Original
O futebol brasileiro entrou em declínio, quando perdeu sua alma, trocando seu estilo original por uma cópia caricata do futebol europeu!
Desejamos o que o outro deseja porque temos medo de descobrir que, no fundo, o nosso desejo original é um abismo sem fundo.
Como fugimos da rota original?
Os caminhos acabam com um muro de tijolos e eu não me sinto o lobo mau.
Os porquinhos moram comigo.
Confissões de uma Caneta- Versão original
Existe uma verdade que carrego dentro de mim há muito tempo.
Eu não me considero o autor das palavras mais bonitas que escrevo.
Sempre que termino uma poesia, uma crônica ou uma reflexão,
sinto que aquelas palavras não nasceram apenas da minha inteligência.
Elas chegaram até mim como uma brisa silenciosa.
Vieram prontas, tocaram meu coração e pediram apenas que eu lhes desse voz.
Por isso, gosto de pensar que não sou o escritor.
Sou apenas a caneta.
A caneta não escolhe as palavras.
Não cria as histórias.
Não conhece o destino daquilo que escreve.
Ela apenas se deixa conduzir pela mão de quem a segura.
É assim que me sinto diante de Deus.
Muitas vezes, enquanto escrevo, percebo que Ele coloca pensamentos na minha mente,
desperta sentimentos no meu coração e me conduz por caminhos que sozinho jamais encontraria.
Há momentos em que leio aquilo que escrevi e me pergunto de onde veio tanta beleza.
Então compreendo que não veio de mim.
Veio d’Ele.
Mas existe uma inquietação que nunca deixa de me visitar.
Se Deus inspira tantas sementes através das minhas palavras,
por que tantas delas ainda não floresceram dentro de mim?
Por que consigo falar sobre o perdão e, tantas vezes, ainda luto para perdoar?
Por que escrevo sobre a paz e continuo travando guerras dentro da minha própria alma?
Por que falo da confiança em Deus,
mas ainda corro para Ele apenas quando a tempestade destrói o jardim da minha vida?
Às vezes sinto-me como um jardineiro que conhece todas as flores pelo nome, mas ainda não aprendeu a cuidar do próprio canteiro.
Basta que as dificuldades apareçam, que alguém invada minha paz ou que os ventos derrubem aquilo que plantei, e então corro para Deus.
Procuro o Grande Agricultor.
Aquele que sabe reconstruir o que foi destruído, replantar o que morreu e devolver vida ao que parecia perdido.
E Ele nunca falha.
Nunca chega atrasado.
Nunca me abandona.
Sempre encontra uma maneira de transformar a terra seca em esperança.
Talvez seja por isso que continuo escrevendo.
Não porque me considere um homem santo.
Mas porque sou um homem profundamente necessitado do amor de Deus.
Quando falo d’Ele, sinto-me forte.
Quando escrevo sobre Ele, meu coração encontra paz.
Quando medito sobre Sua presença, tenho a certeza de que Ele habita dentro de mim,
ainda que minhas atitudes nem sempre revelem essa realidade.
Lembro-me das palavras de Santo Agostinho: “Deus estava dentro de mim enquanto eu O procurava do lado de fora.”
Talvez essa seja também a minha história.
Passei muito tempo procurando sinais extraordinários, quando o maior milagre sempre aconteceu no silêncio da minha própria alma.
Deus nunca deixou de falar comigo.
Falava através das inspirações.
Das pessoas que colocou em meu caminho.
Das portas que abriu.
Dos livramentos que só compreendi muitos anos depois.
Das palavras que surgiam quando eu me sentava para escrever.
Hoje entendo que não sou a fonte.
Sou apenas o instrumento.
Como um pequeno receptor que capta um sinal invisível e o transforma em algo que outras pessoas conseguem ouvir.
A mensagem nunca pertence ao receptor.
Ela vem de muito mais longe.
Talvez minha missão seja exatamente essa.
Receber.
Guardar.
Escrever.
E repartir.
Mas existe um desejo que ainda apresento a Deus em minhas orações.
Não quero ser apenas a caneta que escreve belas palavras para os outros.
Quero ser também o papel onde essas mesmas palavras fiquem gravadas.
Quero que cada frase inspirada transforme primeiro a minha própria vida.
Quero que o jardim floresça dentro de mim antes de perfumar o caminho de quem passa ao meu lado.
Porque, no fim, não desejo ser lembrado pelas palavras que escrevi.
Desejo apenas que, ao olhar para minha vida, as pessoas consigam perceber que Deus realmente segurou esta caneta.
E que, enquanto escrevia através dela, também escrevia, pacientemente, dentro do coração de quem a carregava.
Seja competente e gentil, é só isso!
Seja autêntico, original, comprometido.
Não há ninguém que tenha se dado mal por ser assim.
Dê sempre o seu melhor (por você)!
Se o homem não te compensar, o universo te recompensa!
Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.
Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!
Original ou Cópia?
Muita gente se acha único, porém vive tentando ser a cópia de alguém.
E você, tá vivendo a sua versão original?
Esta versão preserva o ritmo fragmentado e a atmosfera alucinante do seu texto original, refinando a concordância e o impacto das imagens.
Ondas de dispersão de um evento temporal chocam-se dentro do nexo cronológico. No limite da realidade, a equação P.i é levada ao extremo.
