Os Inocentes de uma Guerra
Será que vale o transtorno de guerrear, quando a vida é um presente de Deus?
A guerra consome não apenas corpos, mas também almas. Ela rouba o brilho dos olhos, apaga sorrisos e transforma esperanças em cinzas. O que se ganha em batalhas, perde-se em humanidade.
A vida, ao contrário, é dom divino: é o sopro que nos desperta a cada manhã, é o abraço que aquece, é o canto dos pássaros que anuncia esperança. Se cada instante é dádiva, por que desperdiçá-lo em conflitos que apenas multiplicam dor.
Talvez o verdadeiro heroísmo esteja em escolher a paz, em cultivar o perdão, em semear amor onde o ódio insiste em florescer. Porque no fim, o maior triunfo não é vencer inimigos, mas preservar o milagre da vida que Deus nos confiou.
Se envolver com a paixão é entrar numa guerra silenciosa entre dois corações que se procuram e, ao mesmo tempo, se teme. É um caso de dois seres separados que vivem um conflito íntimo, onde o desejo ferve, o ciúme arde e o silêncio pesa.
A paixão, quando nasce como vulcão indomável, ultrapassa qualquer limite: explode, transborda, atropela as regras que antes pareciam firmes. Ela não pede licença; apenas invade, consome, domina.
Afinal, a paixão não é amor.
É uma chama veloz, inquieta, que se alimenta do que encontra: um corpo frágil, uma alma desarmada, um coração que ainda não aprendeu a se proteger.
A paixão é sentelha voraz, que busca hospedeiro para se incendiar. Não pensa, não pondera, não descansa.
Vive sem lógica, sem razão, sem freios.
Mas é justamente nesse caos que mora a sua beleza:
a paixão é o descontrole que anuncia que somos vivos,
é o perigo que nos força a sentir,
é o abismo que nos convida a saltar
mesmo sabendo que só o amor, sereno e maduro,
pode nos segurar.
Diariamente, assistimos a uma verdadeira guerra de palavras entre os parlamentares na tribuna.
É importante refletir sobre a diferença entre muitos dos políticos atuais e os de antigamente, que realmente se dedicavam a apresentar projetos voltados para o bem da sociedade.
Se você permite a vida se torna uma guerra, e o outro lhe combate com exigências, ora explícitas, ora sutis, em desejos pessoais!🚏
Lutamos todos os dias! Quando isso terá fim? Quando venceremos essa guerra? Lutamos todos os dias e nada de troféu, então do que adianta lutarmos se não temos o despojo?
Paz, na terra boa vontade aos homens de bom coração, fogem da guerra e não matam um irmão.
Como é triste saber que tornou-se comum, tirar a vida de um ser da espécie humana, que a cada instante, mostra-se extinta...
Sei, que um dia, tudo isto terá fim, ou, o fim de tudo isto, é não mais a gente existir.
Paz, na terra, boa vontatade aos homens, de bom coração....
A guerra mais longa que a gente luta
E entre o que a gente sente e o que a gente já sabe o que se deve fazer..
Não é mais questão de escolha de quem quer ou não se arriscar, estamos em guerra contra um inimigo em comum e nessa batalha desigual somos todos nós o lado fragil pois estamos suscetíveis e desarmados e mais complicado ainda é que mesmo entre nós estamos sujeitos a ignorância da covardia irresponsável, a falta de cuidado alheia, a falta de amor e respeito ao próximo.
