Outros

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Nathy e o Embate Furioso

Enquanto os outros
Trilhavam o caminho,
Ela decidiu sobrevoá-lo.

Enquanto outros
Dos pedregulhos se ocupavam,
Dedicou-se às nuances
Que assentavam o firmamento.

Nathy e o Embate Furioso,
Contra a Profunda
Superficialidade Insistente.

Fantasticamente provável,
Como o espectro odioso
E o espírito amável,

Confundindo-se num fluxo,
Serenamente estimulante.

Nathy e o Embate Furioso,
Contra a Profunda
Superficialidade Insistente.

Enquanto outros
Dos pedregulhos se ocupavam,
Dedicamo-nos às nuances
Que assentaram o firmamento.

Enquanto outros
Trilhavam o caminho,
Nós decidimos sobrevoá-lo.

Inserida por michelfm

Enquanto outros
Dos pedregulhos se ocupavam,
Dedicou-se às nuances
Que assentavam o firmamento.

Inserida por michelfm

⁠Tem aqueles que pisam nos outros,
Tem os que são pisados por outros,
Tem aqueles que apontam quem pisa,
Tem os que não pensam e pisam.

Inserida por michelfm

⁠Hierarquia das Pisadas

Tem aqueles que pisam nos outros,
Tem os que são pisados por outros,
Tem aqueles que apontam quem pisa,
Tem os que não pensam e pisam.

Aqueles que pensam em pisar,
Tem os que pisando pisoteiam.
Entre uma pisada e outra,
Tu leva um pisão.

E os pisoteados que não pretendem pisar
Mas já pisados de imediato pisam.
E o que mais pisou não mais pisa,
Não precisa, já que todos têm ao menos
Uma chance de pisotear e pisoteiam.

Por fim, acerca dos que pisam, pisaram e pisarão
Sendo que (nem) todos têm o que lhe convém,
Entre uma pisada e outra,
Tu leva um pisão.

Inserida por michelfm

⁠Em minha opinião discrepante sou demasiadamente subestimado, alguns apelidam-me de nômade, outros de bárbaro, tem aqueles que definem minhas colocações como dignas de um aborígine.

Inserida por michelfm

⁠Seis quarteirões para alguns, um complexo residencial para outros, o labirinto inconcluível de uma insana trajetória para Edegar.

Inserida por michelfm

⁠O Último Rei das Ruínas

Seis quarteirões para alguns, um complexo residencial para outros, o labirinto inconcluível de uma insana trajetória para Edegar.

Aquele lugar tinha sido em um momento de sua história passada, quase próspero.

Ali, diversos empreendimentos sobreviveram durante anos, abastecendo a população local em suas mais variadas necessidades; lojas de roupas, sapatos e acessórios, com todos os formatos, cores e tamanhos para os gostos menos exigentes;

Uma barbearia; uma padaria; uma escola; um carrinho de cachorro-quente; um carrinho de churros que também vendia doce de cocada; uma banca de jornais; uma praça arborizada com uma fonte no centro; um clube.

Os habitantes daquela localidade conheciam Edegar, mas ele nunca ocupou uma posição de destaque, na política, no comércio, no esporte, na arte; não ganhou prêmios, concursos, rifas, apostas; Edegar nunca apostou.

Ele gostava de pastel de queijo, jabuticaba, garapa, de vez em quando um trago de pinga, geralmente com vermute, a famosa rabo de galo.

Edegar era um filósofo, apesar de raramente falar algo, ele notava, notava as pessoas, as construções, os veículos, as sarjetas, o mato que nascia por entre o calçamento; notava o céu, conhecia tão bem as nuvens, as revoadas de pássaros próximas do rio que cortava a vila.

Enquanto os organismos se transformavam, Edegar permanecia sentado nas ruínas do velho clube abandonado e elas não o abandonavam.

A arquitetura se modificava, os modismos iam e vinham, tecnologias surgiam a todo vapor virtual, cada qual se ocupava com suas ocupações.

Edegar despreocupado, permanecia sentado nas ruínas do velho clube abandonado. A maioria pensava que Edegar fosse apenas mais um inativo. Não, ele era notável.

No entanto num dia desses, passei como de costume na frente do velho clube, e o ilustre guardião das ruínas não se encontrava mais em sua ocupação. O notório Edegar que por tantos anos aquele local ocupou, não ocupava mais seu lugar.


Inserida por michelfm

⁠Ao mentir para si mesmo
Fala inverdades diante outros.

Inserida por michelfm

⁠[Alegoria Vampírica]

os hematófagos
só vivem, graças
ao sangue de outros
seres.

são indivíduos
peculiares, que
habitam ambientes
escuros e úmidos.

sobrevoam vastos
territórios, em busca
do plasma fresco
das criaturas.

percorrem o céu
como uma nuvem,
arqueando asas
em formação
conjunta.

na forma de uma
legião, buscam
suprir seus interesses
individualistas.

suas vítimas nunca
detectam sua aproximação.

surgem das profundezas
noturnas, para se
alimentar.

existem de cabeça
para baixo,
e vêem o mundo
invertido.

podem e devem
proliferar contaminação.

sugando o fluido
dos viventes, são
também conhecidos
como monstros.

a morte os homenageia,
a amargura os celebra,
a aflição os aplaude.

geralmente podem
ser avistados em trajes
de marca, vestes
exageradamente caras,

pelagem feita sob medida,
paletó, gravata
e relógio importado.

com uma canetada,
descarregam um ódio
destilado e devastador,

contra toda
forma de vida, num raio
de milhões de quilômetros.

04/12/23

Inserida por michelfm

A meta de pessoas sãs não é curar os outros; já está de bom tamanho não adoecê-los.

Inserida por Liandi

A corda é sempre a mesma, porém uns a usam como apoio; outros, como forca.

Inserida por Liandi

Cuidado pra não achar nos outros, aquilo que só está perdido aí dentro de você!

Inserida por Liandi

Dica de como parar de julgar os outros:

Apenas considere-os tendo a coragem de fazer aquilo que você quer, mas não faz!

Inserida por Liandi

O julgamento te faz grande diante de outros, mas diminuído perante uma consciência viva.

Inserida por Liandi

O ápice da mediocridade: dar conselhos aos outros sobre como estão vivendo, enquanto sua vida continua o mesmo lixo de sempre.

Inserida por Liandi

O tempo “tira” a certeza de uns e entrega-a a outros.

Inserida por Liandi

Muitos querendo convencer outros acerca de seus sonhos; poucos estando de fato convencidos para tal façanha.

Inserida por Liandi

Se seu potencial é definido pelo esteriótipo que os outros tem de você, muita sorte caso eles estejam certos!

Inserida por Liandi

Muita gente envenenada querendo curar os outros.

Inserida por Liandi

Sabe o porquê de tantos comentários "negativos" recebidos dos outros nos afetarem tanto? Por que a maioria deles (comentários) são coisas que gostaríamos de dizer a nós mesmos, mas não temos coragem.

Inserida por Liandi