Palavra Alma
O amor deve ser vivido com paz de espírito, com serenidade na alma,
como o amor que uma mãe dedica a seu filho...
Esse é sem dúvida o mais lindo amor, pois nem sempre é reconhecido,
mas ela sabem amar com toda a força de seu ser...
Ósculos e amplexos,
Marcial
A SERENIDADE DO AMOR
Marcial Salaverry
Com o coração sempre puro, procuramos sentir serenidade, sempre em busca da felicidade... Sem sentir medo, e sem tampouco desistir, embora por vezes ficando sem rumo, procuramos encontrar nosso prumo...
Olhando para o alto, vemos que lá está Deus, e sempre é Ele quem nos orienta... E se a esperança por acaso não sentir, é só não desistir, é saber persistir, e lutar contra o que nos atormenta... Sempre fica uma luz, uma cor, uma estrela brilhando, ou a brilhante luz do luar...
O que se impõe, é buscar apoio no amor, sem se deixar dominar pelo desespero, e sem tristeza, veremos a luz, a beleza... Lá está o amor, o carinho, e olhando naquela direção, encontraremos o que pode ser linimento para o coração... O amor que toda mãe sente por seu filho, e que Nossa Mãe sente por todos nós...
Sigamos adiante, seja como for, pois à frente, nos espera o amor... Sigamos sempre procurando, sempre o amor buscando pois ele nos está esperando... Sinta comigo a doce emoção e a muda sensação que nos domina o coração...
Reconhecendo o chamado do amor, e naquele doce momento, tirando todo tormento, entregamo-nos ao suave calor que sem contestação, nos vem deste doce sentir, um amor livre, solto, que só deseja saber-se amado com a mesma intensidade, e que sempre devemos reconhecer, jamais esquecendo de quem nos doou esse amor, e apenas espera nosso reconhecimento, para sentir que está vivendo UM LINDO DIA...
Marcial Salaverry
Eu só preciso escrever...
Um pedaço de papel, uma caneta ou lápis, e pronto!
Alivio minha alma em meio às palavras e pensamentos turbulentos e assim torno me uma alma escritora, torno livre meus pensamentos.
A escrita é o passaporte para a minha liberdade e assim, continuo com meu papel e caneta ou lápis, dando juz as letras, transformando as em esperança.
Quando assumimos o compromisso de expandir nossa alma, abrimos portas para um universo de possibilidades e transformações internas que nos levarão a alcançar o nosso verdadeiro potencial humano.
Assumir o compromisso de expandir a alma é abrir-se para um mundo de descobertas e transformações internas, que nos permitem evoluir como seres humanos e encontrar nosso verdadeiro propósito de vida.
"O corpo é feito do pó da terra que um dia novamente voltará a fazer parte da terra, já a alma é feita do pó das estrelas que um dia novamente voltará aos céus e ali brilhará pela eternidade"
"Preocupamos demasiadamente com o corpo em detrimento da alma. Somos canibais vaidosos de si mesmo, conservamos o que inexoravelmente se transformará em pó em detrimento da maturidade vital do que será eterno"
AS TOXINAS DA ALMA
As toxinas da alma são invisíveis,
Mas não menos perigosas do que as físicas,
Elas corroem nossos pensamentos,
E poluem nossa visão da vida.
São como veneno silencioso,
Que se espalha lentamente,
Afetando nossa paz interior,
E nos afastando da felicidade.
Elas surgem de diversas fontes,
Como a inveja, a raiva e o rancor,
E nos fazem esquecer o amor,
Que é o bálsamo para a alma.
Para livrar-se dessas toxinas,
É preciso ter coragem,
E reconhecer os próprios erros,
E perdoar os que nos fizeram mal.
A cura para a alma doente,
É um processo lento e delicado,
Que exige paciência e dedicação,
Mas que traz a paz tão desejada.
Então, não permita que as toxinas da alma,
Domine sua vida e lhe faça mal,
Busque a cura em cada dia,
E encontre a felicidade que sempre sonhou.
Alma de poeta
Escrevo o que sinto
Sem medo nem pudor
Coloco meus sentimentos
Sem medo de esconder
Meus sentimentos são inegociáveis..
Mostro sem máscara
Minha alma é transparente
Não tenho como esconder
Não quero me exibir
Apenas ajudar..
Mostrar que vale a pena acreditar
no amor
existe no mundo alguém que sinta o mesmo que você e não se envergonhar disso
Tenho muito amor para dar mas também gosto de receber...
O que se passa na minha alma..
Nunca será escondido...
Talvez seja por isso que não acredita em mim...
Mas o que eu posso fazer?
