Paisagem poema
Crua identidade espelhada
Quando olho o caminho da alma, vejo uma paisagem movediça. Atravesso ela com demasiada calma. Vejo a poeira das memórias, cruzo a linha tênue do caráter. Navego por calorosas histórias. Transcendendo a consciência, Estou vendo lá de cima, o cume da vaidade. Me comove tamanha veemência.
Agora domino o horizonte ilimitado. Moralmente entendo seus princípios, e me afogo vendo tantas falhas.
LIBERDADE
A liberdade não é o espaço onde estás, é a paisagem que carregas dentro das grades que te dão. Sou livre, dentro da prisão!
Olha o Trem 🚂
Paisagem que às vezes faz sentido
É gente que entra e que sai
Movimenta a estação.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos de família
Conversas diversas
em cada vagão
Assim é uma viagem de trem
Um meio de transporte antigo e novo...
E ao mesmo tempo é comunicação
De fato, linha de trem
assemelha-se à linha da mão
tem seus mistérios que descobrem-se
em cada ponto de estação.
Ambas atravessam cidades,
pela sua geografia, monte,
vales e pontões.
E o percurso da viagem
vai sempre seguindo...
Obedece a trilha e o sinal,
Tempo de duração construído.
Pois, em cada parada,
desce ou sobe alguém...
Enquanto outros, por miragem,
Seguem além...
Viagem é comunhão
Paisagem que às vezes
faz sentido vê....
É gente que entra
e que sai.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos interesse de família
Rola conversa e aperto de mão 🫱 ✋
Tudo isso em cada parada
E continua em cada vagão
.. sabia?
É no trem!!
A Estranha Geometria da Ausência
Existem pessoas que a gente assume como parte da paisagem. Como a poltrona velha da sala, o barulho da chuva no telhado ou o cheiro de café passado às sete da manhã. Não precisamos olhar diretamente para saber que estão lá; elas apenas ocupam o espaço, garantindo que o mundo permaneça em ordem.
Ela era essa presença. A única que esteve lá o tempo todo.
Na mudança de apartamento, ela carregou as caixas mais pesadas não as de papelão, mas as da alma. Nas noites em que a ansiedade vinha, era a luz constante no fim do corredor. Conhecia minhas piadas sem graça e suportava meus silêncios de homem de poucas palavras, aquele mutismo típico de quem tenta resolver o universo sem usar verbos. Ela não cobrava explicações; apenas ocupava o espaço, segura.
Sempre achei que, se tudo ruísse, ela ainda estaria ali, segurando a última viga para que eu não fosse soterrado. Acreditava piamente na perenidade daquela âncora.
Mas a vida tem um jeito irônico de nos ensinar sobre a efemeridade. A pessoa que mais permaneceu foi a primeira a encontrar a porta de saída.
Hoje, quando chego em casa, a poltrona está no mesmo lugar, o café ainda tem o mesmo cheiro, mas o ar... o ar está leve. Leve demais. A ausência dela não é um grito, é um sussurro contínuo, uma frequência de rádio fora do ar que eu ainda tento sintonizar.
A única pessoa que esteve lá o tempo todo, é a única pessoa que não faz parte mais da minha vida.
Olho para o lado e há um vazio inabitado. Aprendi, da maneira mais seca possível, que presença não é garantia de permanência. E que o silêncio dela, agora, fala mais alto do que qualquer "adeus" que eu jamais ouvi. O tempo segue, as coisas mudam, e eu, um homem de poucos verbos, me vejo tentando aprender a gramática da solidão.
O cenário abstrato da gaiola e paisagem virtual,
Por algum motivo a virtude das fakes news retrata a fragilidade da politica,
A gaiola torna-se translúcida as ideias são crentes espostas ( Deus patria família)
Na retaliação do abstrato e relação da existência social ( labirinto emocional)
Faceta religiosa da ênfase a politica dos meros líderes políticos.
Cada vez se vê formas de cabresto modernos.
A central do pais tem engrenagens politica que se movem para uma esfera politizada.
Para o Ano que chega,
Escolha o que vale a pena
Da paisagem à retórica do amor.
O mundo tem boas surpresas
E o extraordinário ao redor
Dê chance à essa beleza,
E tudo fica ainda melhor.
E o ano será diferente
Cheio de encontros sinceros
e instantes singulares pela frente.
Não se deixe cegar pela antítese da alegria,
Pois antes de cada passo e em cada oração,
existe a semente de um querer bem
e a centelha da própria criação.
"Pensar é abrir janelas dentro de nós; refletir é ter a coragem de olhar pela paisagem que se revela. Só quando nos permitimos esse silêncio lúcido, descobrimos que a verdadeira resposta não está no mundo lá fora, mas na clareza que floresce dentro."
