Outono
Outrora doce como a primavera, outrora quente como o verão. Outrora indecisa como o outono... E ele chega e tudo muda, por mudar... E hoje apenas fria. Fria como o inverno, que nunca fim parece que terá.
Quando a lua cheia do outono brilhar, ela irá iluminar todos os corações partidos, quebrados e despedaçados que existem por aí. Quando a brisa gélida do começo do inverno entrar pelas janelas das casas durante a madrugada vai levar todas as mágoas, dores e sofrimentos que assolaram essas pobres almas embora. Quando o primeiro canto de sabiá ecoar pelas árvores no surgir da primavera, vai trazer a paz de espírito que fazia há muito eles não sentiam. Quando os primeiros raios de Sol baterem em seus rostos no alvorecer de um novo verão, trarão a alegria e o calor de volta a seus pobres corações. E assim, nessa eterna reciclagem de sentimentos que a vida se segue, você se decepciona, se isola, se amargura, se recompõe e se reapaixona...
O coração se reconstrói sempre, as vezes meio torto ou meio mal remendado, mas volta a uso, volta a ver, ou melhor a se ver nos olhos de uma outra pessoa, a se achar capaz de amar novamente, de cuidar de alguém, de proteger, de dar carinho, tentando evitar os erros passados, tentando se superar para impressionar o outro. Até mesmo o mais rude dos homens é capaz de amar uma doce e frágil mulher, e a mulher mais romântica da cidade é capaz de ver delicadeza nas palavras e gestos de um bruto. O amor cega os que se julgam corretos demais, o amor aflige os calmos demais, o amor acalma os nervosos excessivos, o amor reconstrói vidas, sorrisos quebrados e esperanças rompidas.
Amar faz parte da felicidade, porque ninguém é feliz sozinho, sem um colo para descansar, sem uma mão para segurar, sem alguém para contar... sem isso, não se sabe até onde podemos aguentar.
DO OUTONO À PRIMAVERA
Os ventos sopram e lá se vão as folhagens...!
folhas caducas, em árvores jovens...!
tão distante de ti, pois esse tempo é miragem...!
teu corpo em flor de outono, tua alma em frutos de primavera...!
Que a luz do sol ao entardecer nos esclareça.
Que a beleza de uma árvore no outono nos abrace;
e que as mais belas paisagens nos enlace.
Desejo que um chão de folhas secas nos mostre o caminho.
E que no amanhecer um céu nublado nos contemple;
E que aquele vento nos envolva.
Me abrace apertado, me cuide, me proteja.
Simplesmente me ouça.
Uma coisa te peço; de mim nunca se esqueça.
Desejo que as coisas simples nos acompanhe, nos aconteça.
Diga que guardará minhas lágrimas uma a uma numa caixinha,
e quando elas necessitarem rolar, diga que não estarei sozinha.
Me cativa, me sorria, seja minhas asas, minha euforia.
Diga baixinho ao pé do meu ouvido, que meu sorriso lhe deu sentido.
Pegue minha mão e coloque-a no seu coração e diga que tudo dará certo;
Me fale que ao me ver sorrindo de longe, você sorriu, e que ao me ver triste, você sentiu.
Diga o que está aí dentro guardado.
Diga o que quiser dizer, mais simplesmente me diga.
Mais me diga com palavras, porque quando dizes com o olhar, eu nem se quer consigo pensar.
E Neste outono pretendo me esbanjar nas folhas caídas do chão, brincar com os galhos secos de árvores que parecem sem vida alguma, soprar junto com o vento frio palavras de conforto e com sorrisos tentarei da melhor maneira, me comunicar em uma língua universal que podemos enfrentar um inverno sem nós frustrarmos com a geleira do tempo, pois de qualquer maneira existe uma primavera á caminho.
A velhice é uma das quatro estações, na primavera temos o que somos, meninos, no outono a adolescência, no verão a idade adulta, no inverno a velhice.
Eu tenho em mim todos os sonhos de outono, de primavera, verão ou qualquer estação.
Eu tenho em mim a vontade de ser faísca de esperança para alcançar os que estão famintos da vontade de ser resplendor.
E foi em um lindo dia e ensolarado de outono que você partiu.
Na verdade te admiro, pois você resistiu e insistiu.
Mas infelizmente te perdemos, na verdade nunca te merecemos.
O teu olhar com brilho intenso e sua doce voz, me fazem lembrar de quando eu sorria sem motivo aparente.
A saudade machuca, sua doçura e bondade animava até os mais tristes de alma.
Esse junho foi marcado por sorrisos e lagrimas, felicidade e tristeza mas saber que você não esta mais nesse mundo já parte meu coração.
Espero que não tenha sofrido e foi em paz como uma leve brisa verão.
Resisto em aceitar sua ida precoce, mas aceito a bela marca que deixou em todos nós!
Em memória de V.S
Meu pequeno pássaro.
Veio no outono juntamente com as folhas ao chão.
Com suas asas abertas demonstrando o quão majestoso era.
Escondia marcas, dores, mas até na sua dor existia tanta pureza e beleza.
Cantava uma melodia hipnotizante, cantava sentimentos reais.
Tão pequeno e grande ao mesmo tempo.
Eu queria aquela criatura fascinante para mim. O coloquei em um pedestal, aprisionei em meu coração, cortei suas asas e mais uma vez causei outra dor.
