Outros
Os craques costumam pensar o pensamento dos outros. Possuem um saber inconsciente que antecede o raciocínio lógico. Os neurocientistas chamam de inteligência cinestésica a capacidade de enxergar, em frações de segundo, tudo o que acontece à volta, além de calcular os movimentos e a velocidade da bola, dos companheiros e adversários. Ele sabe sem saber que sabe.
Ser arrogante e desrespeitoso com os outros é um caminho certo para afastar as pessoas e perder oportunidades. A arrogância pode dar uma sensação temporária de superioridade, mas no longo prazo, ela destrói relacionamentos e reputações.
No palco da vida
Alguns se comportarão
como Rei Leão
Outros como filho do Rei:
Outros como as lenas:
Outros defenderão o
territorio de invasores
infieis:
Outros serão amigos e
familia sincera:
Cada um dá aquilo que tem.
Qual é o seu lugar
No palco?
"Se a sua luta por um hábito saudável depende da validação dos outros, você já perdeu o sentido do que realmente importa."
Hoje ocorreu-me estranhamente uma sensação letárgica, que a outros também ocorre:
A sensação de, diante e após certos acontecimentos, sentir estar viva e, ao mesmo tempo, vazia, morta.
Percebi terem dado o nome de resiliência..
Quando se faz o que tem vontade, você não cobra nada de ninguém; quando faz a vontade dos outros, você se sente na necessidade de cobrar.
Meu erro está em seguir o caminho dos outros, mesmo que eu acerte.
Meu acerto está em seguir o meu caminho, mesmo que eu erre.
Hoje em dia, fazer o que você tem vontade virou "loucura" e fazer a vontade dos outros virou "normal".
Estamos em uma fase que boa parte das pessoas quer atenção dos outros, mas, no entanto, não prestam atenção em si.
Os "demônios" do passado, embora com outros nomes, continuam a assombrar a vida humana. Antigamente, eram chamados de Lúcifer, Azazel, Belzebu, Behemot, Balaão e outros nomes que representavam as forças do mal, do caos e da destruição. Hoje, essas forças têm novos nomes: Depressão, Síndrome do Pânico, Desrealização, Bipolaridade, Angústias e outros distúrbios que afetam a mente e o espírito das pessoas.
No passado, os "ajudadores" ou figuras de autoridade espiritual eram os padres e exorcistas, que buscavam expulsar esses males do corpo e da alma. Hoje, são os psicólogos e psiquiatras, que ajudam as pessoas a enfrentar esses monstros internos através da terapia, do autoconhecimento e, muitas vezes, de medicação.
E, ainda assim, a "cura" para esses "demônios" modernos muitas vezes exige mais do que apenas tratamento médico ou psicológico. Ela também envolve uma mudança profunda da vida, que pode incluir mudanças de estilo de vida, de valores, de rotina, de relacionamentos e até mesmo da maneira como interpretamos o mundo. A cura, em muitos casos, passa por uma reavaliação das nossas verdades, das nossas crenças, da nossa visão de vida e de mundo, até mesmo da nossa fé. A transformação que é necessária para enfrentar esses "demônios" exige uma mudança de percepção, uma nova forma de enxergar e viver a realidade.
O que permanece é a constante busca pela paz interior, pelo equilíbrio emocional e pela libertação dessas forças, sejam elas com o nome que tiverem.