Essa é minha meta
Mostrar sempre minha alma
de poeta
Na vastidão da alma, a saudade se agiganta,
No eco silencioso do amor ausente, a falta encanta,
Medo e incertezas emaranhados, numa dança,
Desesperança e tristeza, a solidão avança.
Entre lembranças perdidas, o coração se embriaga,
No abismo do vazio, o amor se apaga,
A falta dilacera, como lâmina afiada,
Desesperança e tristeza, uma jornada desolada.
No terreno da incerteza, o medo se insinua,
No estar só, a alma se perpetua,
Saudade ecoa como murmúrio constante,
Desesperança e tristeza, o destino é distante.
Mas em meio à desolação, uma semente floresce,
A esperança que resiste, mesmo quando parece,
No coração solitário, a chama arde e clama,
Por um amor que supere toda dor e saudade, se derrama.
No coração solitário, a saudade se acomoda,
Na falta do amor, a alma se desenfoca,
Os medos e incertezas se misturam,
E a desesperança e tristeza se reproduzem.
Na memória, as lembranças persistem,
No amor ausente, a alma resiste,
A falta preenche os vazios do coração,
E a saudade é a dor da separação.
O medo sussurra ao pé do ouvido,
A incerteza envolve o pensamento perdido,
A tristeza invade o ser solitário,
E a desesperança consome o cenário.
Mas na saudade há um eco de esperança,
No amor ausente, uma semente de confiança,
Na falta, uma oportunidade de se reinventar,
E na tristeza, uma chance de se libertar.
A felicidade, como um raio de sol,
Irradia o coração, envolve a alma em lençol.
Nas pequenas alegrias, ela se revela,
Um estado de ser que transcende a cela.
Em cada sorriso sincero, um lampejo de luz,
A felicidade é uma dança que nos seduz.
No encontro com a gratidão, ela floresce,
E no presente momento, sua essência se oferece.
A felicidade reside na simplicidade do viver,
Na conexão com o mundo, no amor a se acolher.
No equilíbrio entre sonhos e realidade,
Encontramos a plenitude, a felicidade em sua verdade.
E ao abraçar a impermanência, fluindo com o tempo,
Descobrimos que a felicidade é um estado de contentamento.
É a aceitação das nuances da vida, o apreço por cada instante,
A felicidade se encontra no agora, no presente vibrante.
No abismo do desespero, a alma se perde,
O temor nos consome, a solidão nos fere.
Mas na escuridão, um fio de luz pode surgir,
A esperança que nos faz novamente sorrir.
No torvelinho do medo, nos sentimos frágeis,
A solidão nos assombra, somos vulneráveis.
Mas é preciso lembrar que não estamos sozinhos,
O amor e a conexão são nossos melhores caminhos.
No desespero que nos sufoca, busquemos coragem,
No temor que nos paralisa, a esperança é a miragem.
A solidão, apenas uma ilusão a ser enfrentada,
Pois somos seres interligados, numa teia entrelaçada.
Encontremos força na união, na presença do outro,
Superemos o medo, o desespero, o sufoco.
A solidão é uma batalha a ser vencida,
Com amor e apoio, a alma encontra guarida.
Nos teus braços encontro o conforto que me acalma, que trancede paz a alma e me faz descansar.
-DEUS-
BEM ACEITO
Suspira a alma, satisfeita, embriagada
Que brada, que celebra e engrandece
Alegrias assim singulares, as merece
Ornando a emoção de cor enamorada
Ó agrado afeiçoado, ó ventura ritmada
Pulsa o sentimento tal uma doce prece
E então, sensação, que o peito aquece
Causando está melodia tão encantada
Como é sonoro o versar, ao amor feito
É Deus, que tudo vê, assim, abençoa
A devoção, a cumplicidade, o respeito
Sim, o amor, que no bem tem sua sina
Quando no olhar há simpatia... perfeito
Pois, tudo sublima, onde a paixão ecoa
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03 de maio, 2023, 05’59” – Araguari, MG
POÉTICA QUE ATRELA
Ó verso, que se enfada, ó verso, que brada
D’Alma cansada. Tão inquieto, e pobrezinho
Nunca foste amado, na tua estrofe, sozinho
E vives buscando aquela prosa encantada
Tua poesia anda vazia, deserta sua estrada
Tão frígida cada rima, sem calor do carinho
Ferido. No teu íntimo aquele certeiro espinho
E, a inspiração com o silêncio da madrugada
E, amanhã, quando a luz do sol fulgir, radiosa
Ó poesia sem sorte, importuna, com saudade
Traga em seus versos uma ventura formosa
E então, já não será ignoto, e numa viradela
A solidão será oculta na buscada intimidade
E, dum canto isolado, terá poética que atrela
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03 de maio, 2023, 19’23” – Araguari, MG
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