Logo aquele pássaro antes livre, de melodia hipnotizante deu lugar a um passarinho triste com suas lindas asas que no passado não tão distante se mostrava majestosa em liberdade agora fechada dava espaço pra algo triste.
Eu compreendi que para meu pequeno pássaro sua beleza vinha da sua liberdade.
Deixei ir . Ele bateu asas e voou . Ao longe, voltei a ouvir sua linda melodia, encheu meu coração de amor.
E na primavera ele se foi, ganhou o mundo.
Meu pequeno pássaro , foi sem olhar o que deixou pra trás.
Hoje não choro mais, as lágrimas deu espaço as lembranças e quando eu menos esperava o outono a lhe estava e com as folhas ao chão o meu pequeno pássaro voltou com uma outra linda canção.
..Não gosto do Outono
Porque folhas caem
Pessoas morrem
Faz frio lá fora
E esse frio corta
Dá um nó na garganta
Desfaz a esperança
De um novo amanhã
Entra com pezinho de lã
Parece fazer sol
Mas é sol de pouca dura
Porque logo ele vai embora
As nuvens cedem à secura
Bebem as lágrimas que se fazem sentir
Agora com mais força
A cair do céu
Que a primavera me ouça
Ou até mesmo o verão
Para transformar este céu cinzento
Numa nova onda de calor
E logo quando o sol se pôr
Surgirá uma força interior
Acompanhada de um anjo protetor
Com suas asas proteger-me-á
Do mal que se avizinha
Da dor que não nasce sozinha
A dor do outono tem dono
Cabeça, tronco e membros
É o Mês de Dezembro que se advinha
Árvore de natal só tem enfeite
Não dá luzinha
Não tem quem espreite
Antes espreitada de empreitada
Hoje este natal não é nada
Hoje este outono é uma estação amaldiçoada
Outono mata
Outono não é ouro
Outono não é luz
Outono não é prata
Outono não é tesouro
Outono não reluz
Outono que leva a alma
Outono que vá para o raio que o parta
Bom dia gente do meu caminho,
Uma imagem que despertou um pensamento. Caem as folhas no outono no hemisfério norte. Em minha terrinha a natureza se despe para enfrentar, já daqui a pouco, o frio do inverno. Dizem os biólogo que esta é uma fase de dormência necessária para que o ciclo da vida se refaça e, com mais força e beleza.
Muitas vezes, isso ocorre nos ciclos de nossa vida. Todos temos os nossos outonos e, neles, nos recolhemos e nos despimos de nossas mentiras vadias para enfrentarmos a realidade do nosso inverno. É quando choramos e lavamos a alma.
Ficamos com os galhos secos das árvores e expostos as rajadas dos ventos gelados.
Ainda assim, sempre haverá uma primavera que fará renascer as *folhas e as flores paea que os passarinhos voltem a nos visitar* para cantar aos nossos ouvidos.
Leia outra vez e pense nisso!!!
*Paz, bem e luz*
Domingos
_02/11/2025 às 10h48_
Aquele que sobrevive ao inverno da alma, forja a própria paz no outono da mente, enquanto ensina o coração a esperar pela primavera."
Cabelos e Olhos de Outono
Teus cabelos, cor de terra molhada,
dançam ao vento, leves, encantados,
como folhas de outono recém-caídas,
trazendo calma ao meu peito apressado.
Teus olhos… ah, teus olhos castanhos,
são poços profundos onde me afogo sem medo,
neles cabe o sol, a noite e meu sonho,
neles mora o segredo que tanto desejo.
Quando me olhas, o mundo se aquieta,
o tempo desacelera, quase se esquece,
e cada batida do meu coração repete teu nome
como se fosse música que nunca envelhece.
E eu, perdida nesse calor ameno,
sei que amor assim é raro e verdadeiro,
pois nos teus cabelos e olhos castanhos
eu encontrei meu lar inteiro.
Frases, textos e citações by Josy Maria
O outono chegou
Eis que ele se apresenta, com sua dança de folhas e um lembrete suave da constante transformação que permeia nossas vidas. Assim como as estações que passam, são as fases da vida. Numa época somos flores, sorrimos em nossa exuberância de bons sentimentos e bons momentos. Em outra, somos como o sol abrasador que tanto vitaliza quanto exaure e sufoca. Outonamo-nos quando perdemos nossas folhas, nossas flores e muitas vezes nossas certezas, mas não nossas raízes. O outono nos prepara por dentro para o inverno que vem a seguir, nosso solo interior começa a preparar-se para lavar os miasmas que nos ofuscam com as tempestades passageiras da vida.Que passemos o outono com seu frescor renovador, enxergando suas mudanças como oportunidades de crescimento e, por que não, da introspecção necessária para que não nos percamos de nós mesmos? Que, ao longo desta estação de transição, encontremos o conforto e a renovação que precisamos, para um futuro solo fértil de bênçãos e milagres.
Outonemo-nos!
Josy Maria
Quando você pensou que eu era outono, me fiz primavera.
Quando você pensou que, eu ia te aquecer com meu calor, fui inverno. Sofri e me fiz forte só pra você saber que comigo ninguém brinca.
Folhas de outono fazem dieta ao secar, e não caem, como balarinas dançam sua música esperada nas asas do vento seguem voando no som da relva encantadas.
