Pai para Filho Recém-Nascido

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Se eu fosse conversar com Deus eu ia perguntar porque me fizeste a imagem a semelhança do teu filho rebelde .


Escrit: Thuany Eufrasia

Mãe ama...


Mãe ama quando o filho é sementinha dentro de si, entre enjôos e vômitos.


Mãe ama quando escolhe o berço e todo o enxoval do seu bebê.


Mãe ama entre as dores dilacerantes do parto.


Mãe ama quando pega seu bebê nos braços pela primeira vez entre risos e choros, já esquecida das dores.


Mãe ama ao escolher um nome entre tantos...


Mãe ama quando arruma o quartinho,
a moradia, o colégio...


Mãe ama na saúde e na doença, nos bons momentos e nos momentos não tão bons.


Mãe ama quando vigia, aconselha, berra, grita, pune...


Mãe é assim: - sol e chuva por fora e por dentro um arco íris; - Amor em todas as cores! .
Haredita Angel
29.01.23

Amado Filho!


A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.


Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.


A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.


Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".


A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.


Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.


Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.


E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.


Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.

⁠Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!


Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.


Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.


Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.


Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.


Lugar pequeno, porém disponível.


Pobre de si, rico de entregas.


E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.


Feliz e abençoado Natal!

⁠O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.


A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.


Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.


E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.


Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.


A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.


E isso fere.


Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.


Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.


A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.


Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.


Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.


E isso não é arrogância — é coerência.


Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.


Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?


Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.


Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.


Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.


A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.


E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.


No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.


Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…


mas somente a Verdade sustenta a essência.

O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.


Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.


E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.


Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.


Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.


E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.


Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.


Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.


Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.


Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.


Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.


E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?


Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.


No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.


Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.


Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.


E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.


Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.


Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.⁠

⁠Às vezes, o Barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem Autoridade até sobre a Tempestade.


Quando eu era mais Medo que Fé, olhava mais para as águas agitadas…


Agora, sendo mais Fé do que Medo, já posso Vê-lo — vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!


Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!


Ele sempre está agindo!


Porque há Tempestades que não chegam para anunciar a nossa ruína, mas para revelar, de maneira mais profunda — Quem verdadeiramente governa o Barco.


Há momentos em que o Senhor não acalma imediatamente o vento, não porque tenha perdido o controle, mas porque também deseja transformar o nosso olhar.


A Tempestade, que antes ocupava todo o horizonte, começa a perder a sua grandeza quando os nossos olhos aprendem a reconhecer Aquele que vem ao nosso encontro.


A Fé não é a ausência de ondas, tampouco a garantia de que nunca sentiremos Medo.


Fé é aprender que a dimensão das ondas, da turbulência, não determina o tamanho do nosso Deus.


É compreender que, mesmo quando não conseguimos discernir os Seus movimentos, a aparente ausência de intervenção não significa ausência de ação.


Pedro, ao caminhar sobre as águas, descobriu que era possível dar passos extraordinários enquanto os olhos permaneciam em Cristo; mas também descobriu como o Medo pode ganhar voz quando a força do vento passa a ocupar o centro das atenções.


Talvez amadurecer espiritualmente seja justamente isso: não fingir que o vento não existe, mas recusar-se a tratá-lo como se fosse soberano.


E há algo ainda mais precioso: antes de Pedro clamar, Jesus já estava ali.


Antes da mão do Mestre segurá-lo, a presença do Mestre já rompia a distância.


Antes do mar se aquietar, Cristo já era Senhor sobre ele.


Por isso, aos meus — consanguíneos e em Cristo — digo: tende bom ânimo!


Não façam da Tempestade a interpretação definitiva da própria história.


Não confundam demora com abandono, silêncio com indiferença, nem águas agitadas com a falência das promessas de Deus.


Nem sempre saberemos por que o barco balança tanto; nem sempre compreenderemos os caminhos pelos quais o Senhor nos conduz.


Mas podemos descansar nesta certeza: o vento não tem a última palavra, o mar não estabelece os limites de Cristo, e a Tempestade jamais ocupará o Trono que pertence ao Senhor.


Que, nos dias de calmaria, sejamos gratos.


Nos dias de Vento Forte, sejamos perseverantes.


E, quando as ondas tentarem roubar-nos a visão, a atenção, que a nossa alma se lembre de olhar novamente para Jesus.


