Outros

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Derrubei, derrubei o muro do meu castelo pra ver a vida com outros olhos,parei de viver pensando e passei pensar vivendo além do porque eu pergunto por que não, talvez queira ver as coisas como são e quando eu me cansar disso tudo aqui eu volto e vejo se o terreno ainda estar disponível,para o nível da minha vida ..

Tente entender voce mesmo , que talvez voce mesmo entenderar os outros.

"Chama-se família a um grupo de indivíduos unidos pelo sangue, que se dão mal uns com os outros por questões de dinheiro."

Na vida voce é o sucesso, e os outros sucessores.

Para uns eu sou um show; para outros, uma ameaça.

"Porque nao ensinam as pessoas a se colocarem no lugar dos outros?"

Nunca deixe de viver sua vida para agradar aos outros, pois, certamente estes, estarão vivendo para agradar outro alguém.

DISTINÇÃO DE PRESENÇA

Enfim começo a te ver com outros olhos
A te observar de outra maneira
A te querer de outra forma
Lembrar-te diferente
A criar algo lúdico, surreal, platônico
Afinal, todo amor é platônico não é mesmo?
Por mais real que seja
Mas sempre criamos expectativas demais
É isso que você esperava?
Pois é isso que sinto agora
Demorou, mas chegou!
Assim, quando eu menos esperava
O coração aceleradamente palpitou
Quando sentiu tua presença
Presença de luz, de paz
E o mais importante...
De amor!

Errar é humano: mais humano ainda é atribuir o erro aos outros. Agora reconhecer nossos erros o que nos tornam?

Respeito a Opinião dos Outros, Desde Que Respeitem a Minha.

Devemos respeitar a opinião dos outros porem não somos obrigados a concordar

Eu sou o rei da minha verdade, não vou pelos outros, eu faço as minhas verdades e as engesso

O ser humano é grão-mestre do escapismo e da fuga e sempre tenta jogar sobre os outros e sobre fatores externos a responsabilidade de seus atos. Seja o deus que levou sobre si os pecados do mundo, as obsessões, o meio, a criação, a presença ou a ausência dos pais, a culpa, a falta de oportunidades ou a maldade do mundo, justificativas não faltam para as pessoas se lambuzarem como porcos em seus erros e defeitos.

Eu procurei em outros corpos encontrar você, eu procurei um bom motivo, pra não falar, eu procurei me manter afastado, mas você me conhece, eu faço tudo errado.

Não entregue para os outros a responsabilidade da sua irresponsabilidade.

Não há mesmo algo que possa ser mais precioso que o tempo. E para quem pense em outros clichês como “amor”, “felicidade” e “saúde”, é preciso dizer que o tempo é naturalmente presente e fundamental para estes. Isso porque o amor, por exemplo, desvanece se não houver o tempo para cuidá-lo, entendê-lo, permiti-lo ou mesmo o sentir.

É o tempo que permite a felicidade simples – a única real e possível – das coisas comuns do dia: aproveitar o frio de uma manhã de inverno, andar pelas ruas da cidade, ver as luzes distantes das casas ainda mais distantes desenharem estranhos e belos mosaicos nas paredes da noite. Viver é simples, mas é preciso tempo para fazê-lo.

A correria dos dias, o absurdo a que o trabalho nos obriga, os afazeres diários, os compromissos, as cobranças, as filas de banco, a espera ao telefone dos centros de atendimento, o trânsito, os celulares tilintando a todo o momento... tudo isso nos distancia do tempo, nos leva para fora dele: e os relógios não nos libertam, mas nos escravizam. Não conheço ninguém que não esteja, no mínimo, cinco minutos atrasado para alguma coisa. Às vezes, para nada. Mas sempre atrasado.

Parecemos ter esquecido as pequenas e edificantes tarefas em desobrigação: remexer os velhos livros e discos, lembrar do que significam alguns deles, recordar os amigos a quem não vemos há muito; ir à feira e escolher os legumes com delicadeza, pensando nas possibilidades que nos permitem, cozinhá-los em fogo brando, com o azeite do tempo, e comê-los sentado à mesa, como se nada mais importasse; rolar na cama preguiçosamente e traçar novos acordos com o dia – para depois descumpri-los, sem culpa; rever fotos antigas, relembrar e esquecer nomes; desfrutar da companhia singela da bela esposa ou do marido tranquilo, divertir-se com as novidades dos filhos miúdos a fazerem graça; assistir a um filme italiano despretensioso e sem bruscos movimentos de câmera; pensar.

É o tempo, sua presença, que nos permite exercícios simples como esses. E são, não tenho dúvidas, exercícios de felicidade. A praticidade em que nos metemos, a velocidade, as multitarefas põem nos dias um amargor que não lhes é natural. Por isso, hoje, na contramão do mundo, o tempo é meu e serei, sem necessidade de decretos, plenamente feliz.

Eu penso nos outros.
Não no que os outros vão pensar.

Não pensar nos outros é fato, não pensar nos amigos é solidão, não pensar no amor é paradoxo, não pensar em si próprio é suicídio.

Não quero guerra nem paz
nem saber se há céu, mar,
terra, flores, ar
passarinhos, outros bichinhos.

Não vou lembrar de safados
de honestos, dos modestos,
dos cometas dos planetas
dos continentes
de idiomas diferentes
hoje eu quero o vazio
o nu.
que importa o vento
o frio ou o calor
quero o nada.
Nem sonhos
menos ainda realizações
nem fastio me atrai.
candura, ardil
frescura ou secura
tanto faz,
não quero.
Eu não quero existir
sentir.
Não estou a fugir
só não quero
nem fingir.
Me dispo de tudo,
esvazio.

Que importa a poluição
a má intenção
que interessa a solidariedade
o rancor, o amor?
Fico parada, sem pensamento
nem que seja por um momento
não quero saber de nada.

Por que temos tanto medo de ser quem realmente somos?
será que porque pensamos nos outros antes de nós?!