Pai Nao Entende nada
"Não quero saber de nada só do meu berimbau viola e de uma boa roda de capoeira, lá e onde eu esqueço meus problemas alivio meu coração, esqueço meus problemas e alivio minhas tensões.
Lá e onde eu esqueço de todos os problema do mundo capoeira e minha vida e meu verdadeiro amor essa e a unica certeza que eu tenho. "
"Josenilon Lisboa" Profº Buscapé
Nada pela metade...
Não quero NADA pela metade!
Não quero meio carinho
Meio amor
Meia atenção
Meia amizade
Meia fidelidade
Egoismo por minha parte?
Não, é que aprendi o valor da palavra COMPLETO!
E não terei nada para pensar e acaberei por pensar nele,justamente o pensamento que eu queria evitar e no fim das contas vou acabar sonhando com ele,lembrando dele ,respirando-o,vivendo-o,sentindo o sangue dele pulsar em minhas veias bem mais do que meu próprio…
Nada é o vazio.Não necessariamente a dor pois o nada é a ausência absoluta;o não sentir,não viver e não lutar.O nada é a exaustão do ser,a desistência,é um se entregar a um estado de inércia absoluta.Uma pessoa que sente o nada é como um zumbi ambulante.
As coisas não são perfeitas, a vida, nós, nada é perfeito. Claro, tem dias que estamos com um vazio em nós, bate uma tristeza como muitas vezes em mim bateu, mas Deus está acima de tudo, ele sabe de todas as coisas, e eu? acreditonele, um ser todo poderoso, que cuida, que sara todas as feridas de nosso coração, que levanta nosso astral, mas basta querermos, basta acreditarmos num mundo melhor, sem doença, e sem violência..
“Não há mais nada o que ser dito, não há mais nada para ser sentido. Agora, o que restou, é pra ser esquecido.”
Dizem que nada é eterno.
Não é mesmo! A vida passa diante dos teus olhos e tudo muda.
O sorriso ja não é tão largo, os olhos já nao derramam tantas lagrimas, o que era tão importante já não é mais, teus pecados hoje te fazem rir... o brinquedo perdeu a graça... Não pense que com você será diferente!
Sabe qual meu maior medo?
É ver o tempo passar e não aproveitar nada, acordar daqui a dez anos e ver que tudo que vivi não valeu a pena, que minhas lembranças são uma farsa que eu criei para não me sentir sozinha.
Meu maior medo é não ser amada suficiente ou não amar o bastante, viver dentro das regras e esquecer o quão legal o mundo pode ser sem elas...
Gostaria de fazer coisas que nunca fiz andar por onde não andei,beijar quem não beijei,me entregar a quem tive medo e me aventurar por locais onde julgava ser perigosos, quero falar com estranhos, aceitar conselhos de qualquer um sem julgar pela aparência ou atitude...
Quero começar o ano novo com velhos planos, com velhos amores e com meus 5 quilos a mais, to no jeans 42 e me sinto feliz, quero esquecer as regras, as tendências da ultima moda e todo aquele velho conceito de que para ser feliz precisa vestir 36, ser alta e ter namorado.
Querem saber como sou feliz? Sou feliz nas noites de sábado em casa de pijama rasgado comendo brigadeiro e assistindo “Breakfast at Tiffany’s”
Coração vazio
Eu não sinto nada, nem nunca senti. É como aquele vazio na boca do estomago quando estamos com fome... O engraçado é que eu não paro de estomago vazio e meu coração nunca foi alimentado. Já tive tantos amores que nunca amei e sinto inveja de todos. Eu invejo a forma como se entregaram a mim cegamente, que sentiram o coração palpitar e quase sair pela boca quando estavam comigo e odeio de corpo e alma ter ouvido as palavras de “Eu te amo” tão sinceras. Eu disse “Eu te amo” achando que a mágica de tais palavras me faria incendiar por aquela pessoa. Estava errada.
Sinto-me como se não tivesse coração. Ele está aqui parado, sem se manifestar. E como quando vamos fazer comprar com o cartão de crédito e ficamos encarando a maquininha rezando para que autorize. Eu rezo para que acenda uma faísca e queime todo o pavio. Afinal, um coração vazio não tem razão para existir.
Era uma vez uma menina que roubava coisas. Não há nada de especial nela, ela não ganhou um livro e nem a morte se interessou por sua história. Mas ela adorava roubar coisas. Ela roubava brincos, chaveiros, esmaltes e livros. Roubava tudo o que não precisava. Certo dia a menina que roubava coisas resolveu roubar um coração. Ela surpreendeu a si mesma com o desejo absurdo que lhe sucedera de roubar um coração. Mas tudo bem, roubar coisas era fácil certo? Não haveria problema então em roubar um coração. Ela saiu a procura de um coração para roubar numa tarde de março. Fazia frio e ela estava de vestido. Ela procurou muitos alvos, ela até encontrou alguns, mas nenhum deles era o tipo de coração que ela procurava. Sempre fora muito especifica em seus roubos, ela não era uma gatuna, era uma artista. Escolhia suas peças com muita precisão e fazia o que fosse preciso para apanhá-las. Aquele coração estava sendo um impasse. E ela se perguntava ‘santos deuses porque raios é tão difícil encontrar um coração que me agrade para eu roubar?’ Talvez tenha sido a sua mais longa procura. Ela quase se arrependeu de tentar roubar um coração. Ela quase voltou a roubar coisas. Coisas eram tão mais fáceis de lidar, entende? Lembrou-se de como era sua vida antes dessa obcessão por um coração aparecer. Ela até que era feliz. Cada roubo era quase um tango no teto, mas ela ficava satisfeita com pouco. E agora esse maldito coração que ela procurava não lhe aparece nunca. Veja bem, para ela a dificuldade não é encontrar um bom coração que se encaixe no que ela procura, pessoas com corações que combinam com o dela ela acha aos montes, para ela a real dificuldade é encontrar uma pessoa que não tenha sido assaltada antes dela chegar, para ela a dificuldade é encontrar uma pessoa que ainda tenha um coração para roubar. Todos, todos os seus alvos sem exceção já haviam sido assaltados antes dela chegar, e ela pensada ‘raios, como posso eu ser tão lenta? Sempre chego atrasada!’ Ela seguia procurando em cada sala, meio fio, esquina, boteco, terraço e gaveta, alguém com um coração ainda não furtado. Nunca se soube se ela conseguiu encontrar alguém que combinasse com ela e permitisse que ela lhe furtasse o coração, mas há boatos que ela ainda corre pelas ruas nas manhãs, tardes e madrugadas, destrambelhada, embriagada, alucinada e desesperada a procura de um coração livre para furtar.
Outro dia eu escrevi pensado em voc
Não consegui nem fazer uma Linha
não achei nada,pra comparar a você
As vezes sinto que não posso fazer nada
Nada e nada,sinto que devo
sentar e olhar para um novo horizonte
E esquecer tudo,tudo
E ser feliz,não por mim,mais por voc
Hoje eu queria mudar uma única coisa em minha vida.
E não tem nada a ver com profissão,
muito menos com dinheiro,
ou vida social,
tampouco saúde,
nem família.
tem a ver mesmo com um coração..
