Padrão
CUIDADO COM A MEMÓRIA DE SUA CASA
O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores.
O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.
O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores.
Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé.
Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.
Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar!
Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa.
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração.
Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?
A educação surte efeito quando o mestre, abrindo mão do seu próprio padrão e gosto , passa a vivificar as qualidades do aluno"
A educação surte efeito quando o mestre, abrindo mão do seu próprio padrão e gosto , passa a vivificar as qualidades do aluno"
A normatividade do protagonismo.
Em um mundo, onde o padrão normativo é, por ordem de importância, ser: Homem, heterossexual, branco, alto, magro e rico, todo o resto está relegado à categoria de coadjuvante.
Protagonize!!!
as pessoas parecem hipnotizadas, parecem robôs. Falta autenticidade nss pessoas. Parece que o padrão é: Ser sempre chique, sempre solícito, sempre calmo, sempre educado, estar sempre com um sorrisão estampado no rosto (muita das vezes um sorriso falso). Realmente isso não da pra mim. Tem dias que estou de cara emburrada, estou mal vestido, impaciente, intolerante, as vezes xingo. SOMOS SERES HUMANOS PÔ !!! Não somos avatares.
É fácil ter milhões de amigos quando os milhões de centavos pousam no seu padrão de vida,
Quero ver é cultivar e ter milhões de amigos andando de jegue, jumento ou cavalo,
Quero ter amigos para tirar uma pedra que apareceu na estrada,
Onde espero e desejo ter amigos, pobres amigos,
Amigos que adoram e curtem o simples fato de estar vivo,
Amigos que veneram as estrelas, o sol e o entardecer,
Quero ter amigos, que não gosto de falar de cifras, carro importado ou investimento,
Quero ter bons e velhos amigos, mas que seja pelo simples fato de ser e não estar amigo pela conveniência do buscar no fútil aquilo que encontramos no verdadeiro AMIGO.
não exponha opniões para ser popular, exponha opniões de acordo com o padrão de Deus através da biblia
Pois tudo que pode ser ruim quase sempre nos atrae ecitandoas vezez o bom vira rotina sobrea padrao ...
Neste mundo há confusão sobre o que a beleza é, revistas mostram o seu padrão, querendo mudar a sua fé, mais esse tipo de beleza, não mostra oque alguém é
“Porque nunca fui padrão, eu trago a alternativa, de sonho até real, de extâse ou de dor, que dá pra falar de ódio, mas dá pra falar de amor..”
O mundo esta cheio de iguais, e de igualdades não se chega a diferença, se chega apenas ao padrão que querem que você seja, a aquilo que querem que você siga. Faça então o impensável e mude, mude o mundo, você, seus feitos e o principal, mude a sua história.
“Não existe um procedimento padrão. O poema emerge espontaneamente. Não escrevo poemas quando me encontro em estado emotivo, quer proveniente de uma situação agradável ou desagradável, (estado de inspiração), nem tão pouco em momentos puramente racionais (estado cerebral). O poema dá sinais... pisca o olho... sorri... no mais das vezes, de início, apenas capto a ideia. O momento de elaboração de um poema, em mim, acontece quando me aproximo o máximo dele, é uma sensação muito boa. É um estado que vai além da razão e da emoção, um estado que não sei definir... apenas percebo quando atinjo. Aí o poema começa a ganhar forma. Somente o que escrevo nesse estado que a mente alcança, para mim indefinido e imprescindível, é que considero poesia.”
“Não existe um procedimento padrão. O poema emerge espontaneamente. Não escrevo poemas quando me encontro em estado emotivo, quer proveniente de uma situação agradável ou desagradável, (estado de inspiração), nem tão pouco em momentos puramente racionais (estado cerebral). O poema dá sinais... pisca o olho... sorri... no mais das vezes, de início, apenas capto a idéia. O momento de elaboração de um poema, em mim, acontece quando me aproximo o máximo dele, é uma sensação muito boa. É um estado que vai além da razão e da emoção, um estado que não sei definir... apenas percebo quando atinjo. Aí o poema começa a ganhar forma. Somente o que escrevo nesse estado que a mente alcança, para mim indefinido e imprescindível, é que considero poesia.” - MAJELA COLARES, em entrevista...
