Pai e Mae Importancia na minha Vida
A minha primeira aula, no início da década de 60 do século passado, até parece coisa de novela: na época, jantava na casa de uma tia em Ponta Grossa, e, enquanto jantávamos, a luz apagou por duas vezes em razão do mau tempo - os mais antigos, certamente, lembrarão que, naquele tempo, a cidade era abastecida pela Companhia Prada de Eletricidade, não muito confiável. Minha tia uma pessoa excessivamente previdente insistiu em que eu levasse vela e fósforo, pois iria dentro em pouco dar a minha aula e poderia faltar energia durante a mesma. Recusei em princípio, mas, devido à sua insistência, resolvi concordar.
Começou a aula, eu tremia mais do que “vara verde”, passam 5, 10 minutos e, pasmem vocês, a luz apaga. Imaginem o olhar de surpresa na sala quando eu tiro do bolso uma vela e acendo, colocando-a no canto da mesa; a partir daí a primeira aula de minha existência ficou como tudo à luz das velas, mais fácil e, neste momento, senti que era aquilo que iria fazer o resto da minha vida.
Pedro Marcos
TU MESMO
Se me perguntasse qual limite da minha maturidade quando apaixonado não saberia responder.
Mas como as crianças os meus olhos não me deixariam mentir.
Você me causa um mix de sentimentos...
És a minha alegria constante seguido de uma árdua tristeza ...
Que sentimento é esse que adoro sentir por ti,mas que machuca?!
Que sentimento é esse que meu corpo está em um lugar mas a mente presa a si?!
Que sentimento é esse,que me faz o querer fora da minha vida e onde continuamente tento burlar minha mente e que por hora até consigo mas não consigo fazer o mesmo ao meu coração?!
A razão diz me pra te esquecer,mas o sentimento, faz lembrar-me de si a todo instante...
Que sentimento é esse?!
...Estou te amando...
Hérika Duarte
27/10/2020
Ele e ela pensando
Ela: Será que ele vai pedir a minha mão em casamento?
Ele: Hoje não dá nem pra pedir uma mãozinha!
Dando asas a imaginação,
me rendo a renovação.
Supero qualquer condição,
aceito minha individualidade.
Sinto a paz e seus efeitos.
Reconheço meus defeitos
e a constante volatilidade.
Moldando minhas atitudes,
exerço a plenitude.
Quebro os meus entraves!
SALVAÇÃO
Agonizo na minha dor
Quando iras me salvar
Meu bom senhor
Traga de volta meu esplendor
Salve esse pobre sofredor
Que sofre por um amor
Oh mulher.
Usando minha incalculável imaginação...
Escrevo pra ti , oh mulher...
Nesse tema...
És a poesia em toda escrita minha...
Detrás do teu olhar...
Percebo algo que meus olhos são capazes de decifrar...
Quase sempre...
Eles me levam a pensar...
Tu , oh mulher...
Entenda de vez...
Difícil é revelar...
O que tem por trás dos teus segredos...
Porém...
Como Poeta de manso coração...
Me associo com a infinidade do meu imaginar...
E com intimidade do seu encanto...
Aos poucos vou revelando-te em mim...
Dentro de mim...
Existe um acalanto á te entregar...
Mas para isso acontecer...
Dispenso as ideias alheias...
Dispenso os conselhos de fora...
Assim...
Espalho em ti e em tua alma...
Todo esse meu escrevinhar...
Apenas respire fundo...
E sinta toda essa inspiração...
Em ti..
Que foi feita...
Somente para ti....
Oh mulher do meu coração...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Me encontro livre
Procurando a minha estrela que nasceu
Me encontro livre
Guiado aos olhos de Deus.
Livre, porém cego!
Rodeado de pensamentos
Ó mente, não me maltrate essa noite.
Eu imploro!
Me encontro perdido na escuridão.
Corpo, alma e coração.
Três folhas, três passos. Um dia, Eterno.
Um caminho e um sonho.
Uma vida e um sopro!
Uma última oração, um único Deus.
Em minhas mãos, não entendo.
A minha própria mutilação!
