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Os Velhos Carlos Drummond de Andrade

Cerca de 141960 frases e pensamentos: Os Velhos Carlos Drummond de Andrade

Mas afinal só queremos um amor, ser cuidado.
Ter alguém pra dividir a vida, o pingo e o chimarrão.

Que a paz o amor e um bom chimarrão virem rotina.

Céu estrelado,
tu ao meu lado…
Um mate ajeitado,
dá pra sonhar um bocado.

Viver é dar a si próprio a maior e melhor oportunidade de descobrir, de aprender. Viva, então, intensamente! Permita-se!

Devemos ter cuidado para não perder o que já temos ao buscar aquilo de que não precisamos.

Não adie um elogio. Seja rápido em reconhecer o que de tão sensacional foi feito.

⁠As vezes é melhor você se recolher a sua insignificância, do que ficar tentando instruir burros.

Minha avó dizia que a colcha de retalhos era feita com amor, só muitos anos depois eu compreendi a minha avó.

Enquanto o poeta se esforça para transformar sua dor amorosa em poesias, algumas pessoas atiram pedras no poeta e ignoram suas poesias.

Quando você brinca com a pessoa certa, você arranca sorrisos, mas, quando você brinca com a pessoa errada, você acaba derramando lágrimas.

Quando você entender que só da azar no amor, você vai entender que é melhor ir trabalhar e ganhar dinheiro, aí você acaba descobrindo que sua beleza, seu encanto de nada valem, ao contrário do seu dinheiro.

A lealdade é principio básico de civilidade, companheirismo, hombridade, honestidade e cumplicidade, sobretudo, é nutriente indispensável ao bom caráter.

O poder emana do povo, do contrario é efêmero e inaplicável, ademais, fere de morte a soberania do voto popular.

⁠Não se engane, existem pessoas que precisam de muito dinheiro para manter a pobreza e pessoas ricas que não detêm um centavo.

Às vezes são necessários mil erros para o impulso de um único acerto.

⁠Continue, insista, supere...
Não importa a caminhada, você vencerá !!!

Conquiste a confiança através de seus feitos e evite contestações sobre seus atos.

Primeiramente sejam e sempre estejam!

Baú de máscaras


Num armário, sujo, antigo,
Eu guardo um baú de disfarces
E uma máscara de sorrisos
Que já fere a minha face.

Fere o sonho, fere a crença,
Fere o riso que se cala
E a esperança
De que o espelho me convença,
Se eu usá-la.

Mas meu olhar descoberto
Por duas únicas frestas,
Ainda procura disperso,
Contemplando o que lhe resta.

Derrama uma lágrima azul,
Que racha o espelho em desgosto...

Em que lugar do baú,
Eu deixei meu próprio rosto?

"E quando a amizade cria laços e se fortalecem raizes e de todos os galhos nascem frutos, afetos. E se sonha e se gargalha junto, mandando os ecos para que todos os cantos sejam penetrados e o mundo redescubra que ainda existe amor..." (A árvore da irmandade - Victor Bhering Drummond)