Pai para Filho Recém-Nascido
Consolação a Miriam.
Miriam:
- Lucius, meus dias com meu filho são repetitivos; monótonos.
Lucius:
- Ainda assim são dias, Miriam! Muitas pessoas nem dias têm mais para passar. Pois até os dias repetitivos, monótonos e ruins - ( aqueles que não gostaríamos de tê-los na agenda) -, são mensageiros da celebração da vida. Ao passo que aqueles que não tem mais vida, no além, estão a celebrar a morte e o "esquecimento".
Ao toque da "música" da escrita
É dito que o talentosíssimo Orfeu, Filho de Apolo, ao toque de sua dourada lira, acalmava as feras mais selvagens do campo. E que todos admiravam a música que saia de seu instrumento Divino. A Mãe Natureza vibrava; e também vibravam Homens e Mulheres. Semelhantemente, o Davi de Israel, acalmava a Alma de Rei Saul, quando atormentado por espíritos Malignos!
Óh tu, Princesa do Luar!!! Carinhosa Ísis de Lavínia!!! Como atormentados também são, teu espírito e Alma. Por vezes, transparecendo ao Corpo! Demônios da Meia-Noite atormentam tua existência. E Valentes seres das Trevas, como negras sombras, molestam-te ao Meio-Dia. Mas ante à sonoridade de minhas belas e doces palavras, assim como quando tocavam Orfeu e Davi e saia o melodioso som de seus instrumentos músicos, tua existência sente tranquilidade e serena paz. Os seres se curvam, prostram-se e batem em retirada. Levando com eles o peso da atribulação que te atormenta e deixado a leveza da triunfante Paz.
Às 12:30 in 21.05.2025”
Entre adversidades e aflições, protegemos um filho assim como o ser humano resiste pela vida até o último suspiro, e ainda não descansamos depois de haver suportado até ao fim. Procede do instinto mais primitivo; lutar por aquilo que amamos.
O amor de filho é aquela força que provoca na mãe a vontade de extrair o possível do mundo. O amor de mãe é aquela força que provoca no filho a vontade de extrair do mundo o impossível.
Irineu,
Viveu,
Filho de liceu,
É judeu,
Foi no Coliseu,
Se entorpeceu,
Falou do fariseu,
Se comoveu,
Depois escafedeu,
Quando Entendeu,
Aí escreveu,
Esclareceu,
Que Sou seu,
Cresceu,
Leu,
Virou ateu,
Prometeu,
Depois concedeu,
Do que assucedeu,
Mas dependeu,
Do Morfeu,
Foi pro parque Ateneu,
Quando ele bebeu,
Ganhou e perdeu,
O pneu,
Então se converteu,
Tudo esqueceu,
Quando se submeteu,
Algo lhe favoreceu,
Foi pro breu,
Quando ocorreu,
Que se envolveu,
Em algo bateu,
Era o museu,
Que acometeu,
Disse que doeu,
Então adoeceu,
Algo lhe absoveu,
Quando ele creu,
Achou que valeu.
Faleceu...
Deus está olhando para o mundo todo tempo e breve determinará a volta do seu filho Jesus e como você está? Vamos nós aprontar porque a qualquer momento vamos descansar nos braços de Pai. Bom dia na paz do Senhor.
Leia!
Leia livros
leia gente
leia história
leia estória
leia o filho e a mãe
leia o cão
o gato e o gavião
Leia as flores
a chuva
o inverno e o verão
Leia sonhos
leia os medos
a vontade, a superação
Leia o riso
Leia lágrimas
A coragem, a emoção
Leia o feio
o belo e o coração
Leia os olhos
as mãos
as pegadas e a direção
Leia estrelas
O sol e a lua cheia
Leia os rios correndo ao mar
E o mar abraçando a areia
Leia as matas e o céu azul
Leia o estranho
Um amigo e um amor
Leia o mundo e o espelho
Leia-se de fora para dentro
De dentro para fora
Leia com letras ou sem elas
Mas leia...
Leia a vida e a morte
No dois sentidos
do sul ao norte
Leia na reta e na curva
O verbo é som
e é silêncio
É vibração que lê
e também é lido
Leia, mas aprenda a interpretar!
Eu falava com meu filho sobre propósitos... não estamos aqui nesse mundo à esmo, largados, vivendo de qualquer jeito, como irracionais, disputando comida e espaço, até que chegue a morte. Somos povo, e somos obrigados a cuidar um do outro, amar e respeitar. Uns vão gostar do azul, outros do amarelo e ou vermelho...e gostam de arroz, com ou sem feijão, carne com ou sem gorduras, esportes, frio e calor, praia e montanhas, dançar ou dormir...e graças a Deus por isso! Somos indivíduos!! Mas deixar a casa, os filhos, para ajuntar dinheiro, e comprar coisas que mal conseguimos usar, sem um propósito, sem abençoar a vida de ninguém, descuidando da educação dos pequenos, descuidando do cônjuge, dos velhos... será que vivemos realmente uma vida digna? Há propósito em viver apartados? Há propósito em ter muito e não ajudar o próximo, que às vezes habita debaixo do mesmo teto? Você pode ver além dessa selvageria moderna? Consegue se ver como povo?
O Criador fez o mundo e o deu ao filho do homem. E teve que descer do céu, e passar pela mesma "porta" para destruir seu inimigo mor. Nada é sobre mim ou ti... é sobre Ele e ele. O homem cuida do homem, abençoa o homem, derrama unção no homem, ensina, educa, e trilha o melhor caminho, para que sua prole o siga. Ao vencer a maior guerra, Ele voltou aos céus, mas deixou seu Espírito para que fizessemos as mesmas obras, e para tanto, precisamos explorar esse "reino"...e entender, buscar, discernir. Quando descobrimos o mistério da cruz e e passamos a viver de acordo com seus ensinamentos...ah meu caro, não há mal que fique na Sua presença. Isso é divino!!! É fazer na terra como no céu!
Talvez um dia seu filho o acuse de ter sido duro demais com ele. E talvez cuide dos filhos dele diferente, e talvez ao atingir sua idade de hoje, ele pense de outra forma e, talvez, diante de um abandono qualquer, ele reflita: "eu deveria ter sido mais duro com ele. Eu amei tanto minha mãe, parece que meu filho não me ama. Eu queria tanto que ela ainda estivesse aqui para amá-la mais um pouquinho". Talvez, só talvez, um dia eles entendam o que é amar com zelo e amar com desleixo!
E uma voz saiu dos céus: "Você é meu filho, o amado; eu o aprovo,"
(Marcos cap.1: 11)
*Escritor: MARCOS
Pra ti...meu filho Felipe!
Viajei caminhos e te dei versos
minhas lágrimas... Minhas orações...
O melhor dos meus sentires... Chorei
com teus olhos...
ofereci amor, saudade, anseio. Ombros...
Dei-te Colo... acalanto ao adormecer...
Cantei pra ti a musica dos anjos...
e na minha essência estás no espaço mais profundo
Confiei a ti as minhas verdades
Amei teu riso, adorei a tua voz adornada de carinho...
E levitavas em mim como um anjo... E os meus sonhos
Transpunham e misturavam-se aos teus sonhos... Nas
Noites nebulosas...
O filho de bem,honra e salvaguarda seus pais. Mas o filho do mal os desonram com intenções malignas!
Filho do Sol Nascente
Oriundo dessa terra
Veio das bandas do Oriente
Para acabar com a guerra
O Mestre Sagrado
Ensino revelado
A Força dessa Missão
Está dentro do nosso coração
Foi assim que ele deixou
A Santa Paz e harmonia
O tesouro do amor
Transformado em alegria
Tudo isso nos conduz
Ao Mestre da Luz
Mistério da Cruz
Santificado em Jesus
Morreu!
Grita de dor a mãe sofrida
Com o filho inerte em seus braços.
Deus! Por que isso foi acontecer?
Por que deixou o meu filhinho morrer?
A mulher sofre
Amargurada.
No rosto, externa
Uma expressão de horror.
O coração sangra
Transpassado...
— E agora?
Pergunta a mulher consternada.
— Vou seguir o meu menino!
— Filho, para onde foi você?
— Espera por esta que te gerou?
— Senhor, eu mereço tanto sofrer?
— Por quê?
Agita as mãos ao redor do corpo
Rasga as roupas e desnuda o rosto.
Desolada, abraça o corpo.
A miséria impera o seu interior
Desfalece a sua alma.
Finito...
Sonho acabado.
Filhinho...
A minha vida
Torna-se agora um rabisco
Sem traçado
Sem cor
Apenas um chuvisco.
Eterna será a sua ausência.
Sentirei sempre a sua presença
Até o dia
Que Deus me chamar
E, a ti
Eternamente for me juntar...
O coração de uma mãe se despedaça, ao ver as lágrimas de seu filho rolar em sua face.
Ela tenta fazer de tudo e até o impossível, para ver o seu filho bem .
Essa dor que ela sente , nunca terminará, não existe idade que mude !
Quem eu sou…?
Que tipo de filho de Deus eu sou? Será que eu realmente conheço o coração do meu Pai, ou apenas vivo à sombra do Seu nome? Será que já me acostumei tanto com Sua graça que já nem sinto mais o impacto dela? E se Deus me olhasse nos olhos agora... Ele enxergaria um filho que O ama ou alguém que só O procura quando precisa?
Que tipo de cristão eu sou? Será que Cristo realmente é o centro da minha vida, ou eu só O coloco onde me convém? Será que minha fé me transforma, ou só me conforta? E se um dia me tirassem tudo—minha igreja, minha Bíblia, minha liberdade de crer—será que ainda assim eu permaneceria firme? Ou será que minha fé depende mais do que eu tenho do que de quem Ele é?
Que tipo de pessoa eu sou? Será que minha palavra tem peso? Será que meu caráter tem profundidade? Será que sou alguém que as pessoas podem confiar… ou apenas alguém que fala bonito, mas vive raso? Quantas vezes eu disse que era alguém… mas minhas atitudes disseram o contrário?
Que tipo de brasileiro eu sou? Será que me importo com a verdade, ou só com a versão que me agrada? Será que luto por um país melhor, ou apenas espero que alguém resolva o que também é meu problema? E se um dia esse país quebrar de vez, será que eu terei sido parte da mudança… ou parte da indiferença?
E no fim, quando tudo se cala, quando ninguém mais me observa, quando só resta eu e Deus… quem eu sou? De verdade.
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