Outros
Alguns serão lembrados pela voz que deram a certos "alguns" e pela voz de outros que poderiam contribuir para o país e que foram caladas por tanto tumulto, constrangimento e injustiça.
Há presos de consciência
soldados e outros não,
A luta deles é a mesma,
só não vê quem não quer,
A justiça tem feito deles
sempre o quê bem quer,
e não para de malmequer.
O quê é vejo contra eles
é o silêncio programado
o tempo correndo frouxo
e um inferno requintado;
Um fato latino-americano
que provou que nunca
o passado foi passado.
Soldados e outros não,
presos não deveriam
ter sido e nem mesmo
continuado como estão,
A liberdade deles deveria
ter sido o primeiro passo
desde o primeiro minuto
desta rodada de diálogo.
Ainda quero crer na sorte
justa para todos eles,
Minha poética insistente
não se esquece nunca
do General injustiçado
que ousou pensar diferente.
05/10
Não permita que a falta
de estímulo dos outros
sabote a sua vontade
de aprender na vida,
Você só precisa de você
ou você para seguir,
Ciente disso ninguém
mais poderá te impedir.
Adjá para convidar
e sinos de outros
credos igualmente
para ver se consegue
a atenção do mundo
para pedir a paz nem
que seja por um segundo.
A busca nos braços de outros
amores não existe mais,
Descobriste em plena
floração da Piúna em Goiás
que sou eu o seu ponto
de paz e que nunca existiu
outra igual a mim jamais,
Agora você virá de uma vez
para viver coberto de beijos,
ter noites de Versos Intimistas
e todos os desejos satisfeitos.
O meu coração de poeta
floresce com carinho
como a Buganvília amarela
inspirando outros corações
com os meus Versos intimistas
a encontrar o amor na terra
porque no final de tudo
somente ele é que nos completa.
Existe Batoque
para quase tudo,
Até em outros
lugares do mundo,
Se recebe os batoques
definitivos para quando
o menino virou adulto
para sobreviver
com distintivo profundo.
(Poemas não são diferentes).
Folguedos de bois
Existem muitos outros folguedos
de bois que não foram avisados,
Quando descobri saí correndo
para dançar por todos os lados.
Com os Bois-bumbás Filandinho,
Mestrinho, Vitorioso e Estradinha,
Pude sentir em todos os seus autos
dançando com a incontrolável poesia.
Este folclore amazônida de pasto
imenso tem feito buscar bois que
não conheço de um jeito intenso.
Desta busca não vou jamais desistir,
porque deste destino escolhi a alegria
sutil de ser a minha própria sinhazinha.
Brandura nas palavras e tato no tratamento de uns com os outros mesmo numa situação de divergência.
De tantos juros que este nosso Brasil já pagou da dívida externa, ao invés de uns e outros insistirem em picuinhas, todos juntos deveríamos nos unir para pedir o cancelamento da nossa dívida externa e de toda a nossa América Latina, precisamos sermos protegidos e cuidados, a nossa gente precisa viver e ter direito a realizar os sonhos!
E países que não provocam outros países e não fazem guerras, esses sim são países que podemos chamar de modelos com os respectivos governantes independentemente
das dificuldades e conflitos internos.
Encantamento, entusiasmo e simpatia andam de mãos dadas, quando perco um dos três os outros dois saem correndo. Sou assumidamente fresca
e hipersensível.
Removendo
o egoísmo,
me dividi
em mil versos,
Para lembrar
de outros
esquecidos
porque não
concordaram
do momento
estabelecido,
Os escolhi
sem critério
seletivo em
nome daquilo
que acredito.
Não aceitem
a truculência
como rotina,
Mão estendida
contra o povo:
Afasta a magia.
Num tempo
crítico como
seria bom se
o Comandante
entre a tropa
se entendesse
como um pai com
os seus filhos.
Não convivam
com frieza,
violência,
indiferença,
e com silêncio:
se entendam!
Generalíssima
cantoria,
Sathya Sai,
Harmonia,
santeria,
Poesia,
sem notícia
do General,
Gira a roda,
bate a onda
gota a gota
desta agonia.
Diante dos olhos
dos outros,
Tem sido notório
que não se fala
em outra coisa:
que há quebra
de rima,
Pois quando
o verso não
rima com
a ideia central,
Foi-se embora
toda a poesia.
Tomar ciência
de dieta pobre
e sem sabor
para o General
e toda a tropa,
Foi capaz
de me destroçar
por inteira;
A culpa é quem
está a frente
do Inferno
de 5 letras,
Isso não é coisa
quem se faça,
Deixar os filhos
do povo sem
pão, sem justiça
e mergulhados
nessa desgraça.
Não dá para
falar gentilmente,
Quando a atitude
se torna filha
do capeta,
A única coisa
que clamo é
que alguém
relembre que
há como agir
civilizadamente.
Haja mão de ferro
contra quem
nada fez ao país,
Só de saber isso
todos os dias
tem me deixado
infeliz porque não
tenho com ajudar
para fazer essa
tempestade passar.
Poliglota dos idiomas
dos outros e dos idiomas
que criei mim mesma,
Vivo tentando traduzir
o quê está na cabeça.
Para não me transformar
no Arranca-Línguas
da lenda melhor mesmo
é escrever um poema.
Trancando o meu próprio
Diabo na Garrafa,
Dou boa noite para quem
é da noite e dou bom dia
para quem é do dia.
(Porque na vida tudo é nuvem).
Não vamos entrar na pilha de nervos dos outros. Fortalecemos todos os dias a nossa estabilidade e a nossa paz interior.
Não vamos nos desgrudar
nem por um segundo,
Outros beijos não farão
mais a sua cabeça,
A cada dia você sempre
busca um novo poema,
Comigo você vai beber
da Fonte da Panelinha,
e vai buscar inspiração
para ser toda a poesia.
Vai indescritível poesia
encontrada no Piraputanga
que do Pantanal viaja
para outros honoráveis rios
da Bacia do Rio Paraguai,
Segue com a coragem
de ser missão e canção
desta nossa América Austral
que não me canso de amar
e sempre devoto com
fervor renovada declaração
de corpo, alma e todo o coração.
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