Os Pobres poesia
Pobres descrentes que acham ter o controle sobre a vida, a morte, sobre os acontecimentos...
Não temos!
E você acreditando ou não em Deus, não importa, ele não duvida de você!
Domínio
Tolo...
É aquele que pensa dominar...
Domínio é igual a pobres castelos de cartas...
Onde uma simples brisa; Faz tudo ruir...
Um dia acreditei dominar o meu destino...
Como fui tolo...
As linhas do destino são indomáveis...
Igual ao movimento do ar e da água...
Um dia tentei dominar meus versos...
Triste poeta fui... Quando tentei isso...
Meus versos são livres...E puros... Pois nascem do coração...
Um dia pensei dominar o mundo...
Como a maioria dos meus semelhantes já pensaram...
Como fui inocente em acreditar...
Que o mundo é dominável...
Quem domina o mundo...
É ele próprio...
Uma visão Glauquiana dos pobres cariocas.
- se esta quente reclama...
- se esta frio reclama...
- se não tem nada, espera morrer para ir para o céu...
- se tem ora indagando: senhor eu não mereço...
- (aqui seria um palavrão), dá para resolver o que queres?
Os brancos e negros se vão,
Os ricos e pobres,
Os idosos, crianças e jovens também,
Os amores de nossas vidas também partem
e nós ficamos esperando até que chegue nosso dia
assim nunca aceitando o porque que eles se foram.
EM MIM
Cai tanto nevoeiro em mim...
Enregela,
Amortiça,
Sem justiça,
Os pobres ossos.
Até os pardais se riem de mim...
Dos destroços
Que o nevoeiro
Traiçoeiro,
Deixa nos meus ossos.
Não é nevoeiro do ar
Aquele que me atormenta,
É mais aquele pesar
Pelo que me fazem passar
E mata de forma lenta.
Em mim, há fonte sedenta
De amor, paz e alegria,
Quer de noite quer de dia,
Verdade que não se inventa.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 15-10-2023)
Ao longo da história, pudemos observar que políticos tentam transformar os pobres em consumidores dependentes dos governantes, para assim aprisionar seus votos,
Quando o correto seria transformar todos em cidadãos livres para consumir e votar mais consciente pensando no bem do
Brasil.
A humildade é um atributo divino de pessoas incríveis. Pobres são os políticos por não terem humildade no coração.
____________Sim_____
sexta-feira, normalmente é o dia em que os ricos mostram a sua vida noturna agitada aos pobres pela tv.
23/06/2023
Uma das coisas mais irritantes de se ver em filmes, novelas e séries são pobres, crianças e, principalmente, o par romântico, falando com uma certeza arrogante de que estão certos a respeito de tudo.
A vida é muito cheia de incertezas para se ter certeza de algo.
FEV 2016
(após um capítulo da novela Totalmente Demais)
Do suor do pobre se tira a riqueza, pois, seja dado o dízimo aos pobres como recompensa e agradecimento, mas há quem destine para a construção de templos banhados a ouro e castiçais reluzentes.
Mateus 23, diz: “Ai de vós, que pagais o dízimo, mas omitis as coisas mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade”.
Filhos de pais pobres, quando se dão bem na vida, a primeira coisa que fazem é ajudar os pais; comprando-lhes casa decente, dando-lhes conforto e dignidade.
Primeiro olham para os pais e a família, depois é que se cuidam.
Já os filhos de classe média, esforçada por dar-lhes uma vida decente, a primeira coisa que fazem é largar os pais.
Ajudar? - Nem pensar!
Eles acham que os pais por ter-lhes dado tudo, não precisam de nada, nem sequer de uma visita.
( Tese: pais pobres, filhos nobres)
Haredita Angel
19.12.19
VIDA E MORTE
"Muitos pobres de coragem e audácia, se apegam a vida e por isso morrem cedo, como miseráveis, com uma vida miserável.
Mas há aqueles cuja a ambição é tão verdadeiramente pura, que se apegam a morte, com sua certeza inevitável.
Por isso amam, descobrem, inventam, desfrutam, por isso vivem."
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Senhoras e senhores vocês estão rimando com o mc big ben
Nas ruas de são paulo as pobres ruas de são paulo nunca viram nada igual
Não tenho dinheiro pra sair, eu acho que não tenho escolha
Eu tentei fugir, mas eu não podia chegar muito longe
Porque o homem do caminhão de reboque recuperou meu carro
Não me empurre, porque eu estou perto da borda
A rica vida tira sarro dos ricos homens, que ricos são aos olhos d'outros homens que pobres estão.
Mas não enxergam que a rica vida, tira sarro.
As "babaquices" que escrevo, me aliviam o coração.
Pobres os babacas que guardam as babaquices pra si só.
Pobre da babaquice enclausuradas em seu coração.
Mais babacas ainda são, os que deixam as babaquices encalacrarem o coração.
Era uma vez uma vez, que seria a dos pobres. Dos ditos excluídos e desamparados. Porque era uma vez uma voz, a da "bola da vez", que nasceu no seio da falta de vez e voz e rompeu a muralha dos donos do silêncio popular. Era uma era, a de quem não via a hora de ver a pátria mudar. Não para outra pátria, mas de postura e realidade. Uma era de quem por ora sonhava aplacar a ira da fome de justiça, igualdade e pão. Cidadania.
Mas era mais uma dessas horas que a ilusão não faz. A voz da veia de quem renegou a vez e se rendeu a vós sabeis bem o quê. Voz com que os nossos avós e ainda os mais antigos sonhavam. E assim fizeram, de todos nós, herdeiros tontos da crença no ser humano que alcança o poder. E era uma vez o sonho desse "venha a nós" de vez em quando. Continuamos no "seja feita a vossa vontade" sem nenhum retorno em nossas esperanças.
A voz, que no fim das contas não foi da nossa vez, calou-se no turbilhão das vantagens pessoais. Das chantagens partidárias. Dos deslumbramentos e da preguiça... Preguiça essa, de sacrificar-se tantas vezes quanto necessário, em razão de tantas vozes que mais uma vez se calam...
POBREZA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Tenho preconceito de pobres. Acho que todos podem ser ricos. Até mesmo os ricos. Pobreza de espírito é para pessoas intimamente acomodadas.
INTENÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Esta mão que procura se ater aos papéis
e às pobres canetas que percorrem milhas,
às fiéis dobraduras pelas quais me faço
moderar os impulsos que chegam aos poros...
Mão heroica e silente que ajeita os cabelos,
faz um breve carinho no livro já lido,
pra mentir pros apelos e driblar a voz
da saudade que tenho de quem nunca tive...
Mas não tenho poderes pra lutar sem fim
contra mim ou meu sonho do que não tem vez,
pois então que assim seja como sempre foi...
Minha mão tem ciúme dos meus pensamentos,
mas acaba vencida e se deixa levar
nos momentos mais rijos desta solidão...
