Pablo Neruda Olhar
Às vezes tudo que precisamos é ser vistos
com o coração, olhos não foram feitos pra
ver com profundidade.
Se apenas fosse essa chuva em seu olhar, e seus pensamentos apenas em trovões e raios
Minha mente estaria limpa de nuvens ... E o meu coração leve como a brisa.
Olho para o céu, sinto-me
flutuando em um presente amargo
Converso com o tempo que,
outrora fora meu amigo, e hoje
encontra-se perdido
Sinto o peso das palavras, a intensidade
dos seus anseios e as ilusões cortantes
d’alma.
Diga-me sentimento ordinário, me diga
o que fazes ai?
Por que engana-me neste labirinto enigmático?
Deixe-me ouvir o murmurar do futuro abraçar
o meu interior
Olhar para o meu Amor de primavera
Jurar juras de amor ao meu amor
Cantar ao alvorecer a mais nobre das canções angelicais
olhar para o nosso passado estrelado e viver eternamente
na doçura dos sonhos!
Era bela, como nenhuma outra.
Era dela, a leveza de uma flor solta.
E singela, com luz de intensa nobreza.
E amava, a vida com perfeita destreza.
E levava, a vida com a simplicidade.
Tão madura, apesar da sua precoce idade.
E dizia, ser do mundo apenas um pedaço.
Não negava, a quem quer que fosse um abraço.
Sempre livre, com seu olhar voltado a frente.
Refletindo, sua graça nos olhos da gente.
Eu nao me esqueço daquele olhar
aquele beijo
a lua e testemunha do nosso beijo
o sol e testemunha do meu amor
E as rosas São apenas complacentes ao meu amor a sua beleza
#Mãe e quando você achou que eu não estava Olhando pude ver que Deus me deu a coisa mais Preciosa da Vida!
Você ! Feliz Dia Das Mães !!!
E assim somos nós, quando criança quanta simplicidade,
quanto amor para dar, quantos sorrisos, quanta energia...
Uma pena que com o tempo vamos esquecendo nosso lado criança de ser, vamos perdendo nossa capacidade de simplesmente ver as coisas com um olhar puro, ingênuo, sem julgar nada, nem ninguém.
Como seria bom se todas as nossas dores, amores, medos, receios pudessem ser resolvidos com um colo de mãe, pois ali com certeza era nosso refúgio, o nosso porto seguro.
Hoje já não tenho mais aquela inocência, mas luto todos os dias para lembrar quem sou, tento resgatar o que ainda resta daquela criança que brincava sem se preocupar com o dia de amanhã, apenas aproveitando o SOL lá fora
Aquele olhar divino, o qual se dividia em cores com emoções. Cores que me farão lembrar da minha adolescência, que me fará reviver toda aquela aventura outra vez. Uma jovem, linda e corajosa que me fez entender o poder da amizade. Eu sempre fui muito observadora e, o olhar daquela jovem foi o mais lindo que já vi na minha vida. Um olhar que era o meu vício... Seu temperamento, junto aos seus olhos que mudavam desordenadamente. As vezes eram castanhos claros que refletiam seu temperamento calmo, simples... depois, ficavam verdes, e junto a essa cor, o seu desejo de cantar e viver cada dia um de um jeito diferente; Mas ai, toda a sua rebeldia de adolescente vinha quando o olhar escuro vinha para vingar a vida que tinha... Porém, de ante de toda essa mudança de humor que ela tinha e de toda essa mutação sobre a sua melanina, eu sempre soube que suas atitudes eram o seu jeito de menina e que, na verdade seu olhar remetia uma única cor: o azul.
E tenho aprendido que certas belezas passam despercebidas aos olhares apressados que já determinaram um certo padrão de rotina tornando a visão um simples hábito de olhar com os olhos do mundo!
Aprenda a ver com o coração e a vida terá um novo sentido!
Ainda posso vê-lo, com aquele sorriso debochado e um olhar de brilho triste.
Eu não pude desviar o olhar. Aquela tristeza cabia tão perfeitamente na minha.
Controle do olhar
esforço
tepidez
dominação
O olhar cobiça o que vê
livre pensamento
esvoaçante
voador
em cachoeiras
devaneios
fantasias
luxuria
Olhar
sucumbe a real condição
de amar.
Falar e ser ouvido...
Clamar a dor que sente
No coração ausente
da desventura
amadurecida
pela vida
vivida na vida
Passado?!
Não
Presente[mente]
Ausente
das ansiedades
do olhar que pede
Sinceridade...
Olhar de Poeta
Ana Paula Silva
Autora do livro: Me apaixonei por um poeta
Editora Saraiva – Livro Digital
O Poeta tem um jeito todo especial de ver o mundo, ver o sol, a lua, o mar, as árvores e as folhas que caem dela. Não que ele veja tudo mais bonito, não que ele não tenha problemas, não que ele não fique triste ou se alegre. Mas, ele aprendeu a ver a vida e os acontecimentos de ângulos diversos.
Quando a folha cai de uma árvore, vemos uma folha cair de uma árvore. O poeta vê a folha caindo da árvore, vê seu movimento que é quase uma dança, num balançar ao ritmo do vento, vê toda beleza do seu brilho, que é produzido pelos raios do sol, vê a tristeza acompanhando aquela folha, que foi abandonada pela árvore, numa vagarosa solidão, vê ela se juntar a outras folhas ao tocar o chão, e vê que ela não está mais sozinha, como esteve desde o momento que se desgarrou da árvore. Ele volta seu olhar à árvore, que chora por precisar se desfazer de suas folhas. Ele olha para o céu, que está cinza, as nuvens parecem tristes e tentam ofuscar o brilho do sol, todos parecem compadecer a dor daquele instante. Então, o Poeta sorri, ele sabe que toda essa dor não passa de um outono.
Assim o Poeta vê a vida, ele olha a vida de ângulos diferentes, se uma coisa lhe parece triste, ele corre seu olhar em volta, lento, se for preciso ele muda de lugar, para ter um melhor ângulo, o mundo parece parar para que o Poeta observe cada momento que passa diante de seus olhos. Às vezes o Poeta se entristece, nem sempre ele consegue a melhor vista, mas ele logo busca outro ângulo.
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