Original
Pedro não chorou apenas porque havia cometido um erro. No texto original, a ideia é de alguém que foi profundamente abalado ao perceber quem havia se tornado naquele momento. Horas antes, ele prometera que jamais abandonaria Jesus. Horas depois, o negou três vezes. O choro de Pedro não nasceu da fraqueza. Nasceu do confronto entre quem ele queria ser e quem ele viu no espelho. Porque algumas dores não vêm do que fizeram conosco. Vêm da pessoa que nos tornamos em meio ao medo. E às vezes somos nós. Tentando seguir em frente… enquanto ainda carregamos o peso dos nossos próprios erros.
No original grego, a palavra usada para ansiedade carrega a ideia de uma mente dividida em muitas direções ao mesmo tempo. Jesus não estava proibindo planejamento. Estava alertando sobre o peso de tentar controlar um futuro que ainda não chegou. Porque a ansiedade faz a pessoa sofrer duas vezes: uma no presente e outra em cenários que talvez nunca aconteçam. E às vezes somos nós. Vivendo dias que Deus nos deu... enquanto carregamos preocupações que Deus nunca nos pediu para carregar.
De ideias podes ter, criar e fazer
E partilhar, e falar, ideia já pode
Existir, parecer original mesmo
Não parece, mas da ideia dela
Não conhecer, maior originalidade
Já tem, original sou eu.
No original hebraico, Gideão não estava apenas falando sobre sua posição na família. Ele estava revelando a forma como enxergava a si mesmo. Quando Deus o chamou para liderar, sua primeira reação não foi coragem. Foi insuficiência. Gideão acreditava que havia pessoas mais preparadas, mais capazes e mais importantes do que ele. Por isso sua resposta carrega um peso tão humano. Porque muitas vezes o maior obstáculo não está diante de nós. Está dentro de nós. E às vezes somos nós. Diminuindo aquilo que Deus pode fazer... porque não conseguimos enxergar valor em quem nos tornamos.
Deixe-se libertar pelo amor original que transcende no tempo, navega nos ventos, se firma nas rochas, flutuas nas nuvens, mergulha no mar, deita no leito dos rios, viaja nos trovões e raios, e descansa no coração cansado...
Eu sou o amor...
🎵 Encontrei o Amor
(Canção original)
Compositor : teólogo Jalison Santos para sua esposa Geanny regina Furtado Gonçalves.
2x
Encontrei a mulher
Encontrei o amor
Que o Senhor fez pra mim
Refrão
Essa era você
Quando busquei a Deus
Você era a resposta
Amor, você era a resposta
Eu sempre te amarei
Refrão
Essa era você
Quando orei a Deus
Você era a resposta
Amor, você era a resposta
Eu sempre te amarei
Muito me desagrada a ideia, mas provavelmente em um mundo perfeito a única forma de ser original é se entregar ao erro.
não existe mais original.
Tudo é cópia — mal feita, mal intencionada, mal disfarçada.
A verdade foi falsificada
e vendida no mercado negro da conveniência.
Antes, pirataria era gambiarra do pobre,
um jeito de sobreviver sem acesso.
Hoje é sistema.
É método.
É regra não escrita.
Nada é confiável.
Nada é limpo.
Nada é inteiro.
Helaine Machado
Todo processo de socialização implica um assassinato: o da intensidade original. O que Winnicott chamou de verdadeiro self — aquela zona de espontaneidade não negociada — é sistematicamente podado em nome da adaptação, do decoro, do que a cultura nomeia como equilíbrio. Chama-se a isso crescimento; a clínica chama de formação de falso self. A paixão diluída, o sonho ajustado, a intensidade negociada até se tornar inofensiva: são perdas reais, não simbólicas. E o que resiste por baixo, aquela memória inquieta de que viver em sua forma mais inteira sempre exigiu mais do que a prudência suporta — é o que produz, na meia-idade, a crise que os manuais chamam de passagem, mas que a clínica reconhece como retorno.
Letra original da música Náufrago no Pensamento
[Verse 1]
Nos murmúrios do vento domino o silêncio,
A saudade é brisa presa no pensamento.
Trago das eras a missão de um poema,
Erguendo pirâmides dentro do teu ventre.
[Pre-Chorus]
Tenho asas mas não sei voar,
Tenho guelras mas não sei respirar.
Só vivo nas palavras, nos verbos que invento,
Naufrago perdido no meu pensamento.
[Chorus]
Nos teus olhos há peixes há rios e mar,
Arco-íris nas pálpebras prontos a brilhar.
E eu, como um cacto perdido no deserto,
Procuro um caminho que nunca foi certo.
[Verse 2]
Nas falésias entrego-me às marés,
Como caravelas que não voltam outra vez.
Nem sereias, nem canções para me salvar,
Só versos e silêncio onde posso naufragar.
[Bridge]
Ser poeta é definhar lentamente,
É morrer um pouco a cada verso que se sente.
Como um gato vadio perdido na imensidão,
Espumando palavras contra a força do mar.
[Final Chorus]
Tenho asas, mas não sei voar,
Tenho guelras mas não sei respirar.
Se a vida é um poema que ninguém escreveu,
Então cada palavra é um pedaço de quem sou eu.