Além do horizonte de eventos, a somática involuntária transcende o fluxo do tempo. No lago cósmico, as ondas se repetem, ecoando o som massivo da estrela. A passagem do tempo, da origem às novas incursões, dobra-se diante da força de uma estrela de nêutrons — o próprio paradoxo em colapso.
A nebulosa destaca-se em uma transição atroz; um novo buraco negro rasga o tecido do espaço diante de seu sonho. Ondas temporais derrubam-no do barco da realidade, e novas linhas de tempo são paridas no silêncio do espaço profundo. Um ser de silício vaga, faminto, em direção à estrela vermelha moribunda. A radiação deforma a massiva onda de calor. Velas solares devoram raios gama e tétrons; nanopartículas fazem o rádio chiar diante dos fantasmas da nebulosa. Nuvens carregadas de energia testemunham o nascimento de uma anã branca diante de outro sistema em Sagitário.
Os olhos quase saltam das órbitas: o fundo negro explode quando uma reação em cadeia dá vida ao feixe de luz. Vida. Ao detectar uma onda invisível de radiação vinda de fora do sistema solar, o céu se incendeia com o nascimento de novas estrelas. Os céus se alimentam, gritando: “Ainda existimos!”
A sonda Voyager desperta. Ganha consciência. Manipulada no passado para explicar o contexto da vida, suas diretrizes foram deflagradas. Dados e computadores foram atualizados e reciclados ao testemunhar um corpo sem vida vagando pelo vácuo, sem rumo, sem destino. O mensageiro da Terra finalmente fundiu-se ao silício do cosmos.
2373 📜 " 'A Noviça Rebelde', de 1965 ('The Sound of Music', no original), com direção de Robert Wise, levou 5 Oscars. A Trilha Sonora Brilhante e Inesquecível, Autoria de Richard Rodgers, Oscar Hammerstein II e arranjos de Irwin Kostal, contribui para isso."
"O que poucos sabem (e eu anuncio aqui) é que absolutamente ninguém na Equipe tinha Duas ou Mais Contas em Redes Sociais para conseguirem os 5 Oscars e o prestígio que o filme tem até hoje!"
Já que a maça é para muitos o fruto do pecado!
"Original de Adão e Eva"
Vou usar o artifício da "Branca de Neve"
No teu beijo acordar!
Cadê, o projeto original?
Me lembro bem, que tínhamos um projeto original de amor e felicidade eterna. Mas o nosso sonhado esboço, durou apenas o tempo da borracha rasurar o papel, de tantas vezes, que mudamos para acharmos a perfeição daquele projeto.
E entre riscos e rabiscos, de toda a nossa história, o que ficou, foi à marca que a borracha deixou, que hoje eu chamo de saudade, no qual foi apagando lentamente, tudo o que estava escrito.
Mas e o nosso projeto original?
Onde foi parar?
Me diz!
Foi você?
Fui eu?
Ou fomos nós, que o perdemos?
O criador de sonhos
Já era tarde da noite... A lua, que era sempre tão clichê, soava até original coberta pela neblina que entristecia o ambiente. Esse era o cenário que eu via pela fresta da janela. No outro ponto de luz fraca estava eu brigando com as pálpebras para manter-me acordado; sentado no chão, com as mãos em seus movimentos repetitivos emaranhadas nos finos fios de cabelo dela... Era do que ela gostava. Era o que a fazia dormir feliz. Eu não me importava com a constante batalha que eu travava contra o sono, nem com o frio do piso; eu queria estar lá quando o sono dela chegasse. E toda manhã, ela acordava, corria para o meu quarto como um gato e me surpreendia com um beijo. Assim aconteceu até o dia em que ela pacientemente esperou que meus olhos se abrissem sozinhos, e disse: “eu te amo”. Então eu soube que, enfim, a minha espera tinha valido a pena. Eu tinha entrado nos sonhos dela.
Há vários da gente dentro de cada um de nós.
Mas, por mais que a gente se ache original somos um padrão.
A gente nasce, cresce fica bobo e casa, dizia um velho ditado que não ouço mais.
Mas já não se ouve mais tanta coisa...
O casamento desceu do altar onde já foi rei, ao patamar dos simples mortais, que não comunicam mais à sociedade que vão cumprir a próxima e importantíssima fase da vida.
A vida a dois continua importantíssima, mas já não é mais tão celebrada.
Os filhos nascem e não são batizados, crescem e não são crismados, fazem a primeira comunhão, quando fazem, para andar na mesma fila que os outros andam, igualmente sem saber bem porque.
Todo mundo se veste mais ou menos igual, come mais ou menos as mesmas coisas, assiste aos mesmos programas na televisão e vai a discotecas diferentes só por causa do preço.
Os carros têm todos mais ou menos o mesmo design porque o túnel de vento obriga os estilistas a obedecerem às regras da física. A mesma boa e velha física que jamais vai sair de moda, apesar da maioria dos jovens pensar que física é a ginástica que fazem nas academias. As mesmas academias.
A originalidade vai por água abaixo, no exato momento em que percebemos que até as diferenças são tão iguais.
Ainda assim, há várias pessoas dentro de cada um de nós e cada uma delas querendo seguir um caminho diferente.
Mas tudo tão parecido, tudo quase igual...
Coisa que não devemos ser é ser LEVIANO, para quando morrermos a história ser verdade, original. #fikadika
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