Roberto Ikeda autor
Às vezes eu abro a janela e a paisagem me toca.
Um instante para a contemplação do belo!
Um instante para ficar a sós com a natureza...
Um instante para uma maior intimidade com Deus
Admirar o entardecer é aproximar-se do Criador
A Exultação dos Olhos durante A Pausa
Pude ver de perto, recentemente, uma paisagem natural em movimento: lindos cavalos usufruindo de uma tranquilidade rara, sentindo os toques do vento nas suas crinas, em um campo vasto e verdejante. Foi quando a realidade restante ficou pausada nesse momento memorável cheio de vida; os meus olhos logo ficaram exultantes com aquela arte certamente divina numa exposição tão cativante.
Ao pôr do sol, as chamas, de longe,
aquecem ardentemente a paisagem ...
transpõem fios âmbares
de nuvens entardecidas...
soprando o calor de carícias suaves
no tecido do meu rosto ...
começo a despertar a noite
concedida à poesia ...
se ainda inebriado
pela sede poética ...
você não fosse o mais sincero e leal ,
como sempre e ainda mais um dia,
você me apagaria e desapareceria?! ...
Faça isso!
Eu te dou mais uma chance ...
Oh! Meu coração destemido!
Que a dor é tão antiga que pode
até morrer em mim...
e mesmo assim,
a jóia de viver é tão sagrada
que pode ressuscitar em mim...
que a vida que pulsa em mim é tão viva,
que quando quer...
pode golpearmi no momento certo
para reviver...
eu te perdoo, oh coração !
que ama mais do que pode
e sofre mais do que deve ...
Oh! Alma minha!
que escuta pacientemente as batidas
do meu coração nos serenos lamentos sussurrados aos caprichos da Lua ...
e guarda com ternura
todos os meus versos de sentimentos batizados pelo Oceano ...
que sob serenos auspícios
chegará ao crepúsculo e desejará adormecer
nos lençóis bordados pela fiel poesia ...
✍©️@MiriamDaCosta
Estou em busca de vida simples, de contemplar o por do sol, de contemplar o rio, a paisagem, os botos. De contemplar a natureza, de receber de presente o que a vida me dá e ser feliz.
Não quero ser reconhecida pelos outros, não quero me ofender com os outros e principalmente comigo mesma.
Não quero exigir de mim mas do que posso dar. Quero ser eu, quero ser tranquila, quero ser e me sentir feliz.
Eu ando em busca da felicidade e não estou percebendo que ela está diante dos meus olhos, pertinho de mim. Sou feliz por ter pai e mãe, feliz por ter irmãos, feliz por ter amigos, feliz por ter emprego, feliz por ter um lar, feliz por tanta coisa boa que Deus me proporciona a cada dia.
Através dessa janela me senti como um prisioneiro olhando uma linda paisagem sem poder sair do meio dessas quatro paredes como se eu nunca mais pudesse sentir o chão, o ar livre e tudo.
Tem certas coisas que a gente só da valor quando sabe que é tarde de mais.
Mas.. E se não fosse tarde de mais?
AMIZADE É...
Afinidade como bagagem de viagem,
Nesta vida de passagem na paisagem!
Guria da Poesia Gaúcha
E a chuva vem... e lava toda a pintura, desbotando o colorido da paisagem, da vida, diga-se de passagem.
E no hábito da frieza, expõe a tristeza com maestria e franqueza...
Quando se percebe, as mascaras sumiram, e que o enchorro não carregue o resto dos mundos que ruíram...
Mundos de ilusões, construídos nos porões dos egos abalados e aflitos; mas mundos ornamentais, que pareciam reais, e agora não mais - nada bonitos!
Realidade cruel, mostrando o sabor do fel onde se fantasiava ser só céu!
Não sei se prefiro o imaginário, no entanto o cenário me faz curioso... curioso pelo hilário, nostálgico e frustrante, mas no mínimo auspicioso!
Nuvens branco-algodão, bolinhas de sabão ... tão longe do chão!
Lindo sei que é... e tudo o que mais se quer, é tornar real esta ilusão.
Mas a chuva vem, o branco vira carvão, e a bolha ... só o vão!
Chuva cruel, pessimista mas real, triste - é normal - mas eterna, não!
O livro é livre.
Fez da paisagem da capa seu mundo .
Fez das suas paginas suas asas .
Fez da imaginação do escritor sua Alma .
Assim como o conflito o confronto a necessidade de se movimentar .
Independência ou morte
"Se levas o bem e o amor dentro de si,
moras no paraíso, aonde quer que estejas!
A paisagem externa é adorno!"
Mente vazia
se encheu de poesia
Olhando a paisagem
Encontrou a melodia
Entre a luz que clareia o dia
E a árvore que alimenta a vida
O rio sangra por uma
Consciência mais limpa.
