Outros
Pra alguns as dificuldades podem trazer estímulos para a luta, pra outros podem trazer as magoas para o exílio.
O véu da visão, algumas pessoas o tem bem aberto e conseguem enxergar a totalidade, outros precisam das circunstancias do tempo, outros, de muito tempo. Cada um tem seu tempo pra abrir o seu véu.
Uns usam as pedras pra atravessar a correnteza, outros são levados e fatalmente engolidos, há os que insistem com cipós e madeirames até construir a ponte para tão sonhada travessia!
Para alguns você sempre vai dever para outros você sempre vai somar, caminhe com quem tem o coração completo e não ligue para quem só tem pela metade.
É engraçado como as pessoas possuem a síndrome da bipolaridade,
Uns dias amanhecem bem, outros sem sensibilidade.
Egoístas, individualistas, ranzinzas, superiores
São pessoas com essas características em nossos bastidores.
Bastidores que “a mim” eu chamo de vida,
E que em hipótese alguma,
Pode ela passar despercebida.
O meu erro é dentro do peito sempre ficar guardando,
Coisas, que poderia estar vomitando.
Mas, com o medo de as pessoas machucar,
Prefiro aqui dentro do peito elas guardar.
As guardo porque as vozes são perigosas,
Por isso sempre é necessário palavras afetuosas.
Se os meus vômitos em algum momento se tornarem singelos,
Serão conquistas que meus estudos não foram barrelos.
Enquanto isso ficarei aqui a guardar,
Explosões no momento “desnecessárias” nas quais iriam somente me machucar.
Minha mente conturbada trava uma luta exacerbada,
Uma hora é a razão, outros momentos, o coração, que já está frágil.
São anos buscando equilíbrio,
Um equilíbrio que não chega,
Um equilíbrio que se almeja.
Ah! Se eu soubesse que minha vida seria assim,
Talvez eu teria vivido diferente e perdido o medo de ser feliz.
A felicidade não é constante,
Em muitos momentos é testada,
Muitas vezes por algo insignificante,
Que simples sopros se tornam furacões,
Dilacerando corações,
Por onde ventos uivantes,
Apertam o peito.
Nunca se permita ser um ditado na boca dos outros. És poesia, e tua vida é valiosa aos olhos de quem sabe apreciar a arte.
Eu procuro teus gestos em outros corpos, porque cada movimento teu carregava um misto de doçura e ferocidade que eu nunca mais encontrei. Mas no final, só encontro esse vazio meticuloso, que não grita, não explode, apenas se instala — como uma doença silenciosa que vai ocupando cada espaço até não sobrar nada de bom pra sentir.
Há duas maneiras de viver a vida: Enxergar os erros dos outros ou 'Se enxergar'!
Se metem, ensinam muitas coisas, mas não mostram que talvez o final feliz não inclua um cara incrível, nem riqueza ou pessoas extraordinárias ao seu redor. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Eu sou os brinquedos que brinquei, as gírias que usei, o renascido do acidente que escapei, eu sou a infância que me lembro (e ainda lembro). Sou a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, desapontamento, o ódio que tudo isso dá! Eu sou a alegria explosiva, o sorriso que dou. Apenas nos iludimos, pensando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram (mas não perdi nada), todos os dias felizes que se foram. Aproveito cada momento. Não guardo nada para ocasiões especiais. Por que na minha vida, cada momento é especial. Eu sou o que penso, eu sou o que faço e o que ninguém vê.
Enxergue-se!
Se sempre procurarmos em outros os defeitos que nunca enxergamos em nós, talvez descubramos que esse é o nosso defeito.
Ostentação é uma palavra grande e bonita. Muitos usam e muitos outros a vivem. O óbvio paralelo é que esta palavra não se pronuncia no céu.
Para os grafiteiros a arte é como um estilo de vida, enquanto para outros o estilo de vida é comunicar sua arte
de modo inteligente, sadio e construtivo.
Cristão esquizofrênico espiritual vê o que os outros não veem, ouve o que os outros não ouvem e sente o que outros não sentem: tudo isto porque o homem natural não se identifica com o Espírito de Cristo.
Ódio, pensamentos negativos e outros ressentimentos são venenos para o coração que, ao longo do tempo, abatem a vida e não vê a hora do corpo ser sepultado.
A vida ensina contrastes no estilo de viver: uns são ricos, vivendo como pobres; outros são pobres, vivendo como ricos.
