Padrão
Cristo deve ser o fundamento de tudo em nossa vida, pois somente Ele é o padrão perfeito de justiça e bondade para este mundo caído.
Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.
A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.
Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.
O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.
Mas quem define o que é excesso ou escassez?
Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?
Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.
Cada corpo carrega histórias que não se veem.
Cicatrizes que não se explicam.
Forças que não se medem.
Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.
Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.
Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.
E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.
O maior pecado do religioso narcisista é acreditar que ele é o padrão de santidade pelo qual o mundo deve ser julgado.
Não nasci para performar santidade, fingir sobrenome ou vestir a carcaça que o seu padrão exige; se a minha falta de religião, de luxo ou de vaidade te incomoda, o problema é do seu ego, não da minha existência.
A sua beleza não é um padrão para o mundo aplaudir, mas uma revolução particular que acontece toda vez que você decide ser exatamente quem você é.
A beleza real não é um padrão que se alcança, é a energia que alguém espalha sem nem perceber. É a coragem de ser de verdade em um mundo de aparências, o eco da risada, o peso do caráter e a paz que a presença da pessoa planta na vida da gente. O rosto atrai o olhar, mas é o avesso — o que a pessoa carrega no peito e na alma — que faz a gente querer fincar raiz e ficar.
Toda pessoa humana obcecada por inserir-se num padrão físico de sensualidade, perde o direito de indignar-se ao ser reduzida ao nível de um mero objeto!
Linguagem padrão
Para que escrever de forma tão erudita?
Para que dizer o que sente como no simbolismo?
Os sentimentos mais belos são simples,
Não necessitam daquelas palavras usadas tão raramente,
Tão cultuadas por muitos,
Aprendi.. que para sermos felizes não precisamos nos esconder,
Perdemos do amor com formas,
O verdadeiro sentimento está no espontâneo, não no pensado,
O verdadeiro sentimento está dentro de cada um,
Libertado assim que encontra alguém com a chave certa..
Podemos procurar, procurar, e não encontrar,
Podemos achar. No entanto não ser o momento,
Podemos nos culpar, por ter perdido uma chance,
ESQUEÇAMOS a forma, o que importa hoje e agora, é o sentimento..
Imagino como seria a vida.. se todos falassem assim como a forma culta nos diz que é correto
E não como é o desvio do padrão. Quantos amores poderiam deixar de ser relatado?
Quantas histórias ficariam apenas nas lembranças?
JOGUEMOS fora tudo que possa nos impedir de escrever..
Não é legal, escrever o que sente, do jeito que sente?
Sem sofisticar? Sem querer impressionar?
Para mim, isso é o que importa,
E para isso escrevo.
A sociedade exige de nós um padrão que nem ela mesmo tem.
Somos avaliados,e um minimo defeito serve para nos qualificar a vida toda.
“Não duvido de nada, mas questiono tudo. Tenho o meu próprio padrão de conduta até
encontrar um conjunto de idéias que possa responder a todas as minhas perguntas. Até
agora, eu não encontrei. Apenas respostas que parecem gerar mais perguntas. Eu sou
muito racional. Não consigo apenas acreditar. Preciso de provas, de respostas.”
Ou você busca seguir o padrão, ser igualzinho, ou você faz aquilo que mesmo parecendo não ter sentido, lhe completa, lhe coloca um sorriso no rosto e te faz feliz.
Bora, pra outro lugar marquei festa, tem privê
Hoje é o dia das amigas, meu padrão vai conhecer
Só universitária, só mina milionária
Só paty exagerada e tem claro as mercenárias.
Eu me sinto seduzida pelo intelecto... Mesmo sem ter o 'tal' padrão de beleza convencionado pela sociedade, algumas pessoas são dotadas de um magnetismo intelectual que pra mim é irresistível... que me fascinam.... que me apaixonam... é como se a eloquência verbal me inebriasse... como a um perfume com alto poder de sedução... escapando suavemente... mas de forma altiva - dos lábios formando frases... quer afrodisíaco melhor?
Não falo dos "pseudo-intelectuais" que se esforçam de forma cansativa para parecerem inteligentes... Falo de pessoas que nos prendem a atenção naturalmente... com assuntos interessantes... mas que também dominam com sobriedade a arte da vida... do amor... da serenidade... que conseguem ser ao mesmo tempo maduros e imaturos... doces e ácidos.... sem perder a essência... sem perder a razão... sem perder a loucura... acho que por isso gosto dos sarcásticos... afinal pra ser irônico e sarcástico... é preciso ter uma certa inteligência... um certo conhecimento... e isso definitivamente me seduz... muito mais que um abdômen tanquinho... muito mais que um bíceps definido... me desculpem os malhados e lindos... mas inteligência é fundamental...
"De acordo com que padrão julgamos se nossos semelhantes são bonitos ou feios? A verdade é que quando passamos a conhecer profundamente as pessoas nada disso importa. São nessas horas que a embalagem perde espaço para o conteúdo e é ai onde pessoas aparentemente lindas se tornam terrivelmente feias e onde pessoas aparentemente feias se tornam magicamente lindas. A verdade real por trás de tudo isso é que não é a feição natural que determina o nível de beleza do ser humano, mas sim o caráter deste"
Ah, a liberdade.
Quão bom é ser liberto.
De que?
de tudo.
Do padrão
dos termos de uso
da invulnerabilidade
da consciência.
Livrar-se
do inútil
da ignorância
do erros.
Liberdade
sinônimo de vida
de viver
de ser feliz
... do seu jeito.
Sim eu te amei. Talvez de uma forma desalinhada, desequilibrada e fora do padrão. Mas te amei do meu jeito. Deixei-me te chamar de meu, e por um minuto, tive a mera ilusão de que era. Quis por uns instantes, seu cheiro na minha roupa, suas vestes em mim, e te ter para unicamente, para suprir o meu vício de você. Pude me imaginar falando contigo, sussurrando no teu ouvido, te tendo por inteiro. Mas me via ali, presa e incapacitada, de cumprir tais desejos, limitada por uma tela de computador. E através dessa mesma tela, a quilômetros de distancia, você acalmava o meu coração, com as suas palavras dóceis. Confortava-me nelas. Mesmo quando eu brigava com você. Meu coração batia forte nessas horas, devia ser o meu coração, dizendo: Eu estou aqui, somente pra você. Eu te pertenço, venha buscar o que é seu. Sempre foi. Mesmo você sendo assim, tão cheio de qualidades e eu sendo assim, tão cheia de defeitos. Mesmo eu sendo o oposto. Mesmo você sendo tão cheio de si e eu tão cheia de ti. Agora, é cada um por si. Mesmo eu vivendo de ti e pra ti.
