Pais de Adolescentes

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"Para Mim é motivo de orgulho viver no país que tem um Ministro Que Não Se Intimida. Muitos teriam desistido. Mas esse enfrentou e enfrenta todo tipo de gente: daqui e lá de fora. E Nunca Se Intimidou?"


TextoMeu 1305
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"Existe vida após a morte? E 'naquele país', existe vida entre o Ano Novo e o Carnaval? Existe ou não?"


TextoMeu 1202
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"Fugirem da Justiça e do País e, lá de fora, falarem Mentiras, incitarem ao Odio e se fazerem de Vítimas e de Perseguidos não é papel de Patriotas nem de Valentes. Isso é coisa de Traidores e Covardes!"


TextoMeu 1319
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"Viver num país que tem um Ministro Que Não Se Intimida é, para Mim, Motivo de Orgulho. Muitos teriam desistido. Mas esse enfrenta todo tipo de gente: daqui e de fora. E Nunca Se Intimidou!"


TextoMeu 1305 ☺️

"Mas que Patriotismo, Justiça e Valentia têm quem foge da Justiça e do País?


Que correção tem alguém que, foragido, fica do exterior falando Mentiras e tentando acabar com o País?


TextoMeu 1319 😷

1509
"Para Mim é motivo de orgulho viver no país que tem um Ministro Que Não Se Intimida. Muitos teriam desistido. Mas esse enfrentou e enfrenta todo tipo de gente: daqui e lá de fora. E Nunca Se Intimidou?"


1508
"Lamentável quando brasileiros insistem em não reconhecer o brilhantismo e a determinação do Ministro Que Não Se Intimida, Que Evitou Golpe e Mandou pra Cadeia Todos os que Tentaram!"
"Fica ruim para essa gente explicar até mesmo em Casa, principalmente porque o que os move não é a Razão, mas o Odio, a Inveja e a propria Inoperancia, Coitados!”


1507
"Certas Conversas não se sustentam: eu li o" Apanhador" mais de dez vezes e o usei em Cursos de Redação para mais de 200 Alunos. Nem por isso um de nós matou John Lennon ou quem quer que seja. Covardes tentam transferir para outros a culpa que é só deles!"

Enquanto os Nascidos Patriotas sacrificam suas próprias cabeças em prol do seu país, Patriotas de Ocasião sacrificam o próprio país em prol das suas cabeças.

Embora divididos, somos todos patriotas: uns sacrificam a própria cabeça pelo país, outros sacrificam o país pela própria cabeça.

Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!

⁠Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.

Terra fora de órbita: armamentistas contra o país se armar nuclearmente, e desarmamentistas querendo um país nuclearmente armado.

Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.

⁠Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!

⁠Tentaram vender Bravura de leão a pretexto de salvar o país, agora que a chapa esquentou, tentam vendê-lo embrulhado na meiguice de ursinho de pelúcia para se salvarem.

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!