Paixão
Os raios de sol deixando mais em evidência uma beldade grandiosa, que propaga o amor de uma maneira romântica, intensa, mostrando lindas flores vestindo boa parte da sua estrutura, a imponência de uma rosa com as curvas das suas pétalas, viveza demasiadamente sedutora, simplicidade elegante que se expressa, paixão transbordante, fervor de uma manhã ensolarada, essência cativante, sinceramente, emocionada, mulher fascinante, arte de existência rara.
Um evento tão aguardo na eminência do desabrochar de uma linda rosa vermelha, um tom de um amor raro ou da veemência de uma paixão que desabrocham em corações férteis, que fazem a emoção florescer com um forte deleite difícil de esquecer.
"O meu amor não está prescrito em nenhuma bula, só se acumula nas entre linhas do meu coração ferido."
Moro Na selva de Concreto e Aço, já Faz um Tempo Que Estou Querendo Um Abraço, De Um Amor Que Seja verdadeiro, Machuquei Meu coração por Ser Aventureiro"
Plenitude do amor
O amor pleno
O amor vasto
Amor, e vastidão
O amor que é infinito!
É muito mais Compensador
Que a plenitude da
Paixão.
030822
Vamos correr e rir por entre a noite, meu amor. Nos amarmos na plenitude dos impudores de nossas mocidades e então, tornemos num corpo só, as nossas duas almas.
Você não me ensinou a te amar, eu simplesmente te amo.
O que pode ser mais forte que o amor? Um amor apaixonado!
Amar é se doar ao outro, por isso me entrego a ti sem medo.
Eu já não sou de mim mesmo, pois você me tomou para si quando aceitou meu amor.
Sem perceber te entreguei a chave do meu coração, sem perceber você entrou em mim.
Hoje você corre livremente em minhas veias, controla as batidas do meu coração e é a dona dos meus pensamentos.
"Ah o seu amor, meu doce pecado.
Pecado do qual não quero ser perdoado.
Um doce amor com o gosto amargo.
O seu amor, o nosso amor que nunca foi seu.
Amor leviano, que desde sempre, só a mim pertenceu.
Amor jogado, amor largado, com gosto de fel.
Amor estranho, doce pecado, que me leva do inferno ao céu.
Amor salgado, que transforma o amargo no mais doce mel..."
Como um barco me lanço ao mar.
Mar de amor.
Amor de amar.
Como um barco naufrago nesse mar de solidão.
Mar e tormenta, que em saudades, afoga o meu coração.
Mar salgado
Nas marés tenho te lembrado.
Maré que me traz à boca um gosto amargo.
Mar de águas gélidas em que o meu pensamento se afunda.
Águas que, a minha felicidade, com tristeza inunda.
Perdido, no fundo frio, me encontro na escuridão.
Das fossas, a mais profunda, é certo; a solidão...
Amar-te é um crime em que a punição é o meu próprio amor.
Amor sem pudor.
Amor que, condena o coração à solidão e dor.
Amor que, por ti, a pena é perpétua.
Amor que, em meu sonho, um pesadelo desperta.
Ah mulher...
Amar-te é guerra, guerra onde não existe paz, não existe trégua.
Guerra onde não existe lei, não existe regra.
Guerra em que, batalho todos os dias.
Guerra a qual, o campo de batalha é a minha vida.
Guerra em que, quando olho em seus olhos se faz um canhão e com imensurável poder de fogo destrói meu coração...
"Volto a anos atrás.
Imensurável alegria, tais lembranças me traz.
Quando o amor mútuo, a ambos satisfez e hoje não mais satisfaz.
Ilusões, desilusões, falsas ou reais?
No fim, tanto faz.
O importante é a felicidade, que até mesmo, os falsos amores nos traz.
Falando em ilusões, a felicidade é a mais intensa das tais.
Pois não existe felicidade sem amor e não existe amor sem a calma que o teu beijo me traz.
Tento ver meu futuro mas só olho pra trás.
No passado, se faz minha prisão, em um olhar que fez e que faz, com que minha vida não me pertença mais.
Queria voltar, a cada noite mais, a anos atrás..."
"Eu fiz juras de amor.
Eu fiz juras por esse amor.
Eu jurei que traria dor.
A quem me prometeu amor.
E todo esse amargor?
Que rega um sentimento que, dia após dia murcha, como uma flor.
À tua vida eu queria trazer cor.
E a minha vida se torna preto e branco, sem teu amor.
Todos os gostos, as delícias, sem teu beijo, perdem o sabor.
Por você, por nós eu voltaria e faria, juras de amor..."
Eu devo estar louco.
Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo.
Passo sufoco.
As cores da minha vida, se esvaem, pouco a pouco.
Tudo ao meu redor, preto e branco, lembra-me de ti, socorro.
Me sinto um tolo.
Por crer que, minha sede de paixão, morreria nas águas do seu poço.
Não me perdoo.
Por deixar-lhe voltar de novo.
Tenho um nada de zelo e ti, age com dolo.
Pois quando a saudade, à ti, grita meu nome, tu vens à mim, com gosto.
E eu parvo, outra vez, com o coração suplicando, te perdoo...
