Outros

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Quem age em harmonia, mesmo que seja contra o que os outros dizem, está bem consigo mesmo.

Onde está a glória em repetir o que outros fizeram?

Algumas pessoas deveriam deixar de se meter, cuidar ou falar da vida dos outros, afinal podem acabar esquecendo de suas próprias vidas e as perdendo.

Em qualquer lugar, teremos o que dermos. Nao se esqueças: tudo o que fizeres aos outros, fazes a ti.

Por que, Deus? Por quê? Nós tínhamos um acordo. Deixe que os outros fiquem velhos, não eu.
(Joey)

Já cansei dessas pessoas sem personalidade, que vivem da vida dos outros e acabam esquecendo-se de reconhecer e assumir os seus próprios defeitos. Pessoas fúteis sem um mínimo de caráter. Onde foi para o respeito, a dignidade e a sinceridade das pessoas? Sinceramente, eu não consigo entender onde essas pessoas querem chegar com isso. A falsidade e a hipocrisia estão tomando conta do ser humano, pois é incrível ver a mudança das pessoas quando elas precisam de você. É como se de uma hora pra outra você se tornasse a melhor amiga delas. Talvez eu tenha vindo de um mundo diferente, onde não há falsidade, arrogância, futilidade, desprezo... Um mundo onde não há o desrespeito.

És jovem durante alguns anos, mas podes ficar imaturo a vida toda.
Quem conhece os outros é sabido; mas quem conhece a si mesmo é sábio.

As 6 leis para a conquista da Auto-responsabilidade.

1 Se é para criticar (os outros), cale-se.

2 Se é para reclamar, dê sugestão.

3 Se é para buscar culpados, busque solução.

4 Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor.

5 Se é para justificar seus erros, aprenda com eles.

6 Se é para julgar as pessoas, julgue suas atitudes.

Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la

Não se compare com os outros! O que Deus tem para você é especialmente para você.

Foda-se você, sim...você mesmo que não tem nada pra fazer alem de ficar olhando a vida dos outros, vá olhar e analisar a sua primeiro...tempo bem melhor gasto!Não sou dificil de decifar...ó, eu sou tudo o que presta e o que não presta e você o que é?Humano como eu...?Olha so como somos parecidos meu novo amigo!Só não te dou conselho, porque nem de mim mesma sei cuidar!Tenho medo de cada hora que passa nesse mundo composto por loucos, dele nada se sabe, nada pode se esperar!A...não fale de mim não...a não ser que após olhar-se no espelho veja que tem esse direito, por ser o unico ser perfeito...aproveite e fale de mais gente, porque isso é uma raridade!E pode deixar que falo sobre você...mas já não seria um defeito apontar defeitos!?!Você falou por pensar que não era desse mundo...esperava perfeição?Ah...!Então...fale com Deus...aproveitemos e vamos pedir perdão!

Se mil outros tronos eu tivesse, mil tronos eu perderia para por fim à escravidão!

Porque acredita em si mesmo,
ele não tenta convencer os outros.
Porque está contente consigo mesmo,
ele não precisa da aprovação dos outros.
Porque ele aceita a si mesmo,
o mundo inteiro o aceita.

Mais importante que vigiar os outros é controlar os próprios passos.

Estamos tão acostumados a nos disfarçar para os outros, que, no fim, ficamos disfarçados para nós mesmos.

Intimidade

As pessoas vivem toda a sua vida a acreditar no que os outros dizem, dependentes dos outros. É por isso que têm tanto medo da opinião dos outros. Se eles pensam que você é mau, torna-se mau. Se o condenam, começa a condenar-se. Se dizem que é pecador, começa a sentir-se culpado. E, como depende da opinião deles, é obrigado a conformar-se constantemente com as suas opiniões; senão eles mudarão de opinião. Ora isso cria uma escravidão, uma escravidão muito subtil. Se quiser ser considerado bom, digno, belo, inteligente, tem de fazer concessões, tem de se comprometer continuamente com as pessoas de quem depende.

E levanta-se um outro problema. Como há muitas pessoas, elas estão sempre a alimentar a sua mente com diferentes tipos de opiniões — opiniões conflituosas, ainda por cima. Uma opinião a contradizer outra opinião — daí que exista uma grande confusão dentro de si. Uma pessoa diz que você é muito inteligente, outra pessoa diz-lhe que é estúpido. Como decidir? Então fica dividido. Fica com dúvidas sobre si próprio, sobre quem é... uma ondulação. E a complexidade é muito grande, porque há milhares de pessoas à sua volta.

Você está em contato com muitas pessoas e cada uma delas mete a sua ideia na sua mente. E ninguém o conhece — nem você mesmo se conhece —, pelo que toda essa coleção se amontoa dentro de si. É uma situação de enlouquecer. Tem muitas vozes dentro de si. Sempre que se pergunta quem é, surgem muitas respostas.
Algumas dessas respostas serão da sua mãe, outras serão do seu pai, outras ainda do professor, e assim por diante e assim sucessivamente, e é impossível decidir qual delas é a resposta certa. Como decidir? Qual o critério? É aqui que o homem se perde. Chama-se a isto ignorância de si próprio.

Mas como depende dos outros, tem medo de entrar na solidão — porque no momento em que começar a entrar na solidão começará a ter muito medo de se perder. Em primeiro lugar, você não se tem a si próprio, mas, qualquer que seja o eu que criou a partir da opinião dos outros, tem de o deixar para trás. Daí que seja muito assustador interiorizar-se. Quanto mais fundo for, menos saberá quem é. É por isso que quando procura conhecer-se realmente a si próprio, antes de o conseguir terá de abandonar todas as ideias que tem sobre o seu eu. Haverá um hiato, haverá uma espécie de coisa nenhuma. Tornar-se-á uma não-entidade. Sentir-se-á completamente perdido, porque tudo o que conhece deixará de ser relevante e aquilo que é relevante ainda não conhece.

Você não pode ser o que os outros querem que você seja. Você tem que ser você mesma, do seu jeito.

Uns fumam, outros bebem, outros se drogam e outros se apaixonam. Cada um se mata à sua maneira.

Esse é só um dos sintomas, ficar muito tempo deitado. Tem outros, físicos. Uma fraqueza por dentro, assim feito dor nos ossos, principalmente nas pernas, na altura dos joelhos. Outro sintoma é uma coisa que chamo de pálpebras ardentes: fecho os olhos e é como se houvesse duas brasas no lugar das pálpebras. Há também essa dor que sobe do olho esquerdo pela fronte, pega um pedaço da testa, em cima da sobrancelha, depois se estende pela cabeça toda e vai se desfazendo aos poucos enquanto caminha em direção ao pescoço. E um nojo constante na boca do estômago, isso eu também tenho. Não tomo nada: nenhum remédio. Não adianta, sei que essa doença não é do corpo.

Custei a compreender que fantasia
É um troço que o cara tira no Carnaval
E usa nos outros dias por toda a vida

Aldir Blanc e João Bosco

Nota: Trecho da música Fantasia.