Em pedaços, desisto, minha mente não me ouviu.
Em quatro segundos, me maltratou.
Ainda me encontrarei, livre.
~Madrevin
#Minha_África
Prefiro Esconder-me Nessa Parede
Sei Que Irei Morrer De Fome e sede
Mas o Meu Coração Estará Em Paz
Terei O Sossego Que Nunca Tive
Julgam-me Por Ser Negro
Porquê é a Cor Da Desgraça
A Cor da Solidão e Maldade
A Cor da Mentira e Falsidade
Preta é a Minha Pele e Alma
Vermelho é o meu Sangue e Coração
Tenho Orgulho Do Que Sou
E terei Do Que Nunca Fui
Os Brancos São Como a Neve
E Mi Crussificam Por eu Ser Negro Como a Nuvem Negra
Preferia Nunca Ter Nascido
Para Jamais Viver Escondido
Num Mundo Que Não Sou Bem-vindo
Aih, Se eu Pudesse Escolher Entre Ser Branco ou Negro
Eu Seria Azul
A Cor Do Céu e o Mar
#PrimeiroMcPoeta
Me de uma luz, me derreta com um belo sorriso virgem!
Abraça-me apertado e cale minha angústia... Quem sabe um olhar que cegue meu julgamento precipitado e, seduza minha alma.
Pode ser uma carícia qualquer que me faça entender o quanto sou vulnerável ao seu amor.
EM MINHA MORTE
Eu, Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Em minha morte quero ser enterrado com o meu livro " Quando Nietzsche chorou ".
Quero que doem meus livros para Academia Pedralva Letras e Artes ou que fiquem com minha família. Quero que assistam meus vídeos no YouTube, que leiam meus artigos no Google, pois sempre que eu for lido eu viverei em alguém.
Matriz ou Matrix.
Na Matriz da minha inspiração...
O desejo de amar...
O desejo de escrever...
O desejo de versejar...
Sem rimas...
O Poeta sofre com sua voz...
O Poeta fala que vem na mente...
Sofre sozinho como indigente...
Com rimas....
O Poeta traduz seus poemas...
Tempestades de dores...
Eis aqui...
Ou ali...
Varios são os temas..
Aflito...
Vai aos poucos conhecendo sua liberdade...
Voa na solidão e na contra mão...
Decente...
Fala com sua alma ardente...
Poético...
Mistério no seu olhar...
Mistério no seu sonhar...
No labirinto de sua imaginação...
Ele sai sem dificuldades...
Alma Matrix...
Coadjuvante de uma realidade...
Coadjuvante nas ilusões e na sensibilidade E no seu modo de ver...
Alma Alfa...
Alma principal...
Na poesia e no poema...
Ele mesmo faz parte do palco teatral...
O figurinos....
Ilusão real na sedução...
Aldeia solitária....
Onde as coxias...
Se fecham e se abrem....
Ouve aplausos em euforias..
Vaiado por alguns...
Admirado por outros...
Amado por muitos...
Senhoras e senhores e jovens...
Se envolvem no trama montado...
Requintes de cartola....
Carroças e acerolas...
Frutas que adocicam a plateia...
A poesia...
Na Matriz ou Matrix....
Uns á de copiar...
Muitos vão assistir e amar...
Mas ser igual o dono da ilusão...
Fato que não existirá....
No desejo de ser Matriz...
Um dia no passado foi aprendiz....
Aos poucos...
Se fez Alfa na inspiração....
Sonhou com Matrix Romano...
Saiu da prisão e jogou os todos os panos...
Esfera de fogo e conspiração...
Tramas que se juntam com as outros..
Na função de Matriz ou Matrix....
Nada se inspira sem marca da dor...
Uma opinião minha vai aqui...
O Poeta que fala o que sente...
E voa como demente....
Sendo versos ou não...
Ou poema e cinema...
Poesia ou tema...
Nas reais...
Dores e alegrias...
Mas sempre vai em busca da paz...
Nas irreais....
Ilusão que causa calor...
Mas pra sentir tudo isso...
O poeta passou e fotografou..
Pelo vale da literatura....
E entrou no paraíso do Amor...