[Outro]
Quem nunca se perdeu para se encontrar?
Quem nunca amou sem poder ficar?
Quem nunca...
Não há nada mais patético do que ver pessoas falsas, que nunca tiveram uma única ideia original na vida, unirem forças para criticar e tentar diminuir a grandiosidade de uma ideia mirabolante alheia.
O futebol brasileiro entrou em declínio, quando perdeu sua alma, trocando seu estilo original por uma cópia caricata do futebol europeu!
Desejamos o que o outro deseja porque temos medo de descobrir que, no fundo, o nosso desejo original é um abismo sem fundo.
Como fugimos da rota original?
Os caminhos acabam com um muro de tijolos e eu não me sinto o lobo mau.
Os porquinhos moram comigo.
Confissões de uma Caneta- Versão original
Existe uma verdade que carrego dentro de mim há muito tempo.
Eu não me considero o autor das palavras mais bonitas que escrevo.
Sempre que termino uma poesia, uma crônica ou uma reflexão,
sinto que aquelas palavras não nasceram apenas da minha inteligência.
Elas chegaram até mim como uma brisa silenciosa.
Vieram prontas, tocaram meu coração e pediram apenas que eu lhes desse voz.
Por isso, gosto de pensar que não sou o escritor.
Sou apenas a caneta.
A caneta não escolhe as palavras.
Não cria as histórias.
Não conhece o destino daquilo que escreve.
Ela apenas se deixa conduzir pela mão de quem a segura.
É assim que me sinto diante de Deus.
Muitas vezes, enquanto escrevo, percebo que Ele coloca pensamentos na minha mente,
desperta sentimentos no meu coração e me conduz por caminhos que sozinho jamais encontraria.
Há momentos em que leio aquilo que escrevi e me pergunto de onde veio tanta beleza.
Então compreendo que não veio de mim.
Veio d’Ele.
Mas existe uma inquietação que nunca deixa de me visitar.
Se Deus inspira tantas sementes através das minhas palavras,
por que tantas delas ainda não floresceram dentro de mim?
Por que consigo falar sobre o perdão e, tantas vezes, ainda luto para perdoar?
Por que escrevo sobre a paz e continuo travando guerras dentro da minha própria alma?
Por que falo da confiança em Deus,
mas ainda corro para Ele apenas quando a tempestade destrói o jardim da minha vida?
Às vezes sinto-me como um jardineiro que conhece todas as flores pelo nome, mas ainda não aprendeu a cuidar do próprio canteiro.
Basta que as dificuldades apareçam, que alguém invada minha paz ou que os ventos derrubem aquilo que plantei, e então corro para Deus.
Procuro o Grande Agricultor.
Aquele que sabe reconstruir o que foi destruído, replantar o que morreu e devolver vida ao que parecia perdido.
E Ele nunca falha.
Nunca chega atrasado.
Nunca me abandona.
Sempre encontra uma maneira de transformar a terra seca em esperança.
Talvez seja por isso que continuo escrevendo.
Não porque me considere um homem santo.
Mas porque sou um homem profundamente necessitado do amor de Deus.
Quando falo d’Ele, sinto-me forte.
Quando escrevo sobre Ele, meu coração encontra paz.
Quando medito sobre Sua presença, tenho a certeza de que Ele habita dentro de mim,
ainda que minhas atitudes nem sempre revelem essa realidade.
Lembro-me das palavras de Santo Agostinho: “Deus estava dentro de mim enquanto eu O procurava do lado de fora.”
Talvez essa seja também a minha história.
Passei muito tempo procurando sinais extraordinários, quando o maior milagre sempre aconteceu no silêncio da minha própria alma.
Deus nunca deixou de falar comigo.
Falava através das inspirações.
Das pessoas que colocou em meu caminho.
Das portas que abriu.
Dos livramentos que só compreendi muitos anos depois.
Das palavras que surgiam quando eu me sentava para escrever.
Hoje entendo que não sou a fonte.
Sou apenas o instrumento.
Como um pequeno receptor que capta um sinal invisível e o transforma em algo que outras pessoas conseguem ouvir.
A mensagem nunca pertence ao receptor.
Ela vem de muito mais longe.
Talvez minha missão seja exatamente essa.
Receber.
Guardar.
Escrever.
E repartir.
Mas existe um desejo que ainda apresento a Deus em minhas orações.
Não quero ser apenas a caneta que escreve belas palavras para os outros.
Quero ser também o papel onde essas mesmas palavras fiquem gravadas.
Quero que cada frase inspirada transforme primeiro a minha própria vida.
Quero que o jardim floresça dentro de mim antes de perfumar o caminho de quem passa ao meu lado.
Porque, no fim, não desejo ser lembrado pelas palavras que escrevi.
Desejo apenas que, ao olhar para minha vida, as pessoas consigam perceber que Deus realmente segurou esta caneta.
E que, enquanto escrevia através dela, também escrevia, pacientemente, dentro do coração de quem a carregava.
Seja competente e gentil, é só isso!
Seja autêntico, original, comprometido.
Não há ninguém que tenha se dado mal por ser assim.
Dê sempre o seu melhor (por você)!
Se o homem não te compensar, o universo te recompensa!
Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.
Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!
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