Pai separado para filho

Cerca de 13 frases e pensamentos: Pai separado para filho

⁠Há muitos pais e mães que, quando ficam solteiros, não querem mais saber dos filhos. Se o relacionamento não deu certo, não deposite essa culpa nos seus filhos. Pelo contrário, una-se a eles. Vocês vão precisar da companhia e do apoio um do outro mais do que nunca.

Desconhecido
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⁠Ser pai solteiro é amar e cuidar incondicionalmente nas frações de tempo que você tem com seu filho. É estar presente, mesmo que não seja 100% do tempo, é aproveitar cada minuto para admirar o ser humano tão incrível que você ajudou a criar.

Desconhecido
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⁠Um casamento pode chegar ao fim, mas os laços de um pai e uma mãe com um filho, fruto dessa união, são eternos e inquebráveis.

Desconhecido
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Versos de um pai solteiro

Filho, para muitos é um grande pesar nossa atual situação, mas só eu e Deus sabe o quanto me sinto honrado por ter você comigo e de forma ímpar poder participar de cada momento de sua vida. Não tive um referencial de pai, daí excluo por completo algum mérito que possa ter, mas atribuo a Deus que tem me ensinado a cada dia desde que você nasceu a ser um pai pra você. Assim sendo, nunca serei capaz de trocar esse amor por nenhum outro e onde não couber você também não tenho interesse de entrar. O simples fato de alguém ser grosseiro com você me machuca, daí não posso ter afinidade com o tal. Assim vamos levando Deus, você e eu com esperança em sua vontade soberana. Mas jamais mulher alguma me tirará esse privilégio de te amar e ensinar não o caminho que deve andar, mas te ensinar no caminho.

TYMonteiro
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Perto ou longe, de consideração ou de sangue, pai é aquele que te cria, te ama, te chama de filho(a), te dá abraços verdadeiros, conselhos, fez e faz parte da tua vida, das lembranças, das broncas, das conciliações, do perdão... de tudo. E o nome já diz tudo:
P-roteção e
A-mor
I-ncondicional

somaR
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⁠Um pai solteiro tem muitas obrigações, para além de pagar pensão. Um filho precisa de atenção e, principalmente, da presença paterna em sua vida para ajudar na sua formação.

Desconhecido
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⁠⁠O Homem solteiro não deve namorar um mulher com filho, mas o que seja Pai, sim.

Ricardo V. Barradas
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⁠Ser pai solteiro é saber equilibrar uma relação muitas vezes fragilizada em nome do amor ao filho.

Desconhecido
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‎Antigamente, ser filho de pais separados era ser diferente, quase um anormal. Hoje isso muda. É tão normal que virou moda.

Luan Rodrigues Santos de Almeida

Filho de pais separados é ter que escolher e conviver com essa escolha para o resto da vida, sem poder voltar no tempo para cuidar de quem realmente precisava.

Peter Giachetta PeterGiachetta

Quero, hoje, deixar registrado meu repúdio a todos os pais separados que estimulam seus filhos a deteriorar a "imagem" do outro progenitor.
E quero suplicar que parem de torturar vidas inocentes por rancores e frustrações de um relacionamento que não deu mais certo.
Procure ajuda!
Pais, entendam que filho não é ex-companheiro(a), pais são sagrados e filhos são uma bênção.

Psicóloga Cintia Quissini

⁠A cada dia venceu o desafio de viver explicando pro filho
Como pode ter nascido órfão se seu pai ainda se encontra vivo?
Existe ex-mulher, existe ex-amante, ex-namorada, existe ex-marido
Tu se separa da esposa, mas não pode separar dos seus filhos

DK47
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Uma separação que pode causar traumas é aquela
que envolve casais com filhos, que sempre serão
as vítimas inocentes de desentendimentos surgidos
entre seus pais, que motivaram a separação...
Ósculos e amplexos,
Marcial

O QUE ACONTECE QUANDO OS PAIS SE SEPARAM...
Marcial Salaverry

Certamente este é um dos assuntos mais delicados para ser tratado, pois envolve os sentimentos mais complexos que existem, ou seja o amor entre duas pessoas, e o amor de ambos pelo produto desse amor, e o que pode acontecer quando tudo termina, pois infelizmente, o amor entre duas criaturas por vezes se acaba, ou apenas arrefece, e isso acontece quando o amor não era amor de verdade, ou quando alguma desinteligência ocorre entre os parceiros, agora ex-parceiros...

