas quando uma pessoa traça um objetivo e quer, ela vai lá e consegue!
Quem me olha até pensa que sou normal, mal sabem eles que vivo em um mundo paralelo denominado como palácio mental.
Críticos Carreirolíticos
Bem sabe, depois que as caravanas foram passar,
Todos de uma vez se puseram a observar
Latidos caninos que as acompanhavam,
Mas de forma alguma atrapalhavam.
Outra, porém, é a sina do artista,
Pois, por melhor que seja, acredita que resista
A investidas cegas desses críticos?
Numa palavra: são 'carreirolíticos!'
Não há autor, ator ou prima dona,
Seja ela encantadora ou solteirona,
Que resista a um epíteto mordaz.
Responderá sorrindo: Tanto faz?
Pois, nesse caso, vai palpite de amigo
Esse aí é o domicílio do perigo!
Desprezar a corja ululante,
A pretexto que o alvo segue avante,
Desprezando os atos da matilha
É esquecer que essa camarilha
Tem o poder de vida ou de morte
Sobre carreiras. Não o fazem por esporte.
Mas, por serem desprovidos de ideias
Destroem sem pudor obras alheias.
Tão fácil é dizer: ‘Isso não presta’,
Com ar soturno de um final de festa!
Jogar no lixo um autor que ia avante
Como fazia o Flávio Cavalcanti.
Quebrava discos? muito bem , esses senhores
Numa penada destroem os autores.
Isso porque com seu poder mediático
Ressaltam num tom denso e enfático,
Ser a leitura desse pobre diabo uma besteira.
Outros fizeram melhor. E a peneira
Que eles ao serviço do público deixaram
Soterra infelizes que tentaram
Por um momento, ou menos, um segundo,
Deixar o pensamento vagabundo
Soltar uma imagem. Que importa
Se um amor eterno escala a aorta.
Mas imaginem quanta leviandade!!
Exclama enfurecida a ‘autoridade’
Essa metáfora, essa alegoria
Provém de quem ignora anatomia.
E vão falando sobre a veia cava:
´Por ela corre sem parar a lava
Dos sentimentos que esse pobre autor.
Um misto de palhaço e trovador,
Que de modo absoluto ignorava
Ser rota do amor veia cava’.
E a metáfora se perde na história,
O grande crítico a retira da memória
De quem por um acaso a decorasse
a amasse
interpretasse
Rotulasse.
O papel glorioso da aorta,
O sofrimento? Ora, letra morta...
Meus parabéns, meu caro amigo crítico,
Receio agora ter que ser político.
Terei que reduzir minhas patadas
Pois prezo muito minhas obras publicadas.
Desafiar você? Nem tento,
Não vou fazer pipi contra o vento.
Contudo , ó crítico, respeito-lhe o cetro,
Sobeja-lhe razão prá mais de metro
O seu oficio apreciaria a distância
Pontificando em algum jardim de infância
Impondo suas regras sem moral.
Ó crítico, egresso de um Mobral
E para poder espetar você de jeito
Eu acrescento: Mas que Mobral mal feito!
Dizia o Ionesco :estúpido animal
Louvando sua mente vegetal.
Quando uma idéia assim incubo,
O ventilador espalha o adubo.
Talvez a situação seja esquerda,
Mas todo crítico, afirmo, é uma merda.
Eu quero a paz que só o louco pode ter
Uma sabedoria em que possa sentir prazer,
A esperança de uma criança no natal
E a sinceridade de um amor fraternal,
Quero apenas um único Amor,
E que simplesmente acabe com a Dor,
Quero sorrir sem me preocupar
Ser feliz sem medo de errar,
Quero aproveitar enquanto posso respirar
Pois uma hora o coração não irá funcionar
E os meus olhos irão se fechar.
E isso certamente irá acontecer
Pois não há o que se possa fazer,
E quando a minha vida acabar
Irei poder descansar e nunca mais me preocupar,
Pois a vida é assim
Feita por início, meio e fim.
Se nem de mim eu sei
Como de você saberei?
Bem que eu gostaria
De que modo eu faria?
Façamos assim
Eu lhe amando
E você a mim
Até o fim...
mel - ((*_*))
"Terceiro olho aberto para o mundo, intuição transcendendo mentes rumo ao saber primordial, o vazio consciente."
