Outros
O “não” dos outros converte-se em impulso, não como negação de sua essência, mas como expressão do prisma equivocado deles.
Eu sempre fui uma pessoa bem resolvida. Nunca precisei da atenção dos outros para me sentir inteiro, nem busquei validação para confirmar meu valor. Passei boa parte da vida confortável dentro de quem eu era, com minhas certezas, meus limites e meus silêncios.
Até que um dia encontrei alguém que enxergou em mim algo que eu mesmo nunca havia visto. E, por algum tempo, acreditei naquela versão. Passei a falar mais, a rir mais, a confiar mais. O homem reservado se tornou sociável, o introspectivo passou a contar piadas, e a desconfiança deu lugar à esperança. Pela primeira vez em muito tempo, tive a sensação de que a felicidade talvez não fosse apenas um conceito distante.
Mas a realidade tem o hábito de cobrar o preço das ilusões. Com o tempo, percebi que a vida raramente permanece no auge dos sentimentos que ela mesma nos oferece. E aquilo que parecia uma descoberta acabou revelando outra coisa, talvez eu não tivesse me transformado, apenas experimentado uma parte de mim que deveria ter permanecido adormecida.
Agora me vejo diante da tarefa de reconstruir quem sou. Não porque aquela versão estivesse errada, mas porque ela não conseguiu permanecer. Preciso recuperar o controle dos meus sentimentos, reorganizar meus pensamentos e voltar a caminhar com os próprios pés.
Talvez as coisas nunca tenham sido realmente boas aqui dentro. Talvez eu apenas tenha encontrado alguém capaz de silenciar, por um tempo, os ruídos que sempre carreguei. Mas ninguém pode viver para sempre sustentado pelo olhar de outra pessoa.
As coisas vão voltar ao lugar. Não exatamente como eram antes, porque já não sou o mesmo homem. Mas voltarão a ser minhas. E isso terá de ser suficiente.
Amava se tanto, que uns a amavam por isso e outros a odiavam pelo mesmo motivo! No entanto, como o amor era dela, ninguém poderia modificar isso!
“A verdadeira liberdade começa quando deixamos de viver segundo escrituras que outros escreveram para nossa vida.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Leve uma vida tranquila.
A opinião dos outros vai,
Sugar sua energia
Se você permitir.
O poder está dentro de você.
Enfrentar os seus fantasmas é essencial pra não enganar a si mesmo e os outros. Fuga só empurra problemas.
Os outros apenas te deixam feliz por momentos, mas somente você pode dar a felicidade pra si por inteiro.
A internet é um imenso palco, onde todos representam! Uns usam máscaras pesadas, outros leves, mas poucos mostram a cara!
As redes sociais são como um enorme galinheiro, onde todos ciscam e se bicam! Uns são galãs, outros galinha e outros galos de rinha!
O direito à igualdade briga diretamente com a diferença de obrigações impostas a cada indivíduo! É dever de todos garantir as prerrogativas do coletivo.
Embora sejamos todos animais( 1°selvagens/
2° racionais) o que difere uns dos outros, é a capacidade de pensar, discernir e repensar. Porém em determinados momentos, o primeiro demonstra mais humanidade.
190426
Não faça nada para impressionar os outros, mas sim a si mesmo. A grandeza de alguém é medida pela capacidade de permanecer simples, mesmo sob os holofotes. Seja você mesmo, pois é assim que você define quem realmente é.
Amor próprio não é egoísmo, não é orgulho, não é se colocar acima dos outros, é se reconhecer inteiro, com falhas e acertos, é se olhar no espelho e aceitar cada pedaço de si mesmo, é cuidar da própria mente, do corpo, das emoções, é dizer não quando precisa, é valorizar o que sente, é proteger sua paz, é se permitir crescer sem depender da aprovação de ninguém, é se perdoar pelas vezes que caiu e se levantar mais forte, é escolher diariamente a si mesmo,
investir em sonhos, se cercar de pessoas que acrescentam, se libertar de quem mina sua energia, é celebrar suas conquistas, pequenas ou grandes, é ter coragem de ser quem você é de verdade e se orgulhar disso, porque enquanto houver vida, há chance de se amar de verdade, e o amor que nasce dentro de você se torna a base de tudo o que constrói e vive.
Há quem nasça para mover peças no tabuleiro da vida,
outros para governar como reis,
e muitos para carregar o peso da servidão