Porque a nossa segurança definitiva nunca esteve na estabilidade do barco, mas na soberania d’Aquele que tem Autoridade até sobre o mar.


O Barco pode balançar.


O Vento pode soprar.


As Águas podem se levantar.


Mas Cristo continua sendo o Senhor.


E, se Ele vem ao nosso encontro caminhando por sobre aquilo que nos ameaça, então até a Tempestade pode se tornar cenário de uma grande revelação: aquilo que para nós parece impossível continua debaixo dos Seus pés.


Tende bom ânimo.


Ele está presente.


Ele reina.


Ele sempre está agindo!


Amém?

Eu tinha tudo...
Quando criança, tinha tudo pra ser egoísta;
Filho único, ganhei sempre o que quis... mas sempre me acompanhou o aprendizado e o valor que as coisas tem;
Das mais simples, e pra falar a verdade: sempre dei mais valor a gado de osso e batata que a playmobil;
Na adolescência tinha tudo...
Tudo pra me revoltar, pra questionar
Tinha tudo pra ser um rebelde como o mundo espera
Mas também tudo me foi ofertado, para fugir a estatística e ser BOM!
A escolha sempre foi minha!!
O meu tudo sempre resulta daquilo que faço; de bom e ruim
Já homem, não sabendo o que seria tudo pra mim...
Fui atrás, busquei! corri... mas sem saber pra onde .
Sem saber onde tudo estava, onde tudo se escondia.
Mesmo assim, acredite! mesmo assim tudo que eu quis, alcancei!!
Com o tempo, buscando meu tudo...
Alcançando meu tudo...
Entendendo que tudo é difícil de se ter, mas tudo vale a pena !!!
Vivo tudo o que sinto vontade de viver;
Aprendi que posso tudo!
Aprendi que o TUDO é do tamanho do meu esforço
Que sou o responsável pelo meu TUDO
E que TUDO que tenho e sou
É de minha própria responsabilidade!!!!
E que o meu tudo pode mudar
De repente meu tudo, torna-se ser tudo pra alguém
Meu tudo pode ser pouco, pode ser muito...
Mas pra mim é TUDO!

Inserida por chiobatto

a mãe cria o filho com todo amor e carinho pra ele crescer e colocar no facebook que trabalha na VASP.

Inserida por Rafaeldisouza

E Hoje Deus sorriu pra mim e disse:
Filho, Eu estarei contigo em toda tua vida!
Momento algum te deixarei só'.

Inserida por EduardoMonteiro

A herança mais benéfica que se pode deixar para um filho é a percepção do que é bom e do que ruim,se conseguires afastá-lo de certos pensamentos ou atitudes perversas conseguirás mantê-lo como uma rocha: firme,seguro e íntegro e portanto,não existirá a necessidade constante de auto-afirmar-se.

Inserida por KDRG1

NASCE, CRESCE, FILHO DA RUA

Desde o ventre da minha mãe que conheço as ruas. Minha mãe é zungueira de profissão, já desde o ventre que tenho acompanhando-lha nas suas zungas. Presenciou as caminhadas que ela faz para nos sustentar, as muitas corridas que faz e sofre dos fiscais e os senhores policiais para não perder o negócio que nos é rentável. Outras vezes ela não escapa e é nos cassumbulado o negócio, fonte do nosso sustento. Muitas vezes chicoteada por reivindicar que até sinto a dor da chicotada.
Fui gerado na rua porque até aos nove meses a minha mãe zungava a necessidade é enorme, para completar o enxovalhe e a panela em casa não entrar em greve. Esqueceu-se do dia, mês, hora que vinha ao mundo, acabei por ser gerado na rua e assim me familiarizei com a rua.
Três, quatro mês depois comecei a gatinhar minha mãe decidiu que já era o momento oportuno de acompanhar-lha na zunga, não há dinheiro para mim, ir a creche e ela não pode ficar parada ou seja ficar em casa. Apesar de requerer ainda muitos cuidados materno, porque se não morremos de fome.
Passo toda a minha infância na rua ao lado da minha mãe, sem crianças a minha volta porque as deixei todas no bairro em que vivemos e assim vou crescendo.
Sou da rua, alimentam-me, tomo banho, vestido na rua ao céu aberto ou seja ar livre.
Deste modo vou familiarizando com a rua, conhecendo-as do musseque à cidade. Quando completo os meus 5, 6 anos. Já sei fazer o mesmo trajecto me é familiar. Conheço-o tão bem que perco o medo de andar sozinho, criança que só. Esquecendo que as ruas são tão violentas e perigosas, criança e inocente. Mas como posso ter medo se presenciei as mesmas muito antes de andar nelas, sozinho.
Com os meus 10, 12 anos as ruas adoptam-me e passo a vida a lavar carros. Os grandes jipes, carros que só via nos filmes. Hoje tenho o prazer de os lavar e ver o seu interior fico fascinado com o que vejo, lavo para ganhar algum trocado.
Se puder depois vou para à escola aprender alguma coisa, de momento aprendo mesmo aqui, na rua mal ou bem. Essa é a vida que levo, prioridade para mim, agora é mesmo kumbo. Porque tenho que ajudar a velha com as despesas no cúbico.
Tenho os meus irmãos, mas novinhos que precisam encontrar outro cenário, talvez estudem para saberem alguma coisa para contornarem o caminho que segui. Terem um futuro, destino diferente do meu. Porque se tivesse escolha talvez não é esse o destino que queria para mim.