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Alma pragramada
De coração salpicando...
Batendo forte e latejando...
Com minha estrada ativada...
E minha Alma Pragramada...
Minha raiz...
Pois nesse chão que eu piso...
Não é de giz..
Se um dia eu fiz feio...
Disso eu me desfiz..
Sigo voando...
Em busca da minha Imperatriz...
Alma atrevida..
Educada pelo berço que tive...
Faço repente..
E não me gabo por isso
Mas o que eu faço..
Me viro no embaraço....
Sou como pipoca...
Pulo e viro dos avessos..
E é por isso..
Que no verso eu me atrevo....
Tenho dentes naturais..
E com eles eu mastico..
E solto gargalhadas...
Se dou rizada sozinho...
Isso não importa...
É isso que Deus me deu....
Um ninho único e quentinho...
Se choro...
Limpo as lágrimas com lenço...
Dou um tempinho e repenso..
Se vale a pena voar....
Com as forças do vento...
E novamente me programo....
E vôo cantando...
Enfrentando na frente...
Tudo que vou encontrando...
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Alma Paranaense
Viajei pelo infinito...
Com minha asas reforçadas....
Em vôo frenético...
Subi no espaço....
Bem acima das nuvens....
Perto das estrelas....
E fui pairando no Ar....
Com minhas inspirações....
Voltei no tempo....
Buscando o passado....
Dos anos dourados..
Senti algo tão profundo....
Levado pelo vento....
E com meus pensamentos...
Pisando em minha terra....
Naquele solo sagrado.....
Grande Estado do Paraná.....
Lá de cima...
A saudade bateu...
O sangue ferveu....
Atingindo e ferindo....
O centro de meu peito...
Foi forte demais...
Da saudade que doeu...
Do amor pela minha terra...
Um carinho do tamanho do céu...
Me trazendo de Volta....
Uma eterna recordação.....
Nessa viajem...
Vaguei longe...
Fui entre vales e serras...
Rios e montanhas,
Grandes fazendas...
Lagoas e cachoeiras.....
Nessa memória...
Algo me amarga...
E ao mesmo tempo me adoça...
De lembrança boas...
Que até hoje me acompanha...
O velho barulho....
Dos touros berrando...
Lá na gruta...
Ouvia seu rugindo...
O galo despertando....
E os passáros cantando....
O barracão....
E o terreirão....
A tuia de milho....
E nós...
Abrindo de porteiras....
O apito...
Era a garganta....
Bastava gritar....
Para o gado juntar....
A fumaça do fogão de lenha...
Toucinhos e linguiça no varal....
Uma pitadinha de sal....
Conservando no tempo....
Da minha casa...
Que imagem bonita...
O gado na estrada...
Levantando poeira....
Passa o tempo..
Mas isso...
Nada pode apagar...
O que ficou...
Apenas saudades....
Dessa mocidade....
Que um dia eu vivi....
Tento não lembrar....
Os olhos marejam...
Ficando brilhantes....
Das lagrimas que descem....
Ah familia Melo...
Essa alma sulista..
Zelo eu por ela....
E cada vez mais...
Me apego no travesseiro....
E volto a viver....
Essas ricas lembranças...
Talvez de outro modo....
Vivo em outro lugar....
Mas nada tem igual...
Dos tempos que se foram....
E não voltam mais...
Cheiro de mata...
Terra molhada....
Comida feita a lenha...
Até hoje...
Posso até sentir...
O seu paladar.....
Essa alma Paranaense....
Soltas risos e chora...
Mas essa terra...
Nunca esquece.....
Um dia....
Quem sabe eu...
Posso regressar....
E nesse chão....
Ainda vou chorar...
Com minhas lágrimas...
Aquele solo regar...
Aqui...
No âmago de minha alma....
Os cantos dos pássaros...
Gorjeia sem parar...
Todod dia...
Eu Acordo com o som...
Do cantar....
Dos lindos sabiás....
Autor :José Ricardo
Hoje agradeço as decepções que tive, foram através delas que conheci o tamanho da minha força e compreendi o ser humano que não pretendo ser na minha vida.
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