Quando simplesmente arrefece, e não se transforma em ódio, tudo bem, pois fica a amizade e eles podem transferir alguma coisa de bom para os filhos, pelo menos podem dizer para as crianças que, se o amor que os havia unido antes terminou, ficou ainda um certo sentimento de carinho, ficou uma amizade e que eles podem se encontrar sem que saiam faíscas. Assim, as crianças não ficarão totalmente frustradas, pois se não tem os pais vivendo juntos, pelo menos os vê como amigos, e isso sempre ameniza possíveis problemas íntimos.

Mas nem sempre essa situação é bem aceita, e provoca traumas nas crianças, que, embora aparentemente aceitem a separação dos pais, em seu íntimo não conseguem “engolir a pílula”, e chegam até a ficar com a saúde abalada.

Essas doenças psicossomáticas são de difícil tratamento, pois suas causas, embora conhecidas, nem sempre podem ser tratadas, pois o único diagnóstico existente, indica que a cura apenas será conseguida com a reconciliação entre os pais.

Como fazer? Fica a dúvida crucial, pois não se trata de manha, chantagem emocional, ou algo superficial, que pode ser mais facilmente contornável. É algo que independe da vontade das crianças, pois está em seu interior. Aparentemente a única solução será a reconciliação de seus pais. E isso apenas será possível se a separação foi feita em bons termos. Se ainda existe alguma amizade, algum sentimento de carinho entre ambos.

É necessária uma reavaliação de situação, um novo estudo de todo o caso. Descobrir o que causou a separação, e claro, procurar contornar essas causas. É imprescindível um diálogo franco, em que cada um exponha claramente seu pensamento, apontando os motivos que causaram a separação. É necessário que algo mude, para que os mesmos erros não se repitam.

Pode-se argumentar que os pais devem apenas pensar em suas vidas, não podendo ceder às vontades das crianças. Ocorre que não é questão de vontade. Está em jogo a saúde das crianças. E esse é um fator a ser considerado, e que justifica a nova união, mas esta deve ser feita em novas bases, para que a nova convivência seja mais bem vivida.

E sendo possível, sempre poderá valer a pena fazer essa tentativa, considerando-se o que está em jogo. Certamente, cada caso é um caso, e não se pode generalizar soluções...

Essas situações por vezes podem ser complicadas, dependendo do que causou a separação. Muitas vezes, o tempo em que ficaram separados, trouxe um pouco mais de maturidade, e pode ajudar a nova vida conjugal.
Contudo, se ainda restar alguma coisa da mágoa anterior, ambos sempre podem fazer uma experiência. Como o problema das crianças envolve a presença paterna, e mais ainda, os pais juntos, sempre pode-se fazer uma tentativa com a chamada coabitação amigável.

Ambos podem morar juntos, cada qual respeitando o espaço do outro, até que todas as arestas sejam aparadas, e cheguem à conclusão de que o amor foi reencontrado, podendo assim ser resgatado e plenamente vivido, ou não...

Ou até que as crianças consertem a cabecinha, e que a separação possa ser consumada. Isso, claro, se realmente aquele sentimento que os uniu não existe mais.

Caso não se sintam totalmente seguros para essa reconciliação, podem procurar ajuda, ou algum aconselhamento junto a pessoas em quem depositem confiança, sejam parentes, psicólogos, amigos, enfim, alguém em quem confiem e que tenha condições para trocar uma ideia. Não custa nada e pode trazer muitos benefícios.

Assim, poderão evitar muitas frustrações para essas crianças que não tiveram culpa no ocorrido, e são apenas vitimas inocentes do desentendimento ocorrido e que causou a separação.

Aliás, muitas vezes tais desentendimentos podem ser facilmente contornáveis com um bom diálogo, uma boa reavaliação da situação.

Esperando ter sido útil para alguém, desejo a todos UM LINDO DIA...

Marcial Salaverry
Inserida por Marcial1Salaverry