Inserida por MENOOREAL

Todo ser humano ao nascer, é dado à luz, e passa a ser filho adotivo das estrelas...

Inserida por Valdirdomiciano

O FILHO QUE NÃO FIZ

Tem noites que penso
No filho que sempre foi projeto
E nunca aconteceu.
Tenho uma ideia clara
Do filho que gostaria ter,
E esta mistura de sonho e ilusão,
Brinca com meus pensamentos.
Muitas vezes, ao me deitar,
Penso na criança
Imaginária
Que joga meus pensamentos
Ao ar, só pela diversão,
De vê-los flutuar ao cair...
Depois enche-me de sonhos
E pensamentos bons,
E estou eu, a sorrir,
E dormir!
Muitas vezes, nas decisões,
Na dúvida entre o correto
E o mais lucrativo,
Fico com o primeiro,
É a minha criança,
O meu grande conselheiro!

A criança que não fiz,
Faz-se a si mesma,
E vive dentro de mim!

Inserida por Shirley-Cavalcante

Meu filho tem mania de me irritar...fico brava,zangada e brigo muito com ele...numa dessas que ele apronta prá cima de mim,fiquei muiiito brava e gritei,briguei muito com ele....Derepente ele me olhou com seus lindos olhos,deu pra perceber o quanto ele ficou meio sem jeito e meio triste também,e me disse;Mãe,nunca mais eu vi você rir......
Me dei conta naquele momento,que ele apenas tentava me chamar a atenção e me fazer sorrir,abracei-o,dei-lhe um beijo no rosto, arrependida e apenas falei;Filho eu te amo!!!_E sei que ele entendeu que eu quiz dizer que ele, somente ele e os irmãos deles é que são meu motivos prá sorrir!!!
***Para Maycon,Gabriela,Henrique e Vitória,Meus filhos meus verdadeiros amores!!!***

Inserida por Janiz

A liberdade do coração mostra o afago materno de uma senhora que o sábado ficou sem seu filho, por uma única vez, e adotou toda a humanidade como filhos e filhas suas: Nossa Senhora.

Inserida por AndersonCDO

Diz-me que Tu és filho e o prodígio do pródigo se tornará lembrança aos cativos pela libertação das almas.

Inserida por AndersonCDO

O homem que faz a sua imagem não é digno de ser filho de Deus..

Inserida por CONDIOLOV

Ter um filho é como ter um coração fora do corpo, sujeito a diários picos de arritmia pela preocupação e ansiedade que nos causa diante da vida cotidiana, por aqueles momentos de incomodação que parece que irá esgotar toda paciência que há
dentro da gente, mas também, obviamente, pela intensa alegria, felicidade, orgulho, emoção e muitos outros bons sentimentos, que só um filho é capaz de proporcionar, e não importa o quanto ele tenha dado trabalho durante o dia, quando dorme sempre parece um anjo, preenchendo o íntimo de encantamento e satisfação.

Inserida por FranMoraes

Já vi uma mãe abandonar um filho, já vi um marido abandonar a esposa, mas eu nunca vi Deus abandonar ninguém!

Inserida por srplaysson