Pais de Adolescentes
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.
Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.
É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.
Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.
Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.
O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.
Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.
Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.
E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!
Viver no Brasil, às vezes,
é sorrir por fora
enquanto algo grita por dentro.
É um país hospedeiro,
bonito na vitrine,
mas desigual nos bastidores.
De um lado,
os que limpam o chão,
que acordam cedo,
que carregam o peso do dia nas costas.
Do outro,
os que decidem,
que discursam,
que pouco sentem o peso da própria decisão.
A diferença não é só de dinheiro —
é de tratamento,
de respeito,
de humanidade.
Quando a lei alcança uns,
vem pesada, fria, sem escolha.
Quando toca outros,
vem leve, quase gentil.
E assim,
entre celas lotadas e salas refrigeradas,
o povo aprende a sobreviver —
não a viver.
Mas ainda assim,
no meio dessa revolta toda,
existe algo que não conseguem tirar:
a voz.
E é ela que, um dia,
pode mudar tudo.
Helaine Machado
Alice no país das frustrações
Havia uma menina pobre no interior, seu nome era Alice
mas essa não vivia no país das maravilhas, vivia na favela
Vivia numa pátria marcada pela desigualdade social
ricos de um lado, pobres de outro, quando se encontravam…
relações de proletariado e burguês, peão e chefe
Alice passou por isso aos 13 anos
foi trabalhar na casa de uma linda moça pensando em ganhar dinheiro para família
uma tentativa inocente de sofrer um pouco menos, o que teria efeito inverso no futuro
Nesta casa, a moça acreditava que Alice queria o seu marido, então fazia-a sofrer
Ofensas, tapas, socos, apertos, beliscões…
Alice, guarde seu resolve, sua família precisa de você
Aguente, “Tudo é lícito, mas nem tudo me convém”- Paulo
Seu apóstolo favorito pregava isso, acredite, deixe as ferramentas não laborais em casa
solte nas mãos de sua mãe junto ao salário
ela dirá,”eu conheço minhas filhas, e você é uma delas”
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.
O Brasil é um país muito grande, rico em nióbio e ouro e pedras preciosas. As belezas naturais são fascinantes. Mas as desigualdades sociais precisam diminuir e crimes como o tráfico humano não podem permanecer impunes. Não há no mundo inteiro um lugar tão lindo e com poucas catástrofes naturais e com clima tropical agradável como o nosso país.
Ser índio em um país onde só há caciques é morte anunciada. Comemorar o quê no dia 19 de abril?
Benê Morais
Provavelmente e digo eu que nada sei, a geração dos meus pais (agora nos 70's) será a geração com maior esperança de vida de toda a vida no planeta terra. E se assim for só tenho a agradecer por isso
Morar em outro país é se deparar com uma cultura diferente, língua diferente, culinária diferente, costumes diferentes, e por mais diferentes que aparentemente possamos ser, NOS SOMOS TODOS DE FATO, IGUAIS. O olhar amigável, o sorriso de uma criança, a moça do mercado te dar 'bom dia' em português, isso tudo é familiar e hoje me faz sentir em casa.
Uma rezava, a outra dormia,
mas na frente dos pais,
por motivos desconhecidos,
eram sempre inimigas.
Texto Quase do mesmo tamanho
Quando estás de terno:
Teus pais :) *.* ^_^
Tua namorada :3 ♥
Teus amigos :O :p :D
você :( :| : :/ :§ :s .l.
O seu legado, a determinação, seu amor pelo país e principalmente sua personalidade, me influenciaram grandemente. Comecei comprando artigos de vestuário da marca SENNA, para uma brincadeira na empresa onde todos naquele dia poderiam vir vestido como o próprio ídolo. Eu pensei,"Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência." Fui funcionário da Varig e considero esta empresa como uma família. Senna foi um passageiros da Varig, logo, Senna faz parte de minha família. O grande vazio que esta empresa deixou na minha vida, no Brasil e no mundo, eu preenchí com o Senna. O orgulho que eu sentia de trabalhar nessa empresa é o mesmo que o Ayrton nos faz sentir quando se fala em seu nome pelo mundo.O Ayrton é Brasileiro como eu, fala como eu, nasceu em São Paulo, e morou muito perto de minha casa em Santa Cecília.
O nosso pais está a merce de parlamentares ultrapassados e viciados a se prevalecer da falta de informação do povo.
Honra teu pai e tua mãe.
Mas, antes, reflita: creio que na verdade, devem ser os pais os exemplos dos filhos, para que eles realmente possam fazer jus a tal honra. Pois pais que não fazem da educação, um caminho obrigatório na vida de seus filhos, não merecem honra alguma.
Qual o momento exato em que começamos a decidir a nossa vida? Quem testou
nossos pais para saber se seriam capazes de escolher o melhor para gente?
Quando eles escolhem nosso colégio será que têm a consciência que esse lugar
vai marcar a nossa história para sempre? Não sei se o colégio é exatamente como eu me lembro, ou se os professores são como estão na minha memória. O que sei foi que aprendi naqueles dias o valor da amizade, são umas das lembranças mais nítidas de então. E o amor... O primeiro amor. Amores, amigos, não importa o que deixei, sempre os levo comigo. E eu sei que eu vou com vocês, porque o que somos hoje está presente no que fomos ontem. À vocês, meus amigos de alma, agradeço por tudo. Porque fizeram daquela época de caminhar no mundo com o coração aberto, um lugar melhor para esperar a vida.
Os seres viventes; animais, humanos, pais, mães, filhos, filhas, machos, fêmeas, que são, que não são, devem ser amados, a acepção contradiz os rótulos